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	<title>BIOSFERA TV &#187; internacional</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>COP-16: limitar o aquecimento é possível?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 19:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De todas as discussões na COP-16 em Cancún sobre financiamento, florestas, transferência de tecnologia e prestação de contas, muito pouco tem sido falado sobre as metas climáticas.
As promessas de combater as mudanças do clima, todas citadas no Acordo de Copenhague do ano passado, listam reduções voluntárias e o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De todas as discussões na COP-16 em Cancún sobre financiamento, florestas, transferência de tecnologia e prestação de contas, muito pouco tem sido falado sobre as metas climáticas.</p>
<p>As promessas de combater as mudanças do clima, todas citadas no Acordo de Copenhague do ano passado, listam reduções voluntárias e o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo dos 2ºC. Mais ainda há uma diferença – conhecida como a diferença da gigatonelada – entre o que os governos prometem e o que os pesquisadores no assunto dizem ser necessário.</p>
<div id="attachment_4493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/solo_rachado_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/solo_rachado_480.jpg" alt="" title="solo_rachado_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4493" /></a><p class="wp-caption-text">Seca afetou o sudeste da China em 2009, esvaziando reservatórios de água</p></div>
<p>&#8220;Se os compromissos voluntários assumidos em Copenhague forem implementados, e eu uso o condicional porque ninguém no momento tem a garantia de que eles sejam implementados, nós teremos atingido 60% do caminho que precisamos percorrer até 2020 no que diz respeito ao programa de ações de mudanças climáticas e que permitirá ao mundo a chance de ficar na faixa dos 2ºC&#8221;, diz Achim Steiner, diretor do Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente, Pnuma.</p>
<p><strong>Limite: dois graus centígrados</strong><br />
Limitar o aquecimento global a 2ºC é crucial para que se consiga evitar seus piores efeitos. &#8220;Em torno de dois graus, dois graus e meio, seria aproximadamente o nível em que haveria um aumento da frequência dos eventos climáticos extremos, onde haveria um risco muito maior de atingir pontos de desequilíbrio no sistema climático&#8221;, afirma Joseph Alcamo, cientista-chefe do Pnuma.</p>
<p>Para que haja boas chances de limitar o aquecimento nesta faixa, os cientistas que trabalharam no relatório de emissões das Nações Unidas apresentado no México dizem que as emissões globais teriam que atingir no máximo aproximadamente 44 gigatoneladas, ou 44 bilhões de toneladas, até o fim de 2020.</p>
<p>Se nada for feito, haverá uma diferença de 12 gigatoneladas entre as emissões de fato e o que seria necessário para limitar a elevação da temperatura em 2ºC até 2020, o que equivale a cerca de 25% das emissões atuais. Mas se os países cumprirem suas promessas, essa diferença será de sete gigatoneladas, diz Alcamo.</p>
<p>&#8220;Podemos percorrer 60% do caminho se as ambições expressas em Copenhague simplesmente forem cumpridas&#8221;, diz Alcamo, ressaltando que num cenário mais otimista da implementação do Acordo, o mundo ficaria a cinco gigatoneladas do que os cientistas dizem que é necessário.</p>
<p><strong>Negociações em andamento</strong><br />
Mesmo esse melhor cenário é marcado por ressalvas que ainda estão em processo de negociação. Assuntos que incluem o acordo em florestas, financiamento para os países em desenvolvimento, assim como as regras complicadas de prestação de contas que diferenciam aumento de emissões de redução ainda devem ser decididas.</p>
<p>Os legisladores precisam se apressar, já que todos os modelos climáticos que calculam como manter o aquecimento em 2ºC indicam a mesma coisa, como esclarece Ramzi Elias, da Fundação Europeia do Clima: &#8220;Todos os modelos que indicam uma chance de limitar o aquecimento em 2ºC têm níveis de emissões que atingiram o pico e começaram a cair antes de 2020. Portanto, o que faremos nos próximos dez anos é realmente crucial&#8221;.</p>
<p>Deixar para depois de 2020 os grandes investimentos necessários para a transição a uma economia de baixo carbono seria tarde, devido à natureza cumulativa dos gases de efeito estufa na atmosfera, lembra Elias.</p>
<p><strong>Custos cada vez mais altos</strong><br />
Michel den Elzen, da Agência de Avaliação Ambiental da Holanda, adverte que os custos podem parecer altos agora, mas que eles serão duas vezes mais altos se as diferenças forem eliminadas completamente. Ele estima que o cumprimento das promessas contidas no Acordo de Copenhague custe entre 60 e 100 bilhões de dólares.</p>
<p>&#8220;Para fechar esse abismo, acho que será preciso 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial&#8221;, disse Den Elzen, esclarecendo que a percentagem seria equivalente a 200 bilhões de dólares.</p>
<p>O secretário britânico do Clima, Chris Huhne, disse, no entanto, que a falta de ação pode custar ainda mais, destacando que os eventos climáticos extremos de 2010 deram indicações do que ainda está por vir. &#8220;Alguém que tenha qualquer dúvida sobre isso, por favor, tenha uma conversa com as companhias de seguro, porque elas estão pagando bastante por isso.&#8221;</p>
<p>Chris Huhne acrescenta: &#8220;Somente no Reino Unido, na última década, os gastos em consequência de enchentes chegaram a 4,5 bilhões de libras, enquanto nos dez anos anteriores esse número havia sido de 1,5 bilhão de libras. Essas são duras evidências dos custos que estão sendo causados na nossa economia, e temos que combater esse problema&#8221;.</p>
<p><em>Fonte: Deutsche Welle<br />
Imagem: Miguel Ugalde / Site sxc.hu</em></p>
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		<title>Quantos painéis solares para abastecer o mundo?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 00:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantos painéis solares seriam necessários para abastecer todo o mundo com energia grátis e limpa? Se você pensou em algo como toda a superfície da África, se enganou.
