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	<title>BIOSFERA TV &#187; economia</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>Energia solar turbinada por vírus</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 13:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, descobriu uma forma inusitada de melhorar a eficiência na conversão de energia solar em elétrica: por meio do uso de vírus.
O estudo, publicado na revista Nature Nanotechnology, emprega também nanotubos de carbono para aumentar a eficiência no agrupamento de elétrons na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, descobriu uma forma inusitada de melhorar a eficiência na conversão de energia solar em elétrica: por meio do uso de vírus.</p>
<p>O estudo, publicado na revista <em>Nature Nanotechnology</em>, emprega também nanotubos de carbono para aumentar a eficiência no agrupamento de elétrons na superfície da célula solar para a produção de corrente elétrica.</p>
<div id="attachment_4703" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/virus_energiasolar.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/virus_energiasolar.jpg" alt="" title="virus_energiasolar" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4703" /></a><p class="wp-caption-text">Vírus M13 facilitaria ligações peptídicas, mantendo separadas as minúsculas estruturas de carbono e aumentando a eficiência em até 10%</p></div>
<p>Essa propriedade dos nanotubos era conhecida, mas seu uso em tal aplicação era prejudicado por dois problemas. Em primeiro lugar, sua fabricação produz geralmente uma mistura de dois tipos: semicondutor e metálico. Outro problema é que os nanotubos tendem a se aglutinar, o que reduz sua eficiência.</p>
<p>A nova pesquisa mostrou que os efeitos dos dois tipos de nanotubos são diferentes e que os semicondutores podem melhorar o rendimento das células solares, enquanto os metálicos têm o efeito oposto.</p>
<p>Para resolver o problema do aglutinamento dos nanotubos, entram em cena os vírus. Xiangnan Dang e colegas observaram que uma versão modificada geneticamente de um vírus conhecido como M13, que geralmente infecta bactérias, pode ser usada para controlar o arranjo de nanotubos em uma superfície, mantendo-os separados e isolados de modo que eles não grudem uns nos outros nem causem curtos-circuitos.</p>
<p><strong>Aumento de eficiência</strong><br />
Nos testes, a estrutura com vírus aumentou de 8% para 10,6% a eficiência da conversão energética. Os cientistas do MIT usaram um tipo de célula solar de baixo custo na qual a camada ativa é composta de dióxido de titânio, mas afirmam que a técnica pode ser aplicada em células convencionais de silício.</p>
<p>O conjunto de nanotubos e vírus representa um peso ínfimo, de aproximadamente 0,1% da célula solar.</p>
<p>Os vírus realizam duas funções diferentes no sistema. Primeiramente, eles fazem com que pequenas proteínas (peptídeos) se unam fortemente aos nanotubos, mantendo separadas as minúsculas estruturas de carbono. Cada vírus é capaz de segurar até dez tubos, cada um mantido por 300 peptídeos.</p>
<p>Além disso, os vírus foram induzidos geneticamente para produzir um filme de dióxido de titânio – ingrediente fundamental para as células solares utilizadas – sobre cada um dos nanotubos, aproximando o dióxido de titânio dos nanotubos que transportam os elétrons.</p>
<p>As duas funções foram realizadas alternadamente, por meio da mudança da acidez do meio no qual os vírus se encontram. Segundo os autores do estudo, essa troca de função também foi demonstrada pela primeira vez.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: reprodução MIT</em></p>
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		<title>Combinação desastrosa no litoral de SP</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 00:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mudanças climáticas, somadas ao crescimento populacional causado, em grande parte, pela construção de empreendimentos voltados à exploração de petróleo e gás, podem aumentar as vulnerabilidades socioambientais das cidades do litoral do Estado de São Paulo aos eventos climáticos extremos, segundo pesquisa feita no Núcleo de Pesquisas Ambientais (Nepam) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As mudanças climáticas, somadas ao crescimento populacional causado, em grande parte, pela construção de empreendimentos voltados à exploração de petróleo e gás, podem aumentar as vulnerabilidades socioambientais das cidades do litoral do Estado de São Paulo aos eventos climáticos extremos, segundo pesquisa feita no Núcleo de Pesquisas Ambientais (Nepam) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>De acordo com Lúcia da Costa Ferreira, coordenadora da pesquisa, por suas próprias características ecológicas a zona costeira do litoral paulista já é muito sensível a qualquer alteração climática, como chuvas intensas. Com o aumento do número de moradores nos últimos anos, atraídos pela oferta de emprego principalmente no setor petrolífero, a infraestrutura das cidades litorâneas do Estado de São Paulo tende a piorar. Em função disso, elas podem se tornar mais frágeis para enfrentar os riscos de acidentes e desastres naturais, como deslizamentos de encostas e inundações.</p>
