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	<title>BIOSFERA TV &#187; meio ambiente</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>e-book Nossa Escolha, de Al Gore, é lançado</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 19:32:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira aqui o &#8220;trailer&#8221; e o &#8220;modo de utilização&#8221; (ambos em inglês) do livro interativo Our Choice (Nossa Escolha) de Al Gore, lançado para as plataformas digitais da apple &#8211; iPad, iPod e iPhone.
O ex-vice presidente dos EUA já havia lançado a versão impressa de Nossa Escolha em 2009, mas queria revolucionar na versão digital. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira aqui o &#8220;trailer&#8221; e o &#8220;modo de utilização&#8221; (ambos em inglês) do livro interativo <em>Our Choice</em> (Nossa Escolha) de Al Gore, lançado para as plataformas digitais da apple &#8211; iPad, iPod e iPhone.</p>
<p>O ex-vice presidente dos EUA já havia lançado a versão impressa de <em>Nossa Escolha</em> em 2009, mas queria revolucionar na versão digital. Ao que parece, ele conseguiu, pois o livro está sendo considerado a &#8220;próxima geração&#8221; dos e-books.</p>
<div id="attachment_4727" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/ourchoice_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/ourchoice_480.jpg" alt="" title="ourchoice_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4727" /></a><p class="wp-caption-text">e-book Our Choice pretende revolucionar o modo de ser ler pelos tablets</p></div>
<p>Entre as novidades, estão fotos extras (todas geolocalizadas em um mapa) e um conteúdo totalmente interativo, com vídeos que &#8220;saltam&#8221; dos blocos de texto e ampliam o assunto sobre o aquecimento global, além de comentários do próprio Al Gore. </p>
<p><strong>Trailer</strong><br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/22872265?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" width="500" height="281" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Modo de utilização</strong><br />
<iframe src="http://player.vimeo.com/video/22872218?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" width="500" height="281" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Cana ajuda a resfriar clima local</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 14:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima local.
O estudo, publicado na revista Nature Climate Change, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima local.</p>
<p>O estudo, publicado na revista <em>Nature Climate Change</em>, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que essas liberam água e à reflexão da luz solar de volta ao espaço.</p>
<p>O trabalho procurou quantificar os efeitos diretos no clima da expansão da cana-de-açúcar em áreas de outras culturas ou de pecuária no Cerrado brasileiro. Foram utilizadas centenas de imagens feitas por satélites que cobriram uma área de quase 2 milhões de metros quadrados. Os cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.</p>
<div id="attachment_4676" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento3_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento3_480.jpg" alt="" title="cana_resfriamento3_480" width="500" height="694" class="size-full wp-image-4676" /></a><p class="wp-caption-text">Cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração</p></div>
<p>“Verificamos que a mudança da vegetação natural para plantações e pastos resulta no aquecimento local porque as novas culturas liberam menos água. Mas a cana-de-açúcar é mais refletiva e também libera mais água, de forma parecida com a da vegetação natural”, disse Scott Loarie, coordenador do estudo.</p>
<p>“Trata-se de um benefício duplo para o clima: usar cana-de-açúcar para mover veículos reduz as emissões de carbono, enquanto o cultivo da planta faz cair a temperatura local”, destacou.</p>
<p>Os cientistas calcularam que a conversão da vegetação natural do Cerrado para a implantação de culturas agrícolas ou de pecuária resultou em aquecimento médio de 1,55º C. A troca subsequente para a cana-de-açúcar levou a uma queda na temperatura do ar local de 0,93º, resultando no aumento líquido de 0,6º C.</p>
<div id="attachment_4675" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento2_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento2_480.jpg" alt="" title="cana_resfriamento2_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4675" /></a><p class="wp-caption-text">Autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos</p></div>
<p>Os autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos, e não em áreas convertidas da vegetação natural.</p>
<p>Em resumo, a cana tem vantagens nesse ponto em relação a outras culturas ou pasto, mas o melhor é manter o Cerrado, uma vez que a substituição desse bioma pela cana ou outra cultura leva ao aumento regional de temperatura.</p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp<br />
Imagem: Reprodução site</em></p>
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		<title>Biodiversidade brasileira na Alemanha</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 13:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Será inaugurada no dia 29 de abril, em Leipzig, na Alemanha, a exposição Brazilian Nature – Mystery and Destiny (Natureza Brasileira – Mistério e Destino), que aborda o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.