Segundo especialistas do site Gizmodo (um site especializado em tecnologia), bastaria uma superfície de menos de 500 mil quilômetros quadrados (496.905, especificamente), menos do que a área total [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos painéis solares seriam necessários para abastecer todo o mundo com energia grátis e limpa? Se você pensou em algo como toda a superfície da África, se enganou.</p>
<div id="attachment_4440" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/solar_panel_2.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/solar_panel_2.jpg" alt="" title="solar_panel_2" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4440" /></a><p class="wp-caption-text">Qual será a superfície necessária para abastecer o mundo com energia solar?</p></div>
<p>Segundo especialistas do site Gizmodo (um site especializado em tecnologia), bastaria uma superfície de menos de 500 mil quilômetros quadrados (496.905, especificamente), menos do que a área total da Espanha.</p>
<p>A área, distribuída pelos desertos do mundo, garantiria energia ilimitada 24 horas por dia</p>
<p>Confira o link para a imagem (em inglês) <a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/solar-panels.jpg">aqui</a>. </p>
<p><em>Fonte: Gizmodo<br />
Imagem: Reprodução</em></p>
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		<title>COP 16 começa no México</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 01:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começou no dia 29 de novembro a 16a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. O evento acontece durante 11 dias em Cancún, no México.
Daquela atmosfera de euforia que rondava a COP 15, há 1 ano atrás, em Copenhague, na Dinamarca, Pouco restou para Cancún. O desfecho da COP 15 foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou no dia 29 de novembro a 16a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. O evento acontece durante 11 dias em Cancún, no México.</p>
<p>Daquela atmosfera de euforia que rondava a COP 15, há 1 ano atrás, em Copenhague, na Dinamarca, Pouco restou para Cancún. O desfecho da COP 15 foi o fracasso das negociações.</p>
<p>A reunião não vem com o fervor de uma solução imediata, como aconteceu há 1 ano em Copenhague, na Dinamarca, mas busca chegar ao tão esperado acordo em relação ao problema do aquecimento global.</p>
<p>As expectativas da comunidade internacional para o encontro são baixas, mas o Brasil chega otimista: país se vê como participante que não só promete, mas que já fez muito.</p>
<div id="attachment_4433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/cop16_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4433" title="cop16_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/cop16_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Brasil chega para a COP16 demonstrando entusiasmo, afirmam especialistas</p></div>
<p>Há um ano, a mensagem era mais dura: a UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) dizia que o debate em Copenhague era a grande chance de salvar o planeta de um futuro caos climático. Yvo de Boer, então secretário-executivo do órgão, falava grosso com os países industrializados: pedia comprometimento e vontade política para transformar o encontro no ponto em que iria &#8220;se parar de falar em tomar atitude e começar a agir&#8221;. O discurso e o cargo de De Boer, porém, se foram.</p>
<p>A impressão coletiva é que o calor e as praias de Cancún não vão amenizar a posição recuada dos líderes mundiais para fechar um acordo efetivo. Desta vez, o tom da costarriquenha Christiana Figueres, atual secretária-executiva da UNFCCC, é mais suave que o de seu predecessor: &#8220;Cancún será um sucesso se as partes se comprometerem. (&#8230;) E eu não vou subestimar os degraus políticos que precisam ser construídos.&#8221;</p>
<p>O Brasil, no entanto, chega para a próxima conferência demonstrando entusiasmo. Num jogo em que tantas peças se movem ao mesmo tempo, a representação brasileira aposta no avanço gradual em todas as áreas: mitigação, adaptação, financiamento e tecnologia.</p>
<p>&#8220;Chegamos a Cancún com uma posição de quem está fazendo muito e exige que os outros também façam. Um país que não está fazendo nada, ou fazendo pouco, fica condescendente com as limitações do outro. Nós não estamos só prometendo para o futuro, mas chegamos com muito já realizado&#8221;, disse a secretária de Mudanças Climáticas, Branca Bastos.</p>
