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	<title>BIOSFERA TV &#187; energia</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>Cana ajuda a resfriar clima local</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 14:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima local.
O estudo, publicado na revista Nature Climate Change, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima local.</p>
<p>O estudo, publicado na revista <em>Nature Climate Change</em>, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que essas liberam água e à reflexão da luz solar de volta ao espaço.</p>
<p>O trabalho procurou quantificar os efeitos diretos no clima da expansão da cana-de-açúcar em áreas de outras culturas ou de pecuária no Cerrado brasileiro. Foram utilizadas centenas de imagens feitas por satélites que cobriram uma área de quase 2 milhões de metros quadrados. Os cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.</p>
<div id="attachment_4676" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento3_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento3_480.jpg" alt="" title="cana_resfriamento3_480" width="500" height="694" class="size-full wp-image-4676" /></a><p class="wp-caption-text">Cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração</p></div>
<p>“Verificamos que a mudança da vegetação natural para plantações e pastos resulta no aquecimento local porque as novas culturas liberam menos água. Mas a cana-de-açúcar é mais refletiva e também libera mais água, de forma parecida com a da vegetação natural”, disse Scott Loarie, coordenador do estudo.</p>
<p>“Trata-se de um benefício duplo para o clima: usar cana-de-açúcar para mover veículos reduz as emissões de carbono, enquanto o cultivo da planta faz cair a temperatura local”, destacou.</p>
<p>Os cientistas calcularam que a conversão da vegetação natural do Cerrado para a implantação de culturas agrícolas ou de pecuária resultou em aquecimento médio de 1,55º C. A troca subsequente para a cana-de-açúcar levou a uma queda na temperatura do ar local de 0,93º, resultando no aumento líquido de 0,6º C.</p>
<div id="attachment_4675" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento2_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento2_480.jpg" alt="" title="cana_resfriamento2_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4675" /></a><p class="wp-caption-text">Autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos</p></div>
<p>Os autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos, e não em áreas convertidas da vegetação natural.</p>
<p>Em resumo, a cana tem vantagens nesse ponto em relação a outras culturas ou pasto, mas o melhor é manter o Cerrado, uma vez que a substituição desse bioma pela cana ou outra cultura leva ao aumento regional de temperatura.</p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp<br />
Imagem: Reprodução site</em></p>
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		<title>Um mundo com energia limpa em 2050</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 18:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após dois anos de elaboração, o Relatório de Energia, lançado globalmente pela WWF, revela novas perspectivas sobre as necessidades globais de energia e transporte e na disponibilização de energia adequada e segura para todos.
O documento sugere que  a redução de emissões de carbono em cerca de 80% até 2050, mantendo o aquecimento do planeta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após dois anos de elaboração, o Relatório de Energia, lançado globalmente pela WWF, revela novas perspectivas sobre as necessidades globais de energia e transporte e na disponibilização de energia adequada e segura para todos.</p>
<p>O documento sugere que  a redução de emissões de carbono em cerca de 80% até 2050, mantendo o aquecimento do planeta abaixo dos 2ºC, será possível.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/energy_rep_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/energy_rep_480.jpg" alt="" title="energy_rep_480" width="480" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-4593" /></a></p>
<p>“Se continuarmos a depender de combustíveis fósseis, vamos enfrentar um futuro de incertezas crescentes sobre custos, segurança e mudanças climáticas”, declarou Jim Leape, diretor geral do WWF. “Estamos oferecendo um cenário alternativo – muito mais promissor e inteiramente viável”.</p>
<p>“O relatório demonstra que o planeta pode, sim, ter economias vivas e energia limpa, barata e renovável, nos próximos quarenta anos”, disse Denise Hamú, secretária geral do WWF-Brasil.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sunset_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/sunset_480.jpg" alt="" title="sunset_480" width="480" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-4592" /></a></p>
<p><strong>Futuro otimista</strong><br />