A mostra, que ficará aberta ao público até o dia 15 de julho, tem como referência maior a Flora Brasiliensis, obra do botânico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será inaugurada no dia 29 de abril, em Leipzig, na Alemanha, a exposição B<em>razilian Nature – Mystery and Destiny</em> (Natureza Brasileira – Mistério e Destino), que aborda o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>
<p>A mostra, que ficará aberta ao público até o dia 15 de julho, tem como referência maior a <em>Flora Brasiliensis</em>, obra do botânico alemão Carl Philipp von Martius (1794-1868), que mesmo 171 anos após ter seu primeiro volume publicado permanece como o mais completo levantamento da flora brasileira.</p>
<div id="attachment_4666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fish_biota.jpg"><img class="size-full wp-image-4666" title="fish_biota" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fish_biota.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição na Alemanha aborda o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira</p></div>
<p>Os 37 painéis que compõem a exposição foram concebidos com base nos dados provenientes de três projetos: a Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, a Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e o programa BIOTA-FAPESP.</p>
<p>Representantes dos três projetos auxiliaram na compilação do conteúdo da mostra, que já foi apresentada com sucesso no Museu do Jardim Botânico de Berlim e na Haus der Wissenschaft, em Bremen.</p>
<p>O projeto da Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que corresponde à primeira parte da exposição, representa uma continuidade ao trabalho de Martius, que teve seu último volume publicado depois da morte do autor, em 1906.</p>
<p>Em 2006, o projeto disponibilizou na internet a versão integral da obra de Martius, com 10.207 páginas com os textos das descrições das quase 23 mil espécies e as quase 4 mil ilustrações.</p>
<p>O Flora Brasiliensis On-line e Revisitada inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes. O Flora Brasiliensis On-line está disponível <a href="http://florabrasiliensis.cria.org.br" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Mais exposição</strong><br />
A segunda parte da exposição remete ao projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, iniciado em 1993 com a participação de mais de 200 pesquisadores.</p>
<p>O projeto Flora Fanerogâmica reúne pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), dos institutos Botânico, Florestal e Agronômico e do Departamento de Parques e Áreas Verdes da Prefeitura de São Paulo. Pesquisadores da Embrapa, de outros estados brasileiros e de outros países também contribuem.</p>
<p>O terceiro elemento da exposição ultrapassa os limites da botânica e aborda a biodiversidade de forma mais geral, correspondendo ao programa BIOTA-FAPESP, cujos resultados têm sido aplicados como instrumento de preservação ambiental no território paulista.</p>
<p>Os painéis digitalizados da exposição <em>Brazilian Nature</em> podem ser vistos, com legendas em português, inglês e alemão, <a href="http://www.fapesp.br/publicacoes/braziliannature" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: reprodução</em></p>
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		<title>Para os nossos Einsteins mirins</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 12:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Crianças de todo o país contam com um novo recurso para aprender mais sobre o universo da pesquisa. Trata-se do site infanto-juvenil Contando Ciência na Web, lançado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
O site reúne algumas das principais tecnologias de cada centro de pesquisa da Embrapa. Esses centros são apresentados em formatos variados, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Crianças de todo o país contam com um novo recurso para aprender mais sobre o universo da pesquisa. Trata-se do site infanto-juvenil Contando Ciência na Web, lançado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<p>O site reúne algumas das principais tecnologias de cada centro de pesquisa da Embrapa. Esses centros são apresentados em formatos variados, como jogos e livros virtuais, com linguagem adaptada ao público infantil.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/site_embrapinha.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/site_embrapinha.jpg" alt="" title="site_embrapinha" width="480" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-4629" /></a></p>
<p>Equipes multidisciplinares de profissionais estiveram envolvidas no projeto durante cerca de dois anos. Para isso, foram testadas as formas mais adequadas de organização das informações para melhor entendimento pelo público-alvo desejado, a criançada. Os testes contaram também com o acompanhamento de uma comissão de especialistas e de pesquisadores do Ministério da Ciência e Tecnologia, da Universidade de Brasília (UnB) e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).</p>
<p>Com muita interatividade, cada item do menu é gerido por uma unidade da instituição de pesquisa. Nas sessões “Você sabia?”, “Conheça a Embrapa”, “Brinque com Ciência”, “Biblioteca” e o “Glossário” é possível aprender um pouco mais sobre o universo científico e o mundo da pesquisa. Já no “Bloguinho”, as crianças podem trocar ideias com pesquisadores sobre diversos temas.</p>
<p>Confira o site por este <a href="http://ccw.sct.embrapa.br/?pg=principal">link</a>.</p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp<br />
Imagem: reprodução</em></p>
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		<title>Empresário cria a bola ecológica</title>
		<link>http://www.biosferatv.com.br/destaque/empresario-cria-a-bola-ecologica/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 17:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bola ecológica]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma bola artesanal feita por seringueiros do Acre foi a inspiração para o empresário Tony Régis Ferreira na criação de um projeto inovador no meio esportivo, a bola ecológica.