<div id="attachment_4563" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/praia_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/praia_480.jpg" alt="" title="praia_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4563" /></a><p class="wp-caption-text">Estudo busca identificar as vulnerabilidades socioambientais do litoral de São Paulo</p></div>
<p>“Há locais na faixa litorânea onde a área disponível para ocupação humana, que vai do sopé do morro ao mar, é muito pequena. Qualquer alteração no nível no mar nessas áreas pode provocar impactos violentos”, disse Lúcia.</p>
<p>Para identificar as vulnerabilidades socioambientais apresentadas pelos municípios situados em todo o litoral do Estado de São Paulo em relação aos possíveis impactos das mudanças climáticas, e identificar quais as adaptações terão que promover para enfrentá-las, foi iniciado em 2009 o Projeto Temático &#8220;Crescimento urbano, vulnerabilidade e adaptação: dimensões ecológicas e sociais de mudanças climáticas no litoral de São Paulo&#8221;.</p>
<p><strong>Projeto em vertentes sociais, ambientais e econômicas</strong><br />
O projeto multidisciplinar é dividido em quatro componentes. No primeiro, estão sendo analisados o crescimento populacional das cidades litorâneas paulistas, as vulnerabilidades das populações e suas infraestruturas para enfrentar os eventos climáticos.</p>
<p>No segundo são estudadas as iniciativas que estão sendo tomadas pelos gestores municipais para preparar as cidades litorâneas paulistas para possíveis mudanças ambientais e impactos das alterações climáticas.</p>
<p>O terceiro componente avalia as dinâmicas sociais e os conflitos que estão ocorrendo na região devido à contraposição da expansão urbana com a existência de áreas protegidas na região por inúmeras unidades de conservação ambiental.</p>
<p>Por fim, o quarto estudo pesquisa os impactos da expansão urbana e das mudanças ambientais sobre a biodiversidade da região.</p>
<p>“Por meio desses quatro componentes, quisemos abranger tanto as dinâmicas sociais e demográficas, em que o foco são os conflitos sociais e as respostas políticas e institucionais dessas cidades litorâneas para os problemas causados pelas mudanças climáticas, quanto as ecológicas e botânicas, em que o objeto de estudo é a biodiversidade”, disse Lúcia.</p>
<p><strong>Primeiros resultados</strong><br />
Na primeira etapa do projeto, os pesquisadores identificaram e caracterizaram as dinâmicas sociais, além dos atores governamentais e não governamentais que estão envolvidos nas discussões sobre os impactos das mudanças climáticas nos 16 municípios do litoral paulista.</p>
<p>Paralelamente a esse trabalho, também fizeram um levantamento de experiências em políticas públicas existentes na região relacionadas ao enfrentamento das mudanças climáticas, como fóruns de discussão.</p>
<p>“O número de iniciativas como essas na região se revelou acima da média do que imaginávamos. Há um grande interesse das administrações, principalmente dos municípios de Bertioga, Caraguatatuba e São Sebastião, em manter uma cooperação conosco para a realização de debates e palestras sobre os impactos das mudanças climáticas”, disse Lúcia.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, juntamente com Ubatuba, os municípios de São Sebastião e Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, concentram o maior número de novos empreendimentos voltados para a exploração de óleo e gás.</p>
<p>Em Caraguatatuba, por exemplo, está sendo construído a Unidade de Tratamento de Gás (UTGCA) Monteiro Lobato, da Petrobras, que deve entrar em operação no início de 2011.</p>
<p>“Há uma área de conurbação (unificação da malha urbana de duas ou mais cidades) nessa região, onde São Sebastião está sendo utilizado como ‘município dormitório’ pelos operários que trabalham em Caraguatatuba”, disse a cientista.</p>
<p>De acordo com dados do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população do Litoral Norte paulista aumentou 11% nos últimos 10 anos – acima das médias estadual e nacional. Juntas, segundo a pesquisa, as cidades de Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba ganharam mais de 50 mil habitantes no período de 2000 a 2010.</p>
<p>“Está ocorrendo uma expressiva urbanização da região como um todo que tende a acelerar ainda mais com a construção desses novos empreendimentos”, disse Lúcia.</p>
<p>Segundo ela, a divulgação dos dados do Censo 2010 pelo IBGE deve contribuir para o avanço das pesquisas realizadas no âmbito do Projeto Temático.</p>