Dividido em duas partes, o relatório contém análise e cenário detalhados, apresentados pela Ecofys e uma avaliação do WWF.  O documento demonstra que, até 2050, as necessidades de eletricidade, transporte, energia industrial e doméstica, poderiam ser supridas com uso apenas residual e localizado de combustíveis fósseis e nucleares, reduzindo drasticamente as incertezas quando à segurança energética, poluição e às catastróficas mudanças climáticas.</p>
<p>Eficiência energética em edificações, veículos e indústria seria um ingrediente chave, ao lado de uma geração de energia elétrica de forma renovável e fornecida por meio de smart grids (redes inteligentes), para fazer frente ao aumento da demanda mundial por eletricidade.</p>
<p>De acordo com a visão desenhada pela consultoria, em 2050, a demanda total de energia será 15% menor do que em 2005, a despeito do crescimento da população, da indústria, das necessidades de transporte, e a energia estará sendo fornecida àqueles que hoje não se beneficiam dela.  O mundo não mais dependerá de carvão ou fontes nucleares, enquanto regras e cooperação internacionais limitarão o dano ambiental potencial representado pela produção de biocombustíveis e hidrelétricas.</p>
<p>“Neste relatório, não estamos deliberadamente assumindo metas extravagantes sobre os benefícios das tecnologias que ainda virão, disse o diretor da Ecofys, Kees van der Leun. “Trata-se de uma estimativa moderada sobre a energia renovável da qual poderemos desfrutar em 2050. A Ecofys entende que as soluções para o desafio energético global estão ao alcance das nossas mãos. Existem inúmeros sistemas que usam energia de forma mais eficiente, o que nos permite administrar as atuais fontes de energia mais cuidadosamente. Além do mais, entendemos as oportunidades de uso de uma enorme quantidade de energia sustentável que nos cerca”. </p>
<p><strong>4 trilhões de euros a menos</strong><br />
O fornecimento de energia confiável, barata e limpa na escala necessária demandará um esforço mundial, similar à resposta do mundo à crise financeira global. Mas os benefícios seriam muito maiores no longo prazo, e a economia realizada com custos mais baixos em energia irá equilibrar o total de novos investimentos em energia renovável e eficiência energética até 2040.  E mais: a economia de recursos financeiros em relação à maneira tradicional de produzir energia será de cerca de quatro trilhões de euros até 2050.</p>
<p>Outros benefícios virão da prevenção de conflitos relacionados à segurança energética, desastres ambientais e à escassez de recursos decorrentes da redução da disponibilidade de combustíveis fósseis e dos desafios ambientais e políticos.</p>
<p>O cenário do Relatório da Energia permitiria assistirmos a uma redução de mais de 80% nas emissões de carbono até 2050, elevando o grau de confiança de que o aquecimento global seria mantido abaixo dos 2ºC. “Viveremos de forma diferente, mas viveremos bem”, disse Jim Leape. “Temos que fornecer energia a todos sem colocar em risco nosso planeta e, isto, nosso relatório mostra que é possível”.</p>
<p><strong>Brasil na frente</strong><br />
O fato de o Brasil produzir eletricidade a partir de hidrelétricas dá ao país certa vantagem competitiva rumo à concretização da visão da consultoria <em>Ecofys</em>. “Entretanto, não podemos nos acomodar, porque estamos sujando nossa matriz energética e claramente temos oportunidades de diversificação de nossas fontes, com mais investimentos eficiência energética e em energias renováveis modernas, como a eólica, solar e solar-térmica”, avaliou Carlos Rittl, coordenador do programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil.</p>
<p>Rittl destaca ainda que a demanda mundial por bioenergia irá crescer muito. Como os biocombustíveis serão uma parte cada vez mais importante na matriz energética mundial, cabe ao Brasil fazer sua expansão neste setor, seguindo critérios rigorosos de sustentabilidade, sem pressão sobre os ecossistemas naturais.</p>
<p> “Além disso, o Brasil precisa ser muito responsável sobre o uso e investimentos para extração do petróleo da camada pré-sal. Os custos das energias renováveis modernas estão em queda, enquanto que os do petróleo estão em ascensão. O mundo está cada vez atento a cada tonelada de gases de efeito estufa jogada na atmosfera e seus impactos no aquecimento global”, disse Carlos Rittl.</p>
<p>Confira o relatório (em inglês) neste <a href="http://wwf.panda.org/what_we_do/footprint/climate_carbon_energy/energy_solutions/renewable_energy/sustainable_energy_report/choices/">link</a>.</p>
<p><em>Fonte: WWF<br />
Imagem: </em></p>
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		<title>Quantos painéis solares para abastecer o mundo?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Dec 2010 00:35:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantos painéis solares seriam necessários para abastecer todo o mundo com energia grátis e limpa? Se você pensou em algo como toda a superfície da África, se enganou.