Tudo começa na sangra do látex das seringueiras. O liquido é matéria prima para a produção de um laminado vegetal. Junto com a câmara, também feita com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma bola artesanal feita por seringueiros do Acre foi a inspiração para o empresário Tony Régis Ferreira na criação de um projeto inovador no meio esportivo, a bola ecológica.</p>
<p>Tudo começa na sangra do látex das seringueiras. O liquido é matéria prima para a produção de um laminado vegetal. Junto com a câmara, também feita com o material a pelota está completa. Mas para atender aos padrões oficiais de medida e peso, toda uma cadeia produtiva foi criada. A tecnologia permite a produção de bolas de futebol, vôlei, basquete, handball, entre outras.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/ecoball_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/ecoball_480.jpg" alt="" title="ecoball_480" width="480" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-4591" /></a></p>
<p>Depois de seco, o laminado é estendido para ser revisado e armazenado.<br />
E o meio ambiente não é o único beneficiado com a produção da bola.</p>
<p>O sócio da empresa, Jaime Rodrigues, explica como ela também promove a inclusão social, já que que a lâmina de látex é cortada e seus gomos são costurados por detentos do sistema carcerário do estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Vantagem econômica</strong><br />
A região noroeste é a maior produtora de látex do estado de São Paulo, tornando o mercado para a bola ecológica promissor. Mas os empresários não pretendem competir pelo preço, e sim pelo apelo de venderem um produto sustentável. Enquanto uma bola tradicional custa de 40 a 130 reais, o valor da bola ecológica gira em torno 65 a 110 reais.</p>
<p>Outra vantagem da bola ecológica é a possibilidade de total reciclagem do material. Depois de descartada, ela pode ser triturada, e virar matéria prima para solados de tênis e sapatos.</p>
<p><strong>Começa o jogo!</strong><br />
Mas a bola ainda precisava do teste final. E isso só poderia acontecer, é claro, no campo. E foi no estádio municipal de Magda que conferimos a estréia da bola na 1a copa ecológica da cidade.</p>
<p>O duelo entre o &#8220;CFM&#8221;, usando uniforme preto, e a &#8220;Galera da Manga&#8221;, de branco foi bastante equilibrado. Mas mesmo assim, o primeiro gol ecológico da história saiu. Foi do soldador e goleador Rômulo Carlos Correa, de cabeça. No intervalo e em uma entrevista exclusiva, o craque revelou: a bola está aprovada.</p>
<p>Outro colega de equipe, o auxiliar de plataforma Sonora Rafael Selis, exalta: &#8220;é melhor que a Jabulani&#8221;. Com um elogio deste, o empresário pode ficar tranquilo de que a bola ainda vai lhe render muitos gols dentro e fora de campo.</p>
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		<title>Um mundo com energia limpa em 2050</title>
		<link>http://www.biosferatv.com.br/noticias/um-mundo-com-energia-limpa-em-2050/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 18:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após dois anos de elaboração, o Relatório de Energia, lançado globalmente pela WWF, revela novas perspectivas sobre as necessidades globais de energia e transporte e na disponibilização de energia adequada e segura para todos.