<p><strong>Números na mesa</strong><br />
Há de fato razões para o Brasil chegar de cabeça erguida diante dos demais participantes. O mundo se admirou quando, voluntariamente, ao final de Copenhague, Lula comunicou a meta voluntária de redução de emissões de carbono até 2020 por meio de cinco ações: controle do desmatamento na Amazônia e no Cerrado, siderurgia, energia e agricultura.</p>
<p>No fim de outubro último, Lula anunciou que a meta de redução de 80% do desmatamento na Amazônia será alcançada já em 2016, com quatro anos de antecedência. Mas há confiança de que a redução de até 38,9% das emissões brasileiras, como anunciado na COP 15, acontecerá nas demais áreas diante do boom econômico brasileiro?</p>
<p>&#8220;Tem muita coisa para ser feita no Brasil e a gente vai fazer. O desafio é mudar a mentalidade e pensar sempre sob uma perspectiva de que nós vamos implantar primeiro as ações que possam significar um desenvolvimento de baixo carbono. Não estamos pensando em criar uma restrição ao desenvolvimento, mas criar novas oportunidades de desenvolvimento que sejam de baixo carbono, sem sacrifício da população, sem sacrifício do desenvolvimento&#8221;, declarou Branca Bastos, cuja secretaria é ligada ao Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p><strong>Contabilidade das emissões</strong><br />
Depois de um vácuo de anos, o governo brasileiro apresentou no final de outubro o segundo inventário das emissões nacionais. O relatório mostra que a emissão dos gases do efeito estufa aumentou 60% entre 1990 e 2005, passando de 1,4 gigatoneladas para 2,192 gigatoneladas.</p>
<p>O desmatamento continua sendo a principal fonte de gases: 61% do total de emissões. A agricultura aparece em seguida, com 19%, e o setor de energia é responsável por outros 15%. O inventário anterior trazia os dados de 1990 a 1994.</p>
<p>Segundo a estimativa para o ano de 2009, o Brasil teria emitido 1,775 gigatoneladas de CO2 equivalente, 33% menos que em 2005. A redução do desmatamento na Amazônia nos últimos anos teria provocado a queda nas emissões.</p>
<p><strong>Nem tudo é dinheiro</strong><br />
Estados Unidos e China deverão permanecer como epicentro de resistência às políticas climáticas. &#8220;Por outro lado, a União Europeia, liderada pela Alemanha, está mais preparada para alcançar as metas&#8221;, observa Bartelt, que acompanhará a reunião em Cancún.</p>
<p>Sobre os mecanismos que prevêm dinheiro de países ricos em troca da preservação nos países pobres, o diretor da fundação alemã no Brasil é crítico: &#8220;Não acho que o mercado traga a solução para tudo. Temos que tomar muito cuidado e considerar que os bens comuns, como a floresta e o ar, são coisas que merecem muito mais atenção, que não podem ser contabilizadas para serem preservadas. Eu acho que eles têm que ser preservados porque são bens comuns.&#8221;</p>
<p>A secretária de Mudanças Climáticas tem outra visão. &#8220;<a href="http://www.biosferatv.com.br/programas/cop-10-assina-acordo-da-biodiversidade/">É claro que a remuneração por serviços ambientais, pela biodiversidade, é justificável</a>. Para se manter uma floresta em pé é preciso valorizar a floresta em pé. E para isso é preciso valorizar todos os seus serviços ambientais, todo o seu valor de fato&#8221;, afirma Branca Bastos.</p>
<p>Esse debate deve evoluir em Cancún. Mas o quanto terá que ser pago por cada serviço gratuito que a natureza presta à humanidade, e se isso de fato acontecerá, é algo a ser decidido a longo prazo.</p>
<p>Saiba mais:<br />
O México criou para a Conferência a <em>Climate Change Village</em> (Vila das Mudanças Climáticas), um espaço para diálogos relacionados ao assunto. Confira <a href="http://cc2010.mx/en/villacc/">aqui</a>.</p>
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		<title>EUA vigiarão mudanças ecológicas</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 18:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Estados Unidos devem iniciar em 2011 a montagem de uma das maiores redes de observatórios ecológicos do mundo. Trata-se da National Ecological Observatory Network (Neon &#8211; Rede Nacional de Observação Ecológica), que tem como objetivo reunir dados de experimentos e de observações ecológicas e climáticas feitas em todo o país.