Segundo especialistas do site Gizmodo (um site especializado em tecnologia), bastaria uma superfície de menos de 500 mil quilômetros quadrados (496.905, especificamente), menos do que a área total [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quantos painéis solares seriam necessários para abastecer todo o mundo com energia grátis e limpa? Se você pensou em algo como toda a superfície da África, se enganou.</p>
<div id="attachment_4440" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/solar_panel_2.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/solar_panel_2.jpg" alt="" title="solar_panel_2" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4440" /></a><p class="wp-caption-text">Qual será a superfície necessária para abastecer o mundo com energia solar?</p></div>
<p>Segundo especialistas do site Gizmodo (um site especializado em tecnologia), bastaria uma superfície de menos de 500 mil quilômetros quadrados (496.905, especificamente), menos do que a área total da Espanha.</p>
<p>A área, distribuída pelos desertos do mundo, garantiria energia ilimitada 24 horas por dia</p>
<p>Confira o link para a imagem (em inglês) <a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/solar-panels.jpg">aqui</a>. </p>
<p><em>Fonte: Gizmodo<br />
Imagem: Reprodução</em></p>
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		<title>Fotossíntesse para garantia energética</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 12:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A melhor solução para os problemas globais de produção de energia já foi desenvolvida, é muito eficiente e vem sendo utilizada há mais de 2 bilhões de anos: a fotossíntese.
A afirmação foi feita por James Barber, professor do Imperial College London, Reino Unido. Além de ser considerado um dos principais pesquisadores no mundo no tema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A melhor solução para os problemas globais de produção de energia já foi desenvolvida, é muito eficiente e vem sendo utilizada há mais de 2 bilhões de anos: a fotossíntese.</p>
<p>A afirmação foi feita por James Barber, professor do Imperial College London, Reino Unido. Além de ser considerado um dos principais pesquisadores no mundo no tema da fotossíntese, Barber é membro da <em>Royal Society of Chemistry</em> e publicou 15 livros e mais de 500 artigos científicos sobre o assunto.</p>
<p>“Imitar a natureza e desenvolver catalisadores capazes de mimetizar a fotossíntese – propiciando uma fonte de energia limpa e praticamente ilimitada – não é um sonho. É uma possibilidade real, contanto que seja feito um esforço internacional multidisciplinar que reúna os cientistas mais talentosos do planeta”, disse.</p>
<div id="attachment_4420" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/folha_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/folha_480.jpg" alt="" title="folha_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4420" /></a><p class="wp-caption-text">Folha artificial seria bem diferente das folhas da natureza, disse o especialista</p></div>
<p>Segundo ele, uma tecnologia capaz de usar a luz do Sol com eficiência semelhante à observada nas plantas seria a solução definitiva para a questão energética. “A quantidade de radiação solar que se precipita no planeta Terra é gigantesca”, afirmou.</p>
<p><strong>Uma hora de sol = energia para o ano todo</strong><br />
“Uma hora de luz solar equivale à totalidade da energia que utilizamos em um ano em todo o mundo. É a maior quantidade de energia disponível. Não há nada que se aproxime disso. É também uma energia que incide sobre praticamente todo o globo. É, portanto, igualmente distribuída. Aprender a usar essa energia seria um salto sem precedentes na história da humanidade”, destacou.</p>
<p>Segundo Barber, a população da Terra consome, a cada ano, 14 terawatts de energia, sendo que a maior parte é proveniente de combustíveis fósseis como petróleo (4,5 terawatts), gás (2,7 terawatts) e carvão (2,9 terawatts).</p>
<p>“Como sabemos, isso é insustentável. Estamos queimando combustíveis fósseis desde a Revolução Industrial e chegamos a emitir carbono em uma concentração de 360 partes por milhão (ppm). À medida que a população global aumenta de modo exponencial, essa emissão piora. Sabemos que se chegarmos a 550 ppm, haverá mudanças dramáticas no clima do planeta”, afirmou.</p>
<p>Desenvolver uma “folha artificial” seria, segundo ele, a melhor solução a longo prazo. A tecnologia para capturar a energia solar e transformá-la em eletricidade já é bem conhecida: a energia fotovoltaica. Mas, embora seja importante, a energia fotovoltaica não resolve o problema energético.</p>
<p>“A energia fotovoltaica é cara para competir com os baratos combustíveis fósseis. Em segundo lugar, não é suficiente apenas a produção de eletricidade. Precisamos de combustíveis para carros e aviões. O ideal é que tenhamos combustíveis líquidos de alta densidade, como é o caso do petróleo, do gás ou até mesmo dos biocombustíveis”, afirmou.</p>
<p><strong>Folha artificial</strong><br />