O documento sugere que  a redução de emissões de carbono em cerca de 80% até 2050, mantendo o aquecimento do planeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após dois anos de elaboração, o Relatório de Energia, lançado globalmente pela WWF, revela novas perspectivas sobre as necessidades globais de energia e transporte e na disponibilização de energia adequada e segura para todos.</p>
<p>O documento sugere que  a redução de emissões de carbono em cerca de 80% até 2050, mantendo o aquecimento do planeta abaixo dos 2ºC, será possível.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/energy_rep_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/energy_rep_480.jpg" alt="" title="energy_rep_480" width="480" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-4593" /></a></p>
<p>“Se continuarmos a depender de combustíveis fósseis, vamos enfrentar um futuro de incertezas crescentes sobre custos, segurança e mudanças climáticas”, declarou Jim Leape, diretor geral do WWF. “Estamos oferecendo um cenário alternativo – muito mais promissor e inteiramente viável”.</p>
<p>“O relatório demonstra que o planeta pode, sim, ter economias vivas e energia limpa, barata e renovável, nos próximos quarenta anos”, disse Denise Hamú, secretária geral do WWF-Brasil.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sunset_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sunset_480.jpg" alt="" title="sunset_480" width="480" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-4592" /></a></p>
<p><strong>Futuro otimista</strong><br />
Dividido em duas partes, o relatório contém análise e cenário detalhados, apresentados pela Ecofys e uma avaliação do WWF.  O documento demonstra que, até 2050, as necessidades de eletricidade, transporte, energia industrial e doméstica, poderiam ser supridas com uso apenas residual e localizado de combustíveis fósseis e nucleares, reduzindo drasticamente as incertezas quando à segurança energética, poluição e às catastróficas mudanças climáticas.</p>
<p>Eficiência energética em edificações, veículos e indústria seria um ingrediente chave, ao lado de uma geração de energia elétrica de forma renovável e fornecida por meio de smart grids (redes inteligentes), para fazer frente ao aumento da demanda mundial por eletricidade.</p>
<p>De acordo com a visão desenhada pela consultoria, em 2050, a demanda total de energia será 15% menor do que em 2005, a despeito do crescimento da população, da indústria, das necessidades de transporte, e a energia estará sendo fornecida àqueles que hoje não se beneficiam dela.  O mundo não mais dependerá de carvão ou fontes nucleares, enquanto regras e cooperação internacionais limitarão o dano ambiental potencial representado pela produção de biocombustíveis e hidrelétricas.</p>
<p>“Neste relatório, não estamos deliberadamente assumindo metas extravagantes sobre os benefícios das tecnologias que ainda virão, disse o diretor da Ecofys, Kees van der Leun. “Trata-se de uma estimativa moderada sobre a energia renovável da qual poderemos desfrutar em 2050. A Ecofys entende que as soluções para o desafio energético global estão ao alcance das nossas mãos. Existem inúmeros sistemas que usam energia de forma mais eficiente, o que nos permite administrar as atuais fontes de energia mais cuidadosamente. Além do mais, entendemos as oportunidades de uso de uma enorme quantidade de energia sustentável que nos cerca”. </p>
<p><strong>4 trilhões de euros a menos</strong><br />
O fornecimento de energia confiável, barata e limpa na escala necessária demandará um esforço mundial, similar à resposta do mundo à crise financeira global. Mas os benefícios seriam muito maiores no longo prazo, e a economia realizada com custos mais baixos em energia irá equilibrar o total de novos investimentos em energia renovável e eficiência energética até 2040.  E mais: a economia de recursos financeiros em relação à maneira tradicional de produzir energia será de cerca de quatro trilhões de euros até 2050.</p>
<p>Outros benefícios virão da prevenção de conflitos relacionados à segurança energética, desastres ambientais e à escassez de recursos decorrentes da redução da disponibilidade de combustíveis fósseis e dos desafios ambientais e políticos.</p>
<p>O cenário do Relatório da Energia permitiria assistirmos a uma redução de mais de 80% nas emissões de carbono até 2050, elevando o grau de confiança de que o aquecimento global seria mantido abaixo dos 2ºC. “Viveremos de forma diferente, mas viveremos bem”, disse Jim Leape. “Temos que fornecer energia a todos sem colocar em risco nosso planeta e, isto, nosso relatório mostra que é possível”.</p>
<p><strong>Brasil na frente</strong><br />
O fato de o Brasil produzir eletricidade a partir de hidrelétricas dá ao país certa vantagem competitiva rumo à concretização da visão da consultoria <em>Ecofys</em>. “Entretanto, não podemos nos acomodar, porque estamos sujando nossa matriz energética e claramente temos oportunidades de diversificação de nossas fontes, com mais investimentos eficiência energética e em energias renováveis modernas, como a eólica, solar e solar-térmica”, avaliou Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil.</p>
<p>Rittl destaca ainda que a demanda mundial por bioenergia irá crescer muito. Como os biocombustíveis serão uma parte cada vez mais importante na matriz energética mundial, cabe ao Brasil fazer sua expansão neste setor, seguindo critérios rigorosos de sustentabilidade, sem pressão sobre os ecossistemas naturais.</p>
<p> “Além disso, o Brasil precisa ser muito responsável sobre o uso e investimentos para extração do petróleo da camada pré-sal. Os custos das energias renováveis modernas estão em queda, enquanto que os do petróleo estão em ascensão. O mundo está cada vez atento a cada tonelada de gases de efeito estufa jogada na atmosfera e seus impactos no aquecimento global”, disse Carlos Rittl.</p>
<p>Confira o relatório (em inglês) neste <a href="http://wwf.panda.org/what_we_do/footprint/climate_carbon_energy/energy_solutions/renewable_energy/sustainable_energy_report/choices/">link</a>.</p>
<p><em>Fonte: WWF<br />
Imagem: </em></p>
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		<title>Novas áreas de conservação em SP</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 14:28:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Estado de São Paulo terá mais áreas de preservação ambiental. O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou por unanimidade, no dia 21, a criação de duas novas Unidades de Conservação (UCs), em Marília e Avaré, e de uma Floresta Estadual, em Campinas.