<p>Na segunda fase do projeto, que será iniciada em 2011, os pesquisadores analisarão as informações coletadas e realizarão pesquisas de opinião e grupos focais com os moradores das cidades litorâneas paulistas para levantar suas preocupações com os impactos das mudanças climáticas e a construção dos novos empreendimentos na região.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: Luis Corvini Filho</em></p>
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		<title>Consumidores conscientes somam 5% da população</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 23:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre 2006 e 2010, manteve-se em 5% o percentual da população brasileira que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo. São os chamados consumidores conscientes. Considerando-se o aumento populacional nesse período, houve um crescimento de cerca de 500 mil consumidores conscientes.
Os dados são da pesquisa inédita “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 2006 e 2010, manteve-se em 5% o percentual da população brasileira que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo. São os chamados consumidores conscientes. Considerando-se o aumento populacional nesse período, houve um crescimento de cerca de 500 mil consumidores conscientes.</p>
<p>Os dados são da pesquisa inédita “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010”, realizada e apresentada pelos institutos Akatu e Ethos.</p>
<p>“A manutenção significativa dos níveis mais altos do consumo consciente é um dado bastante positivo, principalmente porque parte das informações foi coletada durante o terceiro trimestre de 2010, quando se registrou o maior crescimento econômico dos últimos anos no país”, considera Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu. “O mais importante é que as práticas sustentáveis não foram abandonadas devido ao aumento dos benefícios financeiros”, completa.</p>
<p>Jorge Luis Numa Abrahão, presidente do Instituto Ethos, ressaltou os esforços desenvolvidos no Brasil para a construção da sustentabilidade. “O entendimento do comportamento do consumidor é fundamental nesse processo e, aqui no Brasil, é notável a consistência dos esforços nesse sentido em relação a outros países do mundo”, defende Abrahão. “Este levantamento serve como trânsito para uma economia verde e responsável”.</p>
<p>“Há um movimento grande de crescimento da população consumidora no Brasil, mas ela é acompanhada do crecimento de um perfil crítico e exigente, por isso a importância de estudos como este”, afirma Lincoln Cesário Fernandes, gerente da Responsabilidade Socioambiental do Bradesco. “Os consumidores não olham apenas para o produto, mas para a empresa como um todo. Há dez anos não era assim”, completa Sandro Marques, gerente executivo de Desenvolvimento Sustentável do Santander.</p>
<p><strong>Indiferentes</strong><br />
De acordo com a pesquisa, cresceu em 12 pontos percentuais (de 25% para 37% do total) o segmento de consumidores mais distante destes valores e comportamentos, o grupo dos consumidores chamado de “Indiferente”.</p>
<p>A maior queda foi registrada em comportamentos ligados à economia e ao planejamento. Práticas como evitar deixar lâmpada acesa em ambientes desocupados, que eram realizadas por 77% da população brasileira em 2006, hoje são por 69%.</p>
<p>O planejamento de compras de alimentos é praticado por 48% da população, há quatro anos, esse comportamento era adotado por 55%.</p>
<p>“Cresceu o número da população com poder aquisitivo no Brasil nos últimos anos e esse fator interfere diretamente na avaliação dos comportamentos de consumo”, explica Aron Belinky, consultor do Instituto Akatu.</p>
<p>Além disso, o termo Sustentabilidade desperta muito pouco interesse na população por seu um assunto mais abstrato e, portanto, mais difícil de ser compreendido e transformado em prática do dia-a-dia: 56% dos consumidores nunca ouviram falar em Sustentabilidade. </p>
<p><strong>Premiação e punição</strong><br />
Entre outras conclusões, o estudo aponta que os consumidores premiam empresas mais responsáveis e punem as menos responsáveis. Eles repudiam a propaganda enganosa, e o tema que eles mais valorizam para considerar que uma empresa tem responsabilidade social são as relações de trabalho: 80% dos consumidores apontam o desenvolvimento de alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações de Trabalho” como importante.</p>
<p>A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do país, nas seguintes localidades: regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém), capitais (Goiânia e Manaus) e Distrito Federal.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Akatu<br />
Imagem: Site sxc.hu</em></p>
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		<title>COP 16 começa no México</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 01:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começou no dia 29 de novembro a 16a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. O evento acontece durante 11 dias em Cancún, no México.