A folha artificial, segundo Barber, é uma tecnologia que absorveria energia solar, armazenando-a em bombas químicas e produzindo combustível. “Talvez produza metanol, ou metano. Mas o importante é que teremos um combustível de alta densidade, como o petróleo, que tem uma quantidade incrível de energia armazenada em um pequeno barril”, disse.</p>
<p>“É muito difícil armazenar grandes quantidades de energia em baterias. Ainda não temos a tecnologia para isso. Talvez um dia tenhamos, mas, no momento, acreditamos que armazenar energia em bombas químicas, como a fotossíntese faz, é o ideal”, apontou.</p>
<p>Com o armazenamento em bombas químicas, a energia solar poderia ser guardada, transportada e distribuída. “Esse armazenamento se daria de uma forma mais complexa que a da energia fotovoltaica. O armazenamento é o verdadeiro desafio que temos pela frente para chegar à folha artificial”, afirmou.</p>
<p>A solução desse desafio, no entanto, pode não estar tão distante quanto parece. Para Barber, a vantagem é que a química envolvida com a fotossíntese já foi desenvolvida, testada e aprovada pela natureza.</p>
<p><strong>Ruim para nós, mas não para as plantas</strong><br />
“Conforme queimamos combustíveis fósseis, jogamos dióxido de carbono na atmosfera e isso é ruim para nós. Mas não e ruim para as plantas. Elas gostam de dióxido de carbono. Tanto que usamos o enriquecimento por CO2 em estufas. Então, trata-se de uma química que já existe. As plantas capturam o dióxido de carbono e o convertem novamente em combustível, em moléculas orgânicas”, disse.</p>
<p>A folha artificial, segundo Barber, usará energia da luz para tirar oxigênio da água. Em seguida, o oxigênio servirá para converter o dióxido de carbono novamente em um composto rico em carbono. “Mas, para conseguir isso, teremos que desenvolver a catálise química. É preciso ter uma concepção robusta, usando materiais baratos e funcionando de maneira eficiente, que permita competir com os combustíveis fósseis”, afirmou.</p>
<p><strong>Única alternativa</strong><br />
O pesquisador britânico comparou o desafio do desenvolvimento da folha artificial ao desafio da aviação. “Leonardo da Vinci observou pássaros voando e sabia que o voo era fisicamente possível”, disse.</p>
<p>“Ele tentou desenhar máquinas voadoras. Se olharmos os rascunhos, veremos que ele tentou, sem sucesso, mimetizar o voo de uma ave. No fim, conseguimos voar. Era possível. Há milhões de pessoas voando todos os anos em veículos construídos pelo homem, mas de uma maneira que Da Vinci jamais poderia imaginar”, disse.</p>
<p>Assim como os aviões voam de maneira completamente diferente das aves – embora elas tenham sido a primeira inspiração para os inventores –, as folhas artificiais provavelmente não terão semelhança com as folhas das árvores.</p>
<p>“Não é preciso que se pareça com uma folha. Será uma tecnologia muito diferente da fotossíntese feita por elas. A forma como alcançaremos essa tecnologia poderá ser muito diferente da maneira encontrada pela natureza”, apontou.</p>
<p>Para o cientista do Imperial College London, a folha artificial não foi desenvolvida até agora porque só recentemente se acelerou o avanço do conhecimento a respeito da fotossíntese. Os cientistas não sabiam, por exemplo, como ocorria a quebra da água no processo.</p>
<p>“Hoje existe muito mais informação sobre os processos naturais. Os químicos estão trabalhando na construção de catalisadores artificiais e estão muito mais confiantes para começar a sintetizar”, disse.</p>
<p>“Estamos no caminho do desenvolvimento dessa catálise. Mas, até agora, não tínhamos muitos trabalhos feitos sobre o tema, em nível global. Outro fator limitante é que os combustíveis fósseis dominam. E não houve ênfase em tentar desenvolver outras tecnologias inovadoras para o futuro. O motivo é simples: os combustíveis fósseis são baratos”, afirmou.</p>
<p>Segundo o cientista, a folha artificial é provavelmente mais viável, como solução global, do que as tecnologias limpas com uso de fusão nuclear. “Isso é algo difícil demais para se fazer. Não dá para comparar com a viabilidade da folha artificial, cuja tecnologia já existe”, ressaltou.</p>
<p>“Posso produzir uma amanhã mesmo, usando um aparelho de produção de energia fotovoltaica, combinado com eletrodos de platina, alimentando o equipamento com energia solar, fazendo oxigênio e hidrogênio. Não é um sonho. É uma questão de otimização e de barateamento de produção”, afirmou.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: Site sxc.hu</em></p>
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		<title>Estudo da Unesp evita perdas de energia</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 03:15:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) criou uma metodologia e um software para auxiliar as companhias de distribuição elétrica a identificar os pontos mais vulneráveis das perdas de energia pelo sistema do país. Atualmente, cerca de 18% da eletricidade produzida no Brasil é perdida entre a usina geradora e as tomadas nas casas dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) criou uma metodologia e um software para auxiliar as companhias de distribuição elétrica a identificar os pontos mais vulneráveis das perdas de energia pelo sistema do país. Atualmente, cerca de 18% da eletricidade produzida no Brasil é perdida entre a usina geradora e as tomadas nas casas dos consumidores. Isso equivale à geração de uma usina de porte médio, com capacidade de 3.400 MW.</p>