As novas unidades estão localizadas onde antes havia estações experimentais ligadas ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo terá mais áreas de preservação ambiental. O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou por unanimidade, no dia 21, a criação de duas novas Unidades de Conservação (UCs), em Marília e Avaré, e de uma Floresta Estadual, em Campinas.</p>
<p>As novas unidades estão localizadas onde antes havia estações experimentais ligadas ao Instituto Florestal. A Estação Ecológica de Marília permitirá aumentar a proteção ambiental na região. O nível de preservação atual do território é de cerca de 6,5%, índice inferior à média do estado (17,5%).</p>
<p>O local fica ao norte do município e detém animais e plantas ameaçados de extinção. De acordo com a Secretaria do Meio Ambiente, a medida também pode estimular a pesquisa ambiental em Marília já que há forte presença de universidades na região.</p>
<p>A outra unidade de conservação é a Estação Ecológica de Avaré, em que há predominância do Cerrado paulista. Hoje, o bioma detém apenas 0,83% de sua vegetação original, o que evidencia a importância da preservação. Foram encontradas 113 espécies de aves, sendo três ameaçadas de extinção, e dez mamíferos, dois em risco.</p>
<div id="attachment_4548" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tree_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/tree_480.jpg" alt="" title="tree_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4548" /></a><p class="wp-caption-text">113 espécies de aves foram encontradas na Estação Ecológica de Avaré  </p></div>
<p>A nova Floresta Estadual de Campinas está na região do Parque Jambeiro, considerado a única área verde expressiva do bairro localizado na região sul do município. Segundo a Secretaria do Meio Ambiente, Campinas detém apenas 2,6% de preservação nativa e a criação da Floresta permitirá também conter o avanço imobiliário.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: Marcelo Terraza / site sxc.hu<br />
</em></p>
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		<title>BIOSFERA TV: 2 anos de sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 11:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O BIOSFERA TV completou 2 anos de existência!  Nesse período, fomos atrás de quem faz a diferença para o desenvolvimento sustentável, com ações e iniciativas que seguem o tripé da sustentabilidade (geração de renda, condições sociais dignas e preservação do meio ambiente)!