Será a primeira rede do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos devem iniciar em 2011 a montagem de uma das maiores redes de observatórios ecológicos do mundo. Trata-se da <em>National Ecological Observatory Network</em> (Neon &#8211; Rede Nacional de Observação Ecológica), que tem como objetivo reunir dados de experimentos e de observações ecológicas e climáticas feitas em todo o país.</p>
<p>Será a primeira rede do tipo projetada especialmente para identificar e prever mudanças ecológicas em uma escala de décadas. Com custo estimado de US$ 433 milhões (quase 750 milhões de reais), financiados pela <em>National Science Foundation</em> (NSF), a rede terá participação de diversas outras agências e instituições e está em fase final de planejamento.</p>
<div id="attachment_4424" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/neon_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4424" title="neon_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/neon_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">A Neon será a primeira rede do tipo projetada especialmente para identificar e prever mudanças ecológicas</p></div>
<p>“O presidente Barack Obama solicitou a inclusão da Neon no orçamento do país para 2011 e a NSF já autorizou a concessão da verba para o projeto. Só estamos esperando ela ser aprovada no Congresso para iniciar a construção, que deve levar zcinco anos”, disse Michael Keller, ex-cientista-chefe da rede.</p>
<p><em>Confira o vídeo de apresentação da NEON abaixo (em inglês)</em><br />
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<p>“A ideia do projeto é reunir informações que costumam estar muito dispersas e ter extensão espacial limitada, disponibilizando-as o mais rapidamente possível e da melhor forma aos pesquisadores para que eles possam testar seus modelos”, disse o cientista que foi pesquisador visitante na Universidade de São Paulo e integrou o Programa da Grande Esfera-Atmosfera da Amazônia (LBA).</p>
<p>As informações integradas pelo sistema de monitoramento serão disponibilizadas em um site na internet no qual poderão ser acessadas gratuitamente por cientistas de qualquer país.</p>
<p>“Os dados de longo prazo e em escala continental, coletados e fornecidos pela Neon, possibilitarão compreender melhor e fazer previsões em grande escala dos impactos das mudanças climáticas, do uso do solo e da ação de espécies invasivas na biodiversidade”, apontou.</p>
<p><strong>Domínios Ecoclimáticos</strong><br />
Keller explicou que, para realizar a coleta de dados que abastecerão a Neon, o território dos Estados Unidos foi dividido por meio de uma técnica multigeográfica em 20 partes, batizadas de “domínios ecoclimáticos”.</p>
<p>Nesses locais, que representam diferentes tipos de vegetação, geografia, clima e ecossistemas, serão coletadas informações referentes a mais de 500 variáveis definidas pelos cientistas da rede, entre as quais temperatura, pluviometria e diversidade de organismos.</p>
<p>“Em função das restrições orçamentárias do projeto, teremos que medir um grande número de variáveis em poucos lugares. A rede Neon não é um programa de monitoramento tradicional que tem diversas instâncias espaciais”, disse.</p>
<p><strong>Dados abertos</strong><br />
A coleta de dados representará o maior trabalho a ser feito pela rede de observatórios ecológicos. Reunidos, eles formarão um conjunto de 130 mil amostras, entre organismos individuais, partes deles ou tecidos.</p>
<p>As informações serão coletadas por meio de 20 estações de observação fixas e 40 realocáveis, distribuídas pelos 20 domínios ecoclimáticos do país.</p>
<p>Compostas por torres com instrumentos de observação como sensores remotos, as estações fixas permitirão realizar observações sobre os impactos das mudanças climáticas nos ecossistemas. Já as realocáveis, que mudarão de posição em períodos de cinco a dez anos, serão focadas na observação de alterações promovidas na biodiversidade pelo uso da terra e por espécies invasivas.</p>
<p>Para complementar as observações realizadas pelas 60 estações de observação terrestres, também serão utilizadas três plataformas de observação aérea. Os dispositivos medirão propriedades bioquímicas e biofísicas e o tipo de cobertura de vegetação, entre outras características, por meio de instrumentos como espectrômetro de massa.</p>
<p>“Instalaremos três conjuntos desses instrumentos em aeronaves, que realizarão medições nas estações de observação da Neon e em seu redor, em um raio de até 200 ou 300 quilômetros”, disse Keller.</p>
<p>Os dados coletados pelas estações de observação serão analisados em campo ou em um dos dez laboratórios móveis que também integrarão a infraestrutura da Neon.</p>
<p>“Todos os dados serão abertos e fornecidos gratuitamente a cientistas de qualquer região do mundo. Queremos que as informações geradas pela Neon sejam utilizadas e analisadas pelo maior número de pesquisadores para que as previsões ecológicas possam ser as mais exatas possíveis”, afirmou.</p>
<p><strong>Saiba mais</strong><br />
Veja o relatório de sustentabilidade da Neon (em inglês) <a href="http://www.neoninc.org/sites/default/files/2009%20NEON%20Sustainability%20Report.pdf" target="_blank">neste link</a>. E o site da rede pode ser visitado <a href="http://www.neoninc.org/" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp<br />
Imagem: Reprodução</em></p>
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		<title>Fotossíntesse para garantia energética</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 12:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[James Barber]]></category>

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		<description><![CDATA[A melhor solução para os problemas globais de produção de energia já foi desenvolvida, é muito eficiente e vem sendo utilizada há mais de 2 bilhões de anos: a fotossíntese.