<div id="attachment_2265" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/05/energia02.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/05/energia02.jpg" alt="" title="energia02" width="480" height="280" class="size-full wp-image-2265" /></a><p class="wp-caption-text">Entre 10% e 12% da produção elétrica no país é perdida na distribuição.</p></div>
<p>Para identificar as perdas, é preciso quantificar a diferença entre a energia recebida nas subestações e a quantidade saída da usina. Isso é feito de duas maneiras, cada qual com suas vantagens e desvantagens. Antonio Padilha Feltrin, coordenador do estudo elaborado pelo Departamento de Engenharia Elétrica do campus de Ilha Solteira da Unesp, explica: “Os sistemas disponíveis mais completos envolvem tantas informações que são inviáveis para se aplicar com frequência. Por outro lado, os sistemas mais simples podem ser empregados periodicamente, mas são incompletos e subestimam perdas”, aponta.</p>
<p>O dilema da equipe foi reunir as vantagens dos dois tipos de aplicativos sem reproduzir as desvantagens. Para isso, a nova metodologia desenvolvida resultou em um software que reduz o trabalho braçal de levantamento e inserção de dados e apresenta resultados após algumas horas.</p>
<div id="attachment_2264" class="wp-caption alignnone" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/05/energia01.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/05/energia01.jpg" alt="" title="energia01" width="480" height="280" class="size-full wp-image-2264" /></a><p class="wp-caption-text">furtos de energia conhecidos popularmente como “gatos” também causam perdas elétricas.</p></div>
<p>Feltrin, porém, explica que zerar perdas é impossível, mas o índice brasileiro pode ser bastante reduzido se forem tomadas medidas precisas. No entanto, qualquer plano de ação depende do levantamento de uma enorme quantidade de informações. O estudo contou com a colaboração de uma companhia de distribuição de energia do interior paulista para o compartilhamento de dados técnicos.</p>
<p>O grupo pretende agora aprimorar o programa, inserindo probabilidades de ocorrência. “Com isso, aumentaremos a qualidade dos resultados. Em vez de dar apenas um número, diremos qual é a faixa de precisão”, disse Padilha. </p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagens: site SXC.hu</em></p>
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		<title>África e seu potencial para bioenergia</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 13:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A convenção africana do Global Sustainable Bioenergy Project (GSB), realizada em Stellenbosch, na África do Sul, de 17 a 19 de março, resultou na publicação de uma resolução. No texto, especialistas presentes na reunião destacam o potencial do continente para a produção em bioenergia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A convenção africana do <a href="http://engineering.dartmouth.edu/gsbproject/">Global Sustainable Bioenergy Project (GSB)</a>, realizada em Stellenbosch, na África do Sul, de 17 a 19 de março, resultou na publicação de uma resolução. No texto, especialistas presentes na reunião destacam o potencial do continente para a produção em bioenergia.</p>
<p>O documento pondera sobre a necessidade de se desenvolver urgentemente “uma visão para a bioenergia na África”, que leve em conta os desafios do continente, tais como pobreza, segurança alimentar, desenvolvimento econômico, saúde e segurança energética.</p>
<div id="attachment_1306" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/africa.jpg"><img class="size-medium wp-image-1306" title="continente-africano2" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/africa-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Continente africano tem potencial para a produção de biomassa, segundo resolução da convenção.</p></div>
<p>“À medida que o mundo considera caminhos para o futuro sustentável e o papel da bionergia nesse contexto, a África apresenta recursos importantes e quer ser um parceiro ativo nesse processo, mas, para isso, será preciso garantir que o desenvolvimento da bioenergia seja implementado de modo a responder a necessidades humanas críticas. Um mundo sustentável exige uma África sustentável”, destacou a resolução (a seguir o texto completo, traduzido pelo <strong>BIOSFERA</strong>).</p>
<p>Nesta terça-feira (23/03), na sede da FAPESP em São Paulo, tem início a convenção latino-americana do GSB, reunindo alguns dos principais especialistas no mundo em bioenergia. A reunião visa buscar resoluções para que, no futuro, a produção de bioenergia sustentável seja feita em larga escala – definindo estratégias para implementação de políticas públicas.</p>