Nossa equipe já cobriu eventos sobre sustentabilidade em Manaus, Curitiba, São Paulo, Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>BIOSFERA TV </strong>completou 2 anos de existência!  Nesse período, fomos atrás de quem faz a diferença para o desenvolvimento sustentável, com ações e iniciativas que seguem o tripé da sustentabilidade (geração de renda, condições sociais dignas e preservação do meio ambiente)!</p>
<p>Nossa equipe já cobriu eventos sobre sustentabilidade em Manaus, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e também fez reportagens especiais fora do país, no Panamá e também a África do Sul.</p>
<div id="attachment_4498" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2anos_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2anos_480.jpg" alt="" title="2anos_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4498" /></a><p class="wp-caption-text">Dois anos de atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</p></div>
<p>Então, celebre conosco esse aniversário e relembre as reportagens e entrevistas que foram destaque aqui no seu portal de sustentabilidade.</p>
<p><strong>James Cameron no BIOSFERA TV</strong><br />
Durante a cobertura do Fórum Internacional de Sustentabilidade, conseguimos uma entrevista com James Cameron, o diretor do blockbuster <em>Avatar</em></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tWB5t3GLzWE?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tWB5t3GLzWE?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Entrevista com Jeff Corwin no SWU</strong><br />
Durante a cobertura do Festival SWU, Jeff Corwin, apresentador do Discovery Channel, falou com o BIOSFERA TV sobre os caminhos que a humanidade deve tomar para evitar a extinção de espécies importantes. A entrevista foi feita em alta definição! (dica: clique nas legendas!)</p>
<p><object width="499" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gVGBmAfKxhA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gVGBmAfKxhA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="499" height="306"></embed></object></p>
<p><strong>Marina Silva no BIOSFERA TV</strong><br />
A senadora Marina Silva concedeu uma entrevista ao <strong>BIOSFERA TV</strong> dias antes da Conferência do Clima em Copenhague (COP-15) durante uma visita a uma faculdade em Campinas.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/obb0OuNC6DI?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/obb0OuNC6DI?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>André Trigueiro fala sobre o tripé da sustentabilidade</strong><br />
Em uma de nossas primeiras entrevistas, conversamos com o jornalista ambiental André Trigueiro, apresentador do premiado Cidades e Soluções.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OBCL0wMkq70?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OBCL0wMkq70?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Ecogames &#8211; os games sustentáveis</strong><br />
A reportagem Ecogames foi uma das finalistas no Prêmio Jornalista&#038;Cia / HSBC, e mostra que o que se aprende no mundo virtual pode servir de exemplo para novas atitudes no mundo real</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7xYw-nsydk0?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7xYw-nsydk0?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Run 4 Water: a corrida pela água</strong><br />
Em uma cobertura diferente, resolvemos suar a camisa em prol da economia de água. Corremos a prova <em>Run 4 Water</em>, com 6 quilômetros de consciência ecológica. Alguém aí ainda pensa em &#8220;regar o cimento&#8221; da frente de casa?</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/11078156?byline=0&amp;portrait=0" width="480" height="360" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Mauricio de Sousa e a educação ambiental</strong><br />
Visitamos os estúdios do desenhista Mauricio de Sousa, um craque no assunto de educação ambiental. A entrevista marcou a estreia do nosso quadro <em>BIOSFERINHAS</em>.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4HTWbpMAJ94?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4HTWbpMAJ94?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Jaime Lerner no BIOSFERA TV</strong><br />
Durante a cobertura de um evento de sustentabilidade em Curitiba, nossa equipe conversou com o ex-prefeito da cidade Jaime Lerner, que criou e implementou a ideia do <em>Bus Rapid Transit</em>, sistema de trânsito rápido de ônibus em Curitiba.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-QlXGGADeHg?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-QlXGGADeHg?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>E qual foi a sua reportagem favorita vista aqui no <strong>BIOSFERA TV</strong>? Comente!</p>
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		<title>COP-16: limitar o aquecimento é possível?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 19:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De todas as discussões na COP-16 em Cancún sobre financiamento, florestas, transferência de tecnologia e prestação de contas, muito pouco tem sido falado sobre as metas climáticas.
As promessas de combater as mudanças do clima, todas citadas no Acordo de Copenhague do ano passado, listam reduções voluntárias e o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De todas as discussões na COP-16 em Cancún sobre financiamento, florestas, transferência de tecnologia e prestação de contas, muito pouco tem sido falado sobre as metas climáticas.</p>