A afirmação foi feita por James Barber, professor do Imperial College London, Reino Unido. Além de ser considerado um dos principais pesquisadores no mundo no tema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor solução para os problemas globais de produção de energia já foi desenvolvida, é muito eficiente e vem sendo utilizada há mais de 2 bilhões de anos: a fotossíntese.</p>
<p>A afirmação foi feita por James Barber, professor do Imperial College London, Reino Unido. Além de ser considerado um dos principais pesquisadores no mundo no tema da fotossíntese, Barber é membro da <em>Royal Society of Chemistry</em> e publicou 15 livros e mais de 500 artigos científicos sobre o assunto.</p>
<p>“Imitar a natureza e desenvolver catalisadores capazes de mimetizar a fotossíntese – propiciando uma fonte de energia limpa e praticamente ilimitada – não é um sonho. É uma possibilidade real, contanto que seja feito um esforço internacional multidisciplinar que reúna os cientistas mais talentosos do planeta”, disse.</p>
<div id="attachment_4420" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/folha_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/folha_480.jpg" alt="" title="folha_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4420" /></a><p class="wp-caption-text">Folha artificial seria bem diferente das folhas da natureza, disse o especialista</p></div>
<p>Segundo ele, uma tecnologia capaz de usar a luz do Sol com eficiência semelhante à observada nas plantas seria a solução definitiva para a questão energética. “A quantidade de radiação solar que se precipita no planeta Terra é gigantesca”, afirmou.</p>
<p><strong>Uma hora de sol = energia para o ano todo</strong><br />
“Uma hora de luz solar equivale à totalidade da energia que utilizamos em um ano em todo o mundo. É a maior quantidade de energia disponível. Não há nada que se aproxime disso. É também uma energia que incide sobre praticamente todo o globo. É, portanto, igualmente distribuída. Aprender a usar essa energia seria um salto sem precedentes na história da humanidade”, destacou.</p>
<p>Segundo Barber, a população da Terra consome, a cada ano, 14 terawatts de energia, sendo que a maior parte é proveniente de combustíveis fósseis como petróleo (4,5 terawatts), gás (2,7 terawatts) e carvão (2,9 terawatts).</p>
<p>“Como sabemos, isso é insustentável. Estamos queimando combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial e chegamos a emitir carbono em uma concentração de 360 partes por milhão (ppm). À medida que a população global aumenta de modo exponencial, essa emissão piora. Sabemos que se chegarmos a 550 ppm, haverá mudanças dramáticas no clima do planeta”, afirmou.</p>
<p>Desenvolver uma “folha artificial” seria, segundo ele, a melhor solução a longo prazo. A tecnologia para capturar a energia solar e transformá-la em eletricidade já é bem conhecida: a energia fotovoltaica. Mas, embora seja importante, a energia fotovoltaica não resolve o problema energético.</p>
<p>“A energia fotovoltaica é cara para competir com os baratos combustíveis fósseis. Em segundo lugar, não é suficiente apenas a produção de eletricidade. Precisamos de combustíveis para carros e aviões. O ideal é que tenhamos combustíveis líquidos de alta densidade, como é o caso do petróleo, do gás ou até mesmo dos biocombustíveis”, afirmou.</p>
<p><strong>Folha artificial</strong><br />
A folha artificial, segundo Barber, é uma tecnologia que absorveria energia solar, armazenando-a em bombas químicas e produzindo combustível. “Talvez produza metanol, ou metano. Mas o importante é que teremos um combustível de alta densidade, como o petróleo, que tem uma quantidade incrível de energia armazenada em um pequeno barril”, disse.</p>
<p>“É muito difícil armazenar grandes quantidades de energia em baterias. Ainda não temos a tecnologia para isso. Talvez um dia tenhamos, mas, no momento, acreditamos que armazenar energia em bombas químicas, como a fotossíntese faz, é o ideal”, apontou.</p>
<p>Com o armazenamento em bombas químicas, a energia solar poderia ser guardada, transportada e distribuída. “Esse armazenamento se daria de uma forma mais complexa que a da energia fotovoltaica. O armazenamento é o verdadeiro desafio que temos pela frente para chegar à folha artificial”, afirmou.</p>
<p>A solução desse desafio, no entanto, pode não estar tão distante quanto parece. Para Barber, a vantagem é que a química envolvida com a fotossíntese já foi desenvolvida, testada e aprovada pela natureza.</p>
<p><strong>Ruim para nós, mas não para as plantas</strong><br />
“Conforme queimamos combustíveis fósseis, jogamos dióxido de carbono na atmosfera e isso é ruim para nós. Mas não e ruim para as plantas. Elas gostam de dióxido de carbono. Tanto que usamos o enriquecimento por CO2 em estufas. Então, trata-se de uma química que já existe. As plantas capturam o dióxido de carbono e o convertem novamente em combustível, em moléculas orgânicas”, disse.</p>
<p>A folha artificial, segundo Barber, usará energia da luz para tirar oxigênio da água. Em seguida, o oxigênio servirá para converter o dióxido de carbono novamente em um composto rico em carbono. “Mas, para conseguir isso, teremos que desenvolver a catálise química. É preciso ter uma concepção robusta, usando materiais baratos e funcionando de maneira eficiente, que permita competir com os combustíveis fósseis”, afirmou.</p>
<p><strong>Única alternativa</strong><br />
O pesquisador britânico comparou o desafio do desenvolvimento da folha artificial ao desafio da aviação. “Leonardo da Vinci observou pássaros voando e sabia que o voo era fisicamente possível”, disse.</p>