Daquela atmosfera de euforia que rondava a COP 15, há 1 ano atrás, em Copenhague, na Dinamarca, Pouco restou para Cancún. O desfecho da COP 15 foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou no dia 29 de novembro a 16a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. O evento acontece durante 11 dias em Cancún, no México.</p>
<p>Daquela atmosfera de euforia que rondava a COP 15, há 1 ano atrás, em Copenhague, na Dinamarca, Pouco restou para Cancún. O desfecho da COP 15 foi o fracasso das negociações.</p>
<p>A reunião não vem com o fervor de uma solução imediata, como aconteceu há 1 ano em Copenhague, na Dinamarca, mas busca chegar ao tão esperado acordo em relação ao problema do aquecimento global.</p>
<p>As expectativas da comunidade internacional para o encontro são baixas, mas o Brasil chega otimista: país se vê como participante que não só promete, mas que já fez muito.</p>
<div id="attachment_4433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/cop16_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4433" title="cop16_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/cop16_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Brasil chega para a COP16 demonstrando entusiasmo, afirmam especialistas</p></div>
<p>Há um ano, a mensagem era mais dura: a UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) dizia que o debate em Copenhague era a grande chance de salvar o planeta de um futuro caos climático. Yvo de Boer, então secretário-executivo do órgão, falava grosso com os países industrializados: pedia comprometimento e vontade política para transformar o encontro no ponto em que iria &#8220;se parar de falar em tomar atitude e começar a agir&#8221;. O discurso e o cargo de De Boer, porém, se foram.</p>
<p>A impressão coletiva é que o calor e as praias de Cancún não vão amenizar a posição recuada dos líderes mundiais para fechar um acordo efetivo. Desta vez, o tom da costarriquenha Christiana Figueres, atual secretária-executiva da UNFCCC, é mais suave que o de seu predecessor: &#8220;Cancún será um sucesso se as partes se comprometerem. (&#8230;) E eu não vou subestimar os degraus políticos que precisam ser construídos.&#8221;</p>
<p>O Brasil, no entanto, chega para a próxima conferência demonstrando entusiasmo. Num jogo em que tantas peças se movem ao mesmo tempo, a representação brasileira aposta no avanço gradual em todas as áreas: mitigação, adaptação, financiamento e tecnologia.</p>
<p>&#8220;Chegamos a Cancún com uma posição de quem está fazendo muito e exige que os outros também façam. Um país que não está fazendo nada, ou fazendo pouco, fica condescendente com as limitações do outro. Nós não estamos só prometendo para o futuro, mas chegamos com muito já realizado&#8221;, disse a secretária de Mudanças Climáticas, Branca Bastos.</p>
<p><strong>Números na mesa</strong><br />
Há de fato razões para o Brasil chegar de cabeça erguida diante dos demais participantes. O mundo se admirou quando, voluntariamente, ao final de Copenhague, Lula comunicou a meta voluntária de redução de emissões de carbono até 2020 por meio de cinco ações: controle do desmatamento na Amazônia e no Cerrado, siderurgia, energia e agricultura.</p>
<p>No fim de outubro último, Lula anunciou que a meta de redução de 80% do desmatamento na Amazônia será alcançada já em 2016, com quatro anos de antecedência. Mas há confiança de que a redução de até 38,9% das emissões brasileiras, como anunciado na COP 15, acontecerá nas demais áreas diante do boom econômico brasileiro?</p>