<p>As promessas de combater as mudanças do clima, todas citadas no Acordo de Copenhague do ano passado, listam reduções voluntárias e o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo dos 2ºC. Mais ainda há uma diferença – conhecida como a diferença da gigatonelada – entre o que os governos prometem e o que os pesquisadores no assunto dizem ser necessário.</p>
<div id="attachment_4493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/solo_rachado_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/solo_rachado_480.jpg" alt="" title="solo_rachado_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4493" /></a><p class="wp-caption-text">Seca afetou o sudeste da China em 2009, esvaziando reservatórios de água</p></div>
<p>&#8220;Se os compromissos voluntários assumidos em Copenhague forem implementados, e eu uso o condicional porque ninguém no momento tem a garantia de que eles sejam implementados, nós teremos atingido 60% do caminho que precisamos percorrer até 2020 no que diz respeito ao programa de ações de mudanças climáticas e que permitirá ao mundo a chance de ficar na faixa dos 2ºC&#8221;, diz Achim Steiner, diretor do Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente, Pnuma.</p>
<p><strong>Limite: dois graus centígrados</strong><br />
Limitar o aquecimento global a 2ºC é crucial para que se consiga evitar seus piores efeitos. &#8220;Em torno de dois graus, dois graus e meio, seria aproximadamente o nível em que haveria um aumento da frequência dos eventos climáticos extremos, onde haveria um risco muito maior de atingir pontos de desequilíbrio no sistema climático&#8221;, afirma Joseph Alcamo, cientista-chefe do Pnuma.</p>
<p>Para que haja boas chances de limitar o aquecimento nesta faixa, os cientistas que trabalharam no relatório de emissões das Nações Unidas apresentado no México dizem que as emissões globais teriam que atingir no máximo aproximadamente 44 gigatoneladas, ou 44 bilhões de toneladas, até o fim de 2020.</p>
<p>Se nada for feito, haverá uma diferença de 12 gigatoneladas entre as emissões de fato e o que seria necessário para limitar a elevação da temperatura em 2ºC até 2020, o que equivale a cerca de 25% das emissões atuais. Mas se os países cumprirem suas promessas, essa diferença será de sete gigatoneladas, diz Alcamo.</p>
<p>&#8220;Podemos percorrer 60% do caminho se as ambições expressas em Copenhague simplesmente forem cumpridas&#8221;, diz Alcamo, ressaltando que num cenário mais otimista da implementação do Acordo, o mundo ficaria a cinco gigatoneladas do que os cientistas dizem que é necessário.</p>
<p><strong>Negociações em andamento</strong><br />
Mesmo esse melhor cenário é marcado por ressalvas que ainda estão em processo de negociação. Assuntos que incluem o acordo em florestas, financiamento para os países em desenvolvimento, assim como as regras complicadas de prestação de contas que diferenciam aumento de emissões de redução ainda devem ser decididas.</p>
<p>Os legisladores precisam se apressar, já que todos os modelos climáticos que calculam como manter o aquecimento em 2ºC indicam a mesma coisa, como esclarece Ramzi Elias, da Fundação Europeia do Clima: &#8220;Todos os modelos que indicam uma chance de limitar o aquecimento em 2ºC têm níveis de emissões que atingiram o pico e começaram a cair antes de 2020. Portanto, o que faremos nos próximos dez anos é realmente crucial&#8221;.</p>
<p>Deixar para depois de 2020 os grandes investimentos necessários para a transição a uma economia de baixo carbono seria tarde, devido à natureza cumulativa dos gases de efeito estufa na atmosfera, lembra Elias.</p>
<p><strong>Custos cada vez mais altos</strong><br />
Michel den Elzen, da Agência de Avaliação Ambiental da Holanda, adverte que os custos podem parecer altos agora, mas que eles serão duas vezes mais altos se as diferenças forem eliminadas completamente. Ele estima que o cumprimento das promessas contidas no Acordo de Copenhague custe entre 60 e 100 bilhões de dólares.</p>
<p>&#8220;Para fechar esse abismo, acho que será preciso 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial&#8221;, disse Den Elzen, esclarecendo que a percentagem seria equivalente a 200 bilhões de dólares.</p>
<p>O secretário britânico do Clima, Chris Huhne, disse, no entanto, que a falta de ação pode custar ainda mais, destacando que os eventos climáticos extremos de 2010 deram indicações do que ainda está por vir. &#8220;Alguém que tenha qualquer dúvida sobre isso, por favor, tenha uma conversa com as companhias de seguro, porque elas estão pagando bastante por isso.&#8221;</p>
<p>Chris Huhne acrescenta: &#8220;Somente no Reino Unido, na última década, os gastos em consequência de enchentes chegaram a 4,5 bilhões de libras, enquanto nos dez anos anteriores esse número havia sido de 1,5 bilhão de libras. Essas são duras evidências dos custos que estão sendo causados na nossa economia, e temos que combater esse problema&#8221;.</p>
<p><em>Fonte: Deutsche Welle<br />
Imagem: Miguel Ugalde / Site sxc.hu</em></p>
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		<title>Conheça as proibições à pesca durante a Piracema</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 00:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<description><![CDATA[A temporada da Piracema é um importante período no ciclo de reprodução dos peixes de água doce do país. Esse é o momento que os animais buscam as cabeceiras dos rios, na luta para encontrar um melhor local para a desova.