<p>“Ele tentou desenhar máquinas voadoras. Se olharmos os rascunhos, veremos que ele tentou, sem sucesso, mimetizar o voo de uma ave. No fim, conseguimos voar. Era possível. Há milhões de pessoas voando todos os anos em veículos construídos pelo homem, mas de uma maneira que Da Vinci jamais poderia imaginar”, disse.</p>
<p>Assim como os aviões voam de maneira completamente diferente das aves – embora elas tenham sido a primeira inspiração para os inventores –, as folhas artificiais provavelmente não terão semelhança com as folhas das árvores.</p>
<p>“Não é preciso que se pareça com uma folha. Será uma tecnologia muito diferente da fotossíntese feita por elas. A forma como alcançaremos essa tecnologia poderá ser muito diferente da maneira encontrada pela natureza”, apontou.</p>
<p>Para o cientista do Imperial College London, a folha artificial não foi desenvolvida até agora porque só recentemente se acelerou o avanço do conhecimento a respeito da fotossíntese. Os cientistas não sabiam, por exemplo, como ocorria a quebra da água no processo.</p>
<p>“Hoje existe muito mais informação sobre os processos naturais. Os químicos estão trabalhando na construção de catalisadores artificiais e estão muito mais confiantes para começar a sintetizar”, disse.</p>
<p>“Estamos no caminho do desenvolvimento dessa catálise. Mas, até agora, não tínhamos muitos trabalhos feitos sobre o tema, em nível global. Outro fator limitante é que os combustíveis fósseis dominam. E não houve ênfase em tentar desenvolver outras tecnologias inovadoras para o futuro. O motivo é simples: os combustíveis fósseis são baratos”, afirmou.</p>
<p>Segundo o cientista, a folha artificial é provavelmente mais viável, como solução global, do que as tecnologias limpas com uso de fusão nuclear. “Isso é algo difícil demais para se fazer. Não dá para comparar com a viabilidade da folha artificial, cuja tecnologia já existe”, ressaltou.</p>
<p>“Posso produzir uma amanhã mesmo, usando um aparelho de produção de energia fotovoltaica, combinado com eletrodos de platina, alimentando o equipamento com energia solar, fazendo oxigênio e hidrogênio. Não é um sonho. É uma questão de otimização e de barateamento de produção”, afirmou.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: Site sxc.hu</em></p>
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		<title>Dinamarca quer &#8220;casas verdes&#8221; até 2020</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 00:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas &#8220;verdes&#8221;. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos.
Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas &#8220;verdes&#8221; até 2020.
&#8220;Os dinamarqueses não são do tipo que abraça árvores, mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas &#8220;verdes&#8221;. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos.</p>
<p>Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas &#8220;verdes&#8221; até 2020.</p>
<div id="attachment_4413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/copenhague_01_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/copenhague_01_480.jpg" alt="" title="copenhague_01_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4413" /></a><p class="wp-caption-text"> Governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas ecológicas até 2020</p></div>
<p>&#8220;Os dinamarqueses não são do tipo que abraça árvores, mas a preocupação ambiental está sendo incentivada pelo governo&#8221;, diz Thomas Nordli, consultor da Rockwool (empresa que trabalha com tecnologias limpas para construção civil).</p>
<p>Uma casa &#8220;verde&#8221; custa cerca de 5% a mais do que uma casa comum naquele país. &#8220;Depois de construída, o proprietário só se beneficia e economiza&#8221;, explica o especialista da Rockwool.</p>
<p>Num país frio como a Dinamarca, algumas tecnologias de construção podem reduzir significativamente os custos de aquecimento. Por exemplo, as janelas maiores (para entrar mais luminosidade) e com vidros três vezes mais grossos.</p>
<p>Esses vidros, aliados às paredes com cerca de 50 cm, funcionam como &#8220;cobertor&#8221; para a casa e reduzem os gastos com aquecimento.</p>
<p>&#8220;Essa tecnologia pode ser usada também para resfriamento, em países quentes como o Brasil&#8221;, diz Nordli.</p>
<p>Desde a crise do petróleo da década de 1970, a Dinamarca tem investido em energias alternativas, como biomassa, energia solar e eólica (que hoje representa cerca de 20% da matriz energética do país).</p>
<p><strong>Casas &#8220;verdes&#8221; e habitantes &#8220;bikelovers&#8221;</strong><br />
A Dinamarca divulgou em seu site de turismo um vídeo, falando seus habitantes amam as bicicletas. Confira o clipe.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fiLFHKTz6yA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fiLFHKTz6yA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="306"></embed></object></p>
<p><em>Fonte: Folha de São Paulo<br />
Imagem: Wikimedia</em></p>
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		<title>Banda tem clipe pró-ciclismo</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 23:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[30 seconds to mars]]></category>
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		<description><![CDATA[A banda 30 Seconds to Mars está com um clipe muito bacana, que passa uma mensagem sobre o ativismo pacífico dos ciclistas.