<p>O projeto GSB é composto, em sua primeira fase, por uma série de cinco convenções internacionais. Cada uma tem o objetivo de fornecer uma plataforma para oportunidades, desafios e preocupações regionais e transnacionais relacionados à bioenergia.</p>
<p>A convenção em São Paulo é a terceira. Em seguida, será realizada outra na Universidade Tecnológica da Malásia, na cidade de Skudai, em junho, e a última na Universidade de Minneapolis, Estados Unidos, em setembro.</p>
<p>O evento é aberto e será em inglês, com tradução simultânea para o português. Mais informações sobre o evento e o projeto <a href="www.fapesp.br/gsb">aqui</a> ou pelos telefones (11) 3838-4216 / 3838-4006.  Inscrições podem ser feitas <a href="http://www.pontocomm.com.br/fapesp/gsb/convrsvp.asp">nesse link</a>.</p>
<p><strong>Resolution on Sustainable Bioenergy for Africa<br />
African Convention of the Global Sustainable Bioenergy Project</strong><br />
<em>Resolução em Bioenergia Sustentável para a África &#8211; Convenção africana do GSB</em></p>
<p>As the world considers paths to a sustainable future and the role of bioenergy in this context, Africa brings important assets and wants to be an active partner but needs to ensure that bioenergy development is implemented in a way that is responsive to critical human needs. A sustainable globe requires a sustainable Africa.</p>
<p><em>Com o mundo considerando caminhos para um futuro sustentável juntamente com o papel da bioenergia, a África traz ativos importantes e deseja ser uma parceira ativa, mas necessita assegurar que o desenvolvimento da bioenergia seja implementado de forma correta às necessidades humanas. Um planeta sustentável requer uma África sustentável.</em></p>
<p>The geographical potential of Africa to produce plant biomass is at least as large as any other continent, and far exceeds the requirements for food and basic needs for the African population. This situation gives rise to an opportunity to use agriculture and forestry to produce in addition to food, bioenergy (transport or domestic fuels or electricity) using clean and efficient biomass conversion technologies. Such bioenergy production could offer very large benefits. These include sustainable sources of energy to serve the needs of rural and urban communities,foster development of the industrial sector, reduction of greenhouse gas emissions, agricultural infrastructure development, land restoration, and ecologically healthy landscapes.</p>
<p><em>O potencial geográfico da África em produzir biomassa de plantas é tão grande quanto qualquer outro continente, e excede em muito os requisitos de alimento e necessidades básicas da população africana. Essa situação abre espaço para a utilização da agricultura e silvicultura para produzir, em adição à comida, bioenergia (combustíveis para transportes, para uso doméstico ou eletricidade) utilizando tecnologias de conversão de biomassa eficientes e limpas. Tal produção de bioenergia pode oferecer grandes benefícios, incluindo a criação de fontes de energia para as necessidades rurais e urbanas, fomento para o desenvolvimento do setor industrial, redução das emissões de gases de efeito estufa, desenvolvimento de infraestrutura agrícola, restauração de terras e paisagens ecologicamente saudáveis. </em></p>
<p>Africa faces urgent human challenges associated with an interconnected set of issues involving poverty, food security, economic development, gender issues, health, and energy security. Energy security is often interpreted at an international level, but when women and girls spend most of their days gathering firewood it has a much more local dimension. Bioenergy has clear potential to be developed in ways that contribute positively to meeting these challenges, including enhancing food security. However, bioenergy could also be developed in ways that exacerbate these challenges. A vision for bioenergy in Africa that is responsive to African challenges needs to be developed urgently.</p>
<p><em>A África enfrenta desafios humanitários, associados a uma série de problemas envolvendo miséria, segurança de alimentos, desenvolvimento, problemas raciais, saúde e segurança energética. Segurança energética é frequentemente interpretada em um nível internaional, mas quando mulheres e moças passam a maior parte dos seus dias juntando gravetos para fogueira, a dimensão se dá de forma muito mais local. A bioenergia tem potencial de ser desenvolvida de maneiras que contribuem positivamente em confrontar esses desafios, incluindo o aumento da segurança de alimentos. A bioenergia, contudo, pode também ser desenvolvida em maneiras que exacerbem tais desafios. Uma visão para a bioenergia na África que responda aos desafios africanos necessita ser desenvolvida urgentemente.</em></p>
<p>Actions need to be taken to ensure that Africa benefits along the full value chain of bioenergy supply and utilization. These include, among many worthy actions, development of:</p>
<p><em>Ações necessitam ser tomadas para garantir que a África beneficie-se ao longo do tempo da cadeia de valor do suprimento e utilização de bioenergia. Isso inclui, entre outras ações de valor, o desenvolvimento do:</em></p>