Marcado pelo esforço dos cardumes na subida rio acima, os animais perdem gordura e amadurecem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada da Piracema é um importante período no ciclo de reprodução dos peixes de água doce do país. Esse é o momento que os animais buscam as cabeceiras dos rios, na luta para encontrar um melhor local para a desova.</p>
<p>Marcado pelo esforço dos cardumes na subida rio acima, os animais perdem gordura e amadurecem óvulos e espermatozóides durante esse fenômeno da natureza.</p>
<p>Para garantir a perpetuação das espécies, todos os anos o Instituto Brasileiro<br />
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estabelece o Defeso da Piracema (em vigor entre 1º de novembro de 2010 a 28 de fevereiro de 2011).</p>
<div id="attachment_4394" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/piracema_2_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/piracema_2_480.jpg" alt="" title="piracema_2_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4394" /></a><p class="wp-caption-text">Piracema é um importante período no ciclo de reprodução dos peixes de água doce do país</p></div>
<p>Em 2010, uma cartilha da polícia federal ambiental foi distribuída em Rio Preto para conscientizar e alertar a população. As principais dicas estão reproduzidas aqui.</p>
<p><strong>Proibições</strong><br />
Durante a Piracema, estão proibidos em todos os pontos da bacia hidrográfica do Rio Paraná:</p>
<p>- O uso de trapiche ou plataforma flutuante de qualquer natureza;<br />
- A captura, o transporte e o armazenamento de espécies nativas da bacia hidrográfica do rio Paraná, incluindo animai para fins ornamentais e de aquariofilia que tem origem e ocorrência natural na bacia do rio Paraná;<br />
- A pesca com redes, tarrafas e espinhéis, além da pesca subaquática;<br />
- A realização de competições de pesca, com exceção de eventos em reservatórios e de espécies não nativas;<br />
- A utilização de animais aquáticos, inclusive peixes, camarões, caramujos, caranguejos, vivos ou mortos, inteiros ou em pedaços, como iscas. São exceções à regra animais oriundos da bacia hidrográfica, acompanhados de nota fiscal do produtor.</p>
<p>Certas proibições são estipuladas por categorias e modalidades de pesca, além de locais específicos, como rios. Dessa forma, não é permitida a pescaria:</p>
<p>- A menos de 500 metros de confluências e desembocaduras de rios, lagoas, canais e tubulações de esgoto;<br />
- A até 1.500 metros de barragens de hidrelétricas e também de escadas de transposição para peixes. Essa distância é válida também para cachoeiras;<br />
- No Rio Grande, entre a barragem da UHE de porto Colômbia até a ponte Engenheiro Gumercindo Penteado, nos municípios de Planura (MG) e Colômbia (SP);<br />
- No Rio Tietê, entre a barragem da Usina de Nova Avanhandava e a foz do Ribeirão Palmeiras, em Buritama (SP);<br />
- No Rio São José dos Dourados.</p>
<p><strong>Permissões</strong><br />
A pesca em reservatórios, nas modalidades embarcada e desembarcada é permitida. A utilização de linha de mão ou vara, linha e anzol, caniço simples, molinete ou carretilha com iscas naturais ou artificiais também estão liberadas.</p>
<p>Espécies que ocorrem não somente na bacia do rio Paraná, mas em outros locais do país não tem a pesca restrita.</p>
<p>Animais não nativos, exóticos (de ocorrência natural em outros países) e híbridos (como Apaiari, Bagre-africano, Black-bass, todas as espécies de Carpa, Corvina, Pescada-do-Piauí, Peixe-rei, Sardinha-de-água-doce, Piranha preta, Tilápias, Tucunaré e Zoiudo) podem ser pescados.</p>
<p>Pescadores profissionais devem estar licenciados e autorizados pelo Ibama para a captura e o transporte dos peixes. O mesmo vale para pescadores amadores, mas com o limite de 10 quilos e um exemplar.</p>
<p><strong>Exceção às regras</strong><br />
Não se aplicam ao período de Defeso da Piracema o pescado proveniente de psicultura ou pesqueiros registrados e cadastrados no Ibama.</p>
<p><strong>Tamanho mínimo de captura dos animais</strong><br />
Alguns animais tem também o tamanho de captura limitado. A medida é feita da ponta do focinho até a extremidade da nadadeira caudal.</p>
<p><strong>Como denunciar</strong><br />
A polícia militar recebe denúncias relacionadas à pesca no período da Piracema pelo número 0800 555 190.</p>
<p><em>Fonte: Polícia militar ambiental<br />
Imagem: Site SXC.hu</em></p>
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