No vídeo Kings and Queens (Reis e Rainhas), centenas de ciclistas rumam noite adentro em direção a uma cidade. Uma vez nela, dominam as ruas.
Em uma das cenas, um dos bikers é atropelado. Todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda <em>30 Seconds to Mars</em> está com um clipe muito bacana, que passa uma mensagem sobre o ativismo pacífico dos ciclistas.</p>
<p>No vídeo <em>Kings and Queens</em> (Reis e Rainhas), centenas de ciclistas rumam noite adentro em direção a uma cidade. Uma vez nela, dominam as ruas.</p>
<div id="attachment_4401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/30sec_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/30seconds_01_480.jpg" alt="" title="30seconds_01_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4401" /></a><p class="wp-caption-text">Clipe mostra centenas de ciclistas rumam noite adentro em direção a uma cidade</p></div>
<p>Em uma das cenas, um dos bikers é atropelado. Todos contemplam o corpo no chão. Mas, em seguida, o rapaz se levanta e continua com seu grupo a trilha. Em outra tomada, um “ativista” atira, fazendo alusão a um coquetel molotov, uma garrafa de vinho, cheia de flores.</p>
<p>Não vou contar mais, para não estragar a surpresa. Então confira aqui o clipe da banda e dê sua opinião para o<strong> BIOSFERA TV</strong> nos comentários! Divirta-se!</p>
<p><object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hTMrlHHVx8A?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/hTMrlHHVx8A?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object></p>
<p>E confira <a href="http://www.biosferatv.com.br/videos/biosfera-de-bike-no-dia-mundial-sem-carro/" target="_blank">o vídeo</a> que o <strong>BIOSFERA TV</strong> fez no Dia Mundial Sem Carros.</p>
<p><em>Imagens: Reprodução</em></p>
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		<title>Workshop sobre estudos em sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 02:36:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[estudo]]></category>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de sensibilizar a comunidade científica a respeito dos chamados programas de estudos de longa duração sobre biodiversidade, o Programa Biota-FAPESP realizará, no próximo dia 23 de novembro, em São Paulo, o International Workshop on Long-term Studies on Biodiversity (Workshop Internacional de Estudos de Longa Duração em Biodiversidade).
Tendência em vários países, os estudos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de sensibilizar a comunidade científica a respeito dos chamados programas de estudos de longa duração sobre biodiversidade, o Programa Biota-FAPESP realizará, no próximo dia 23 de novembro, em São Paulo, o<em> International Workshop on Long-term Studies on Biodiversity</em> (Workshop Internacional de Estudos de Longa Duração em Biodiversidade).</p>
<div id="attachment_4395" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/sapo_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/sapo_480.jpg" alt="" title="sapo_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4395" /></a><p class="wp-caption-text">Workshop visa mostrar vantagens de estudos de longo período da sustentabilidade</p></div>
<p>Tendência em vários países, os estudos de longa duração possibilitam entendimento – em escalas espacial e de tempo mais amplas – dos processos biológicos e humanos que determinam o padrão de distribuição e abundância de espécies.</p>
<p>Programas de pesquisa que durem mais de dois ou três anos ainda são poucos no Brasil e em São Paulo. Além disso, a falta de integração dos estudos, a sobreposição de projetos em um mesmo sítio e ausência em outros limitam o entendimento dos impactos que as mudanças ocorridas em determinado local podem provocar em outros.</p>
<p>“Fazer pesquisa de longa duração em documentação e conservação da biodiversidade implica mudanças na maneira de fazer pesquisa, por parte do pesquisador, desde a escolha do bioma a investigar até a forma de sistematizar e compartilhar dados. Já por parte das agências de fomento, é necessário criar programas em que a dimensão temporal esteja formalmente prevista e planejada”, disse Luciano Verdade, professor da Universidade de São Paulo (USP) e membro da coordenação do Biota-FAPESP.</p>
<p><strong>Temas</strong><br />
No workshop, Penelope Firth, da Divisão de Biologia Ambiental da <em>National Science Foundation</em>, dos Estados Unidos, apresentará a palestra <em>Dimensions on Biodiversity</em> (Dimensões da Biodiversidade), sobre o programa de documentação da biodiversidade financiado pela agência. O programa de longa duração sobre processos ecológicos <em>National Ecological Observatory Network</em> (NEON &#8211; Rede de Observação Ecológica Nacional), também financiado pela NSF, será o tema da palestra de Michael Keller.</p>
<p>Flávia Costa, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), falará sobre o Programa de Pesquisa em Biodiversidade (PPBio), coordenado por ela. O programa do Ministério da Ciência e Tecnologia, de abrangência nacional, aborda um grande número de sítios de estudos de biodiversidade com padronização amostral e um banco de dados aberto à sociedade.</p>