<p>&#8220;Tem muita coisa para ser feita no Brasil e a gente vai fazer. O desafio é mudar a mentalidade e pensar sempre sob uma perspectiva de que nós vamos implantar primeiro as ações que possam significar um desenvolvimento de baixo carbono. Não estamos pensando em criar uma restrição ao desenvolvimento, mas criar novas oportunidades de desenvolvimento que sejam de baixo carbono, sem sacrifício da população, sem sacrifício do desenvolvimento&#8221;, declarou Branca Bastos, cuja secretaria é ligada ao Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p><strong>Contabilidade das emissões</strong><br />
Depois de um vácuo de anos, o governo brasileiro apresentou no final de outubro o segundo inventário das emissões nacionais. O relatório mostra que a emissão dos gases do efeito estufa aumentou 60% entre 1990 e 2005, passando de 1,4 gigatoneladas para 2,192 gigatoneladas.</p>
<p>O desmatamento continua sendo a principal fonte de gases: 61% do total de emissões. A agricultura aparece em seguida, com 19%, e o setor de energia é responsável por outros 15%. O inventário anterior trazia os dados de 1990 a 1994.</p>
<p>Segundo a estimativa para o ano de 2009, o Brasil teria emitido 1,775 gigatoneladas de CO2 equivalente, 33% menos que em 2005. A redução do desmatamento na Amazônia nos últimos anos teria provocado a queda nas emissões.</p>
<p><strong>Nem tudo é dinheiro</strong><br />
Estados Unidos e China deverão permanecer como epicentro de resistência às políticas climáticas. &#8220;Por outro lado, a União Europeia, liderada pela Alemanha, está mais preparada para alcançar as metas&#8221;, observa Bartelt, que acompanhará a reunião em Cancún.</p>
<p>Sobre os mecanismos que prevêm dinheiro de países ricos em troca da preservação nos países pobres, o diretor da fundação alemã no Brasil é crítico: &#8220;Não acho que o mercado traga a solução para tudo. Temos que tomar muito cuidado e considerar que os bens comuns, como a floresta e o ar, são coisas que merecem muito mais atenção, que não podem ser contabilizadas para serem preservadas. Eu acho que eles têm que ser preservados porque são bens comuns.&#8221;</p>
<p>A secretária de Mudanças Climáticas tem outra visão. &#8220;<a href="http://www.biosferatv.com.br/programas/cop-10-assina-acordo-da-biodiversidade/">É claro que a remuneração por serviços ambientais, pela biodiversidade, é justificável</a>. Para se manter uma floresta em pé é preciso valorizar a floresta em pé. E para isso é preciso valorizar todos os seus serviços ambientais, todo o seu valor de fato&#8221;, afirma Branca Bastos.</p>
<p>Esse debate deve evoluir em Cancún. Mas o quanto terá que ser pago por cada serviço gratuito que a natureza presta à humanidade, e se isso de fato acontecerá, é algo a ser decidido a longo prazo.</p>
<p>Saiba mais:<br />
O México criou para a Conferência a <em>Climate Change Village</em> (Vila das Mudanças Climáticas), um espaço para diálogos relacionados ao assunto. Confira <a href="http://cc2010.mx/en/villacc/">aqui</a>.</p>
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		<title>Dinamarca quer &#8220;casas verdes&#8221; até 2020</title>
		<link>http://www.biosferatv.com.br/programas/dinamarca-quer-casas-verdes-ate-2020/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 00:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas &#8220;verdes&#8221;. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos.
Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas &#8220;verdes&#8221; até 2020.