<p>1)	More analysis, understanding, and consensus on the potential of bioenergy to realize a sustainable Africa;</p>
<p><em>Mais análise, entendimento e consenso do potencial da bioenergia a ser percebida para uma África sustentável;</em></p>
<p>2)	An accessible information platform using latest IT and mapping technology to provide information about the potential and specific aspects of bioenergy;</p>
<p><em>Uma plataforma de informações acessível, utilizando modernas tecnologias de informação e o mapeamento tecnológico para prover informações sobre o potencial e os aspectos específicos da bioenergia;</em></p>
<p>3)	African scaleable demonstration projects using latest state of the art technologies and African raw materials for learning perspectives e.g. training to strengthen local manpower;</p>
<p><em>Projetos com demonstrações escalonáveis do continente, utilizando tecnologias e materiais brutos para o aprendizado de perspectivas, treinando e fortalecendo a força de trabalho local;</em></p>
<p>4)	Needed human capacity and career opportunities, including creating an African intellectual base, reducing brain drain, and engaging existing African traditional knowledge systems;</p>
<p><em>Necessidade de oportunidades de carreira e capacidade humana, incluindo a criação de uma base intelectual africana, reduzindo a &#8220;drenagem cerebral&#8221; e engajando-se no sistema de conhecimento tradicional africano já existente;</em></p>
<p>5)	The institutional resources to foster coordination across Africa for stakeholder interaction, and suitable strategies, policies, and initiatives;</p>
<p><em>Recursos institucionais para fomentar a coordenação por toda a África, para interações com partes interessadas, e estratégias, políticas e iniciativas;</em></p>
<p>6)	Pilot projects to show best practices in energy efficiency and resource protection in transport, electricity supply, cooking, and other household needs;</p>
<p><em>Projetos-piloto para mostrar as melhores práticas em eficiência energética e proteção de recursos em transporte, eletricidade, suprimento, culinária e outras necessidades domésticas;</em></p>
<p>7)	International, regional and local policies on trade, aid, land tenure, and development need to be aligned now to develop integrated value chains of agriculture and forestry for food and bioenergy in Africa. Bioenergy is one of the most cost effective solutions for a global sustainable low carbon energy future. This future demands sustainable agriculture and forestry in Africa to supply food and bioenergy in support of Africa and the world.</p>
<p><em>Políticas internacionais, regionais e locais em comércio, ajuda, posse de terra, desenvolvimento, necessitam ser alinhadas imediatamente, para desenvolver cadeias de valor integradas de agricultura e silvicultura para alimentos e bioenergia na África. Bioenergia é uma das mais eficientes e sustentáveis formas de solução econômica, para um futuro de energia de baixo carbono. Esse futuro demanda agricultura e silvicultura sustentável na África para suprir a alimentação e bioenergia da África e do mundo. </em></p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp<br />
Imagem: site SXC.hu<br />
Tradução: Luis Corvini Filho</em></p>
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		<title>Veja aqui o compacto do Programa 1</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Mar 2010 15:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para uma sessão nostalgia, convidamos todos para ver um compacto de nosso primeiro programa, com uma trilha sonora agitada e divertida. Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia! Bem vindo, sempre, ao BIOSFERA!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como relembrar é viver, convidamos todos para uma sessão nostalgia com um compacto de nosso primeiro programa, reeditado e com uma trilha sonora bastante agitada. Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia! Bem vindo, sempre, ao BIOSFERA!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/IKEmevtiWQ4&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/IKEmevtiWQ4&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>And for foreigners, here is an subtitled option:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TRP9LjezJ30&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/TRP9LjezJ30&amp;hl=en_US&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Bikes elétricas abastecidas pelo sol</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 23:24:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No país da inovação, japoneses ampliaram o conceito das bicicletas comunitárias (como a Velib, em Paris, e a Vélo'v, em Lyon) e adicionaram um conforto extra para seus usuários. Em Setagaya (Tóquio), as pessoas podem alugar bicicletas elétricas abastecidas pela energia do sol.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No país da inovação, japoneses ampliaram o conceito das bicicletas comunitárias (como a Velib, em Paris, e a <a href="http://www.biosferatv.com.br/noticias/cici-2010-exemplos-de-inovacao/" target="_blank">Vélo&#8217;v, em Lyon</a>) e adicionaram um conforto extra para seus usuários. Em Setagaya (Tóquio), as pessoas podem alugar bicicletas elétricas abastecidas pela energia do sol.</p>