<p>O workshop será realizado no Espaço APAS (Associação Paulista de Supermercados), rua Pio XI, 1.200, Alto da Lapa.</p>
<p>Inscrições, programação e mais informações sobre o workshop <a href="www.fapesp.br/biota/evento/longterm">neste link</a>. </p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp<br />
Imagem: Roberto Valdes / Site SXC.hu</em></p>
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		<title>Webcast do Relatório WWF Planeta Vivo</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Nov 2010 18:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira aqui o vídeo (em inglês) do relatório da WWF Planeta Vivo, divulgado no BIOSFERA TV mês passado. O relatório mostrou que o consumo dos recursos naturais do planeta já supera o limite de  da Terra. Neste ritmo, já é necessária 1,5 Terra para suprir toda a necessidade da espécie humana.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira aqui o vídeo (em inglês) do relatório da <a href="http://www.biosferatv.com.br/manchete/humanos-consomem-uma-terra-e-meia-diz-relatorio/" target="_blank">WWF Planeta Vivo</a>, divulgado no BIOSFERA TV mês passado. O relatório mostrou que o consumo dos recursos naturais do planeta já supera o limite de  da Terra. Neste ritmo, já é necessária 1,5 Terra para suprir toda a necessidade da espécie humana.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/15832563?byline=0&amp;portrait=0" width="480" height="270" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Vídeo &#8220;História dos Eletrônicos&#8221; é lançado</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 12:51:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vídeo Story of Electronics (A História dos Eletrônicos), o mais novo vídeo da série de Annie Leonard Story of Stuff (A História das Coisas) foi lançado nesta terça feira (09).
No vídeo, Annie explica como o pensamento equivocado da indústria de eletrônicos não só cria um ciclo de descarte constante, como também prejudica a saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo <em>Story of Electronics</em> (A História dos Eletrônicos), o mais novo vídeo da série de Annie Leonard <em>Story of Stuff</em> (A História das Coisas) foi lançado nesta terça feira (09).</p>
<p>No vídeo, Annie explica como o pensamento equivocado da indústria de eletrônicos não só cria um ciclo de descarte constante, como também prejudica a saúde de pessoas que reciclem esse material de forma errada, sem equipamentos de proteção.</p>
<div id="attachment_4342" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eletronicos_03_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4342" title="eletronicos_03_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eletronicos_03_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Annie explica como o pensamento equivocado da indústria de eletrônicos</p></div>
<p>Segundo Leonard, as empresas desconfiguraram a Lei de Moore (a velocidade de processamento dos microcircuitos tende a dobrar há cada 18 meses), utilizando-a para criar uma linha de produtos que fica rapidamente obsoleta em um curto prazo. Outro grande problema apontado no filme é também o envio de e-lixo para países de baixa renda.</p>
<div id="attachment_4341" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eletronicos_02_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4341" title="eletronicos_02_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eletronicos_02_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">O vídeo mostra que peças descartadas acabam muitas vezes em países pobres</p></div>
<p>A apresentadora sugere que a sociedade faça sua parte e se mobilize em prol de produtos mais duráveis, mais facilmente recicláveis e com menos produtos químicos. Nas palavras de Annie, um &#8220;esverdeamento&#8221; da Lei de Moore.</p>
<div id="attachment_4340" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eletronicos_01_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4340" title="eletronicos_01_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/eletronicos_01_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Utilização de produtos químicos nocivos é um dos pontos abordados no vídeo</p></div>
<p>Confira o vídeo (em inglês) aqui:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="295" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sW_7i6T_H78?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="295" src="http://www.youtube.com/v/sW_7i6T_H78?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Você pode ajudar</strong><br />
O <strong>BIOSFERA TV</strong> já mostrou aqui iniciativas de reciclagem de e-lixo, como um<a href="http://www.biosferatv.com.br/noticias/poliusp-cria-laboratorio-de-sustentabilidade/" target="_blank"> projeto elaborado pela USP</a>. Existem também diversas operadoras de telefonia que recolhem celulares e gadgets antigos para reciclagem.</p>
<p>Como visto no filme, a ideia é se informar, e descobrir se esse material será reciclado ou simplesmente exportado para países pobres.</p>
<p><em>Imagens: Reprodução</em></p>
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