&#8220;Os dinamarqueses não são do tipo que abraça árvores, mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas &#8220;verdes&#8221;. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos.</p>
<p>Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas &#8220;verdes&#8221; até 2020.</p>
<div id="attachment_4413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/copenhague_01_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/copenhague_01_480.jpg" alt="" title="copenhague_01_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4413" /></a><p class="wp-caption-text"> Governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas ecológicas até 2020</p></div>
<p>&#8220;Os dinamarqueses não são do tipo que abraça árvores, mas a preocupação ambiental está sendo incentivada pelo governo&#8221;, diz Thomas Nordli, consultor da Rockwool (empresa que trabalha com tecnologias limpas para construção civil).</p>
<p>Uma casa &#8220;verde&#8221; custa cerca de 5% a mais do que uma casa comum naquele país. &#8220;Depois de construída, o proprietário só se beneficia e economiza&#8221;, explica o especialista da Rockwool.</p>
<p>Num país frio como a Dinamarca, algumas tecnologias de construção podem reduzir significativamente os custos de aquecimento. Por exemplo, as janelas maiores (para entrar mais luminosidade) e com vidros três vezes mais grossos.</p>
<p>Esses vidros, aliados às paredes com cerca de 50 cm, funcionam como &#8220;cobertor&#8221; para a casa e reduzem os gastos com aquecimento.</p>
<p>&#8220;Essa tecnologia pode ser usada também para resfriamento, em países quentes como o Brasil&#8221;, diz Nordli.</p>
<p>Desde a crise do petróleo da década de 1970, a Dinamarca tem investido em energias alternativas, como biomassa, energia solar e eólica (que hoje representa cerca de 20% da matriz energética do país).</p>
<p><strong>Casas &#8220;verdes&#8221; e habitantes &#8220;bikelovers&#8221;</strong><br />
A Dinamarca divulgou em seu site de turismo um vídeo, falando seus habitantes amam as bicicletas. Confira o clipe.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fiLFHKTz6yA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fiLFHKTz6yA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="306"></embed></object></p>
<p><em>Fonte: Folha de São Paulo<br />
Imagem: Wikimedia</em></p>
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		<title>Carro elétrico faz 600km sem recarga</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 12:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, um carro elétrico não-protótipo conseguiu fazer um percurso de mais de 600 quilômetros sem recarregar a bateria. A viagem de Munique a Berlim foi saudada pelo governo alemão como um &#8220;divisor de águas&#8221;.
Seiscentos quilômetros sem ter que recarregar: um carro elétrico partiu de Munique em direção a Berlim, chegando à capital alemã [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez, um carro elétrico não-protótipo conseguiu fazer um percurso de mais de 600 quilômetros sem recarregar a bateria. A viagem de Munique a Berlim foi saudada pelo governo alemão como um &#8220;divisor de águas&#8221;.</p>
<div id="attachment_4157" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/carro_recorde_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/carro_recorde_480-300x175.jpg" alt="" title="carro_recorde_480" width="300" height="175" class="size-medium wp-image-4157" /></a><p class="wp-caption-text">Automóvel de firma alemã viajou de Munique a Berlim</p></div>
<p>Seiscentos quilômetros sem ter que recarregar: um carro elétrico partiu de Munique em direção a Berlim, chegando à capital alemã nesta terça-feira (26/10). A distância percorrida pelo Audi A2 adaptado é a maior já realizada sem recarga por um automóvel comum (que pode ser usado no dia a dia), afirmam os responsáveis pelo experimento.</p>
<p>Segundo a empresa de tecnologia berlinense DBM Energy e a distribuidora de energia Lekker Energie, o carro estava equipado como um automóvel comum. Possui quatro assentos, ar-condicionado, airbag e freios ABS. Em média, o automóvel fez 90 km/h.</p>
<p>O percurso de longa distância só foi possível através de uma tecnologia inovadora de acumuladores elétricos, que foi instalada no automóvel, informaram as empresas. Há pouco tempo, uma empilhadeira com baterias semelhantes conseguiu funcionar durante 32 horas seguidas. Normalmente, equipamentos desse tipo funcionam somente por oito horas.</p>
<p><strong>Fase de testes encerrada</strong><br />
O ministro alemão da Economia, Rainer Brüderle, festejou a viagem recordista mundial como um &#8220;divisor de águas&#8221;. Após a chegada do automóvel ao pátio de seu ministério, Brüderle disse que agora se trata de transformar essa &#8220;proeza made in Berlin&#8221; num sucesso mundial.</p>
<p>O ministro afirmou ainda que a Alemanha provou, mais uma vez, ser líder mundial nesse tipo de tecnologia. &#8220;O recorde mundial de longo percurso mostra que distâncias de 600 quilômetros não são mais utopia com um carro elétrico.&#8221;</p>
<p>O diretor da Lekker Energie, Thomas Mecke, disse que a fase de testes está encerrada e que agora as vendas terão início. Ou seja, trata-se de convencer também grandes empresas dos usos da nova tecnologia.</p>
<p>Segundo informações da empresa, a bateria à base de lítio-metal-polímero pode percorrer até 500 mil quilômetros antes de ser trocada. Ela ainda não está à venda e deverá agora ser preparada para a produção em série.</p>
<p><strong>Trabalhando dia e noite</strong><br />
O chefe da DBM, Mirko Hannemann, explicou que, antes de bater o recorde mundial de percurso, 50 especialistas aprimoraram a tecnologia durante seis semanas, trabalhando quase 24 horas por dia.</p>
<p>Muitos observadores externos não acreditavam no sucesso do empreendimento, já que se trata de uma empresa muito jovem, disse o empresário de 27 anos.</p>
<p>O projeto recebeu o apoio do Ministério alemão da Economia. Em seu plano de desenvolvimento da eletromobilidade, o governo alemão planejara somente para 2015 viagens de mais de 300 quilômetros sem recarga, por meio de carros elétricos apropriados para o uso diário.</p>
<p>Testes semelhantes de longo percurso já foram realizados com protótipos. Em maio passado, o Japan Electric Vehicle Club conseguiu fazer com que um carro elétrico viajasse mil quilômetros sem recarga de bateria. Esse automóvel, no entanto, não pode ser usado no cotidiano.</p>
<p>Até 2020, o governo alemão quer pôr 1 milhão de carros elétricos nas ruas. Além da proteção climática, o encarecimento do petróleo desempenha cada vez mais um papel fundamental em tal decisão. Berlim descarta, todavia, bônus estatais para compradores como forma de impulsionar a eletromobilidade.</p>
<p><em>Fonte: Deutsche Welle<br />
Imagem: Reprodução<br />
</em></p>
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		<title>IBGE divulga versão 2010 do IDS</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 13:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi divulgado no início de setembro o Índice de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o relatório, o país manteve o ritmo de crescimento econômico e evoluiu nos principais indicadores sociais, mas desigualdades sociais e regionais ainda persistem.
A degradação de ecossistemas, a perda de biodiversidade e da melhora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi divulgado no início de setembro o Índice de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o relatório, o país manteve o ritmo de crescimento econômico e evoluiu nos principais indicadores sociais, mas desigualdades sociais e regionais ainda persistem.</p>
<p>A degradação de ecossistemas, a perda de biodiversidade e da melhora significativa da qualidade ambiental nos centros urbanos são outros pontos realçados no documento.</p>
<div id="attachment_3513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/mapa_brasil.jpg"><img class="size-full wp-image-3513" title="mapa_brasil" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/mapa_brasil.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Desigualdades sociais e regionais ainda persistem, segundo Índice do IBGE</p></div>
<p>Essa é a 4<sup>a</sup> edição do IDS. Iniciado em 2002, teve relatórios em 2004 e 2008. A publicação tem o objetivo de, ao entrelaçar as dimensões ambiental, social, econômica e institucional, mostrar em que ponto o Brasil está e para onde sua trajetória aponta no caminho rumo ao desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A análise do índice é dividida em 4 dimensões de desenvolvimento, semelhante ao tripé da sustentabilidade, <a href="http://www.biosferatv.com.br/videos/veja-aqui-o-compacto-do-programa-1/" target="_blank">já mostrado pelo <strong>BIOSFERA</strong></a>.</p>
<p><strong>Dimensão ambiental</strong><br />
Tem indicadores divididos entre os temas: atmosfera; terra; água doce; oceanos, mares e áreas costeiras; biodiversidade e saneamento</p>
<p><strong>Dimensão social</strong><br />
Corresponde aos objetivos ligados à satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social, abrangendo temas como população, trabalho e rendimento, saúde, educação, habitação e segurança.</p>
<p><strong>Dimensão econômica</strong><br />
Trata do desempenho macroeconômico e financeiro do país e dos impactos no consumo de recursos materiais, na produção e gerenciamento de resíduos e no uso de energia.</p>
<p><strong>Dimensão institucional</strong><br />
Diz respeito à orientação política, capacidade e esforço despendido por governos e pela sociedade