<div id="attachment_1215" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/painel-estacao.jpg"><img class="size-full wp-image-1215" title="painel-estacao" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/painel-estacao.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Painéis solares no teto do estacionamento garantem a energia das &quot;magrelas&quot;.</p></div>
<p>Elas são recarregadas no próprio estacionamento, que tem no teto dezenas de painéis solares. E como o local é próximo à estação de trem, o deslocamento casa-trabalho é totalmente &#8220;carbon-free&#8221;.</p>
<div id="attachment_1216" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Screen-shot-2010-03-16-at-20.03.18.png"><img class="size-full wp-image-1216" title="Screen shot 2010-03-16 at 20.03.18" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Screen-shot-2010-03-16-at-20.03.18.png" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Estacionamento solar&quot; abastece cem bicicletas elétricas.</p></div>
<p><em><br />
Fonte: G1<br />
Imagens: Yoshikazu Tsun/AFP</em></p>
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		<title>CICI 2010: Aqui tem BIOSFERINHAS</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 22:02:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Paralelo à Conferência Internacional, acontecia uma interessante competição. Qual seria o jovem mais criativo no desenvolvimento de novos caminhos sustentáveis?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paralelo à Conferência Internacional, acontecia uma interessante competição. Qual seria o jovem mais criativo no desenvolvimento de novos caminhos sustentáveis?</p>
<p>Esse foi o desafio dado para estudantes e formandos do ensino médio e técnico do Sesi/Senai do Paraná, competindo na &#8220;Mostra Inova: Edição Cidades Inovadoras&#8221;.</p>
<div id="attachment_1188" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/DSC02509-e1268431122126.jpg"><img class="size-full wp-image-1188" title="DSC02509" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/03/DSC02509-e1268431122126.jpg" alt="" width="480" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Ronaldo sorri ao virar &quot;repórter por um dia&quot; para o quadro BIOSFERINHAS</p></div>
<p>Uma CPU de computador antiga vira um local de descarte de pilhas, retirando esse material poluente e tóxico dos lixões da cidade. Essa foi a ideia desenvolvida por Ronaldo Kosinski, de recém feitos (ontem) 17 anos, da cidade de Irati, no Paraná.</p>
<p>Isadora Rebolho, da pequena cidade de Carambeí, montou um projeto onde pequenos painéis solares, instalados em cima de postes, auxiliam no fornecimento de energia para a iluminação pública. Cada painel chega a abastecer de seis a nove postes.</p>
<p>O projeto foi tão inovador que atraiu a atenção de diversas pessoas, até mesmo do presidente da governança local da Índia, Abdull Gani Khan. Segundo o presidente, como as cidades indianas sofrem com falta de energia, um projeto como esse seria extremamente benéfico para o município. Isadora mal acreditava na repercussão gerada pelo seu projeto. Eles trocaram cartões e e-mail.</p>
<p><strong>E os vencedores foram anunciados agora a pouco&#8230;</strong></p>
<p>Na categoria Serviços, a vencedora foi Marieli Thais Musselini, da cidade de Pato Branco. Ela criou o projeto &#8220;Inovando a aprendizagem com brincadeiras e reciclagem&#8221;, sugerindo o desenvolvimento de brinquedos montados com material reciclável.</p>
<p>Na categoria Produto, o projeto &#8220;Gerador de água quente alternativo&#8221;, dos alunos José Bespalhok e Joadair da Silva, levou a melhor.</p>
<p>E na categoria processo, &#8221;Cidadania para brincar: parques infantis adequados para deficientes&#8221;, dos estudantes Anna Cláudia Albuquerque, Bruna Rodrigues, Rafael de Oliveira e Donatan Ferreira, de Apucarana, foi o vencedor.</p>
<p>Você confere, em breve, a matéria sobre a &#8220;Mostra Inova&#8221; no quadro BIOSFERINHAS.</p>
<p>Por Luis Corvini Filho, de Curitiba</p>
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		<title>O criador da balada sustentável</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 15:10:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O BIOSFERA entrevistou Stef van Dongen, o presidente da ONG Holandesa ENVIU, idealizadora da Balada Sustentável WATT, da Holanda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O BIOSFERA entrevistou Stef van Dongen, o presidente da ONG Holandesa ENVIU, idealizadora da Balada Sustentável WATT, da Holanda. Na casa noturna, inovações como utilização da água da chuva nos sanitários, copos retornáveis e uma incrível pista de dança que armazena energia são algumas das inovações para os baladeiros.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Zb5nV5Do-vE&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Zb5nV5Do-vE&#038;hl=en_US&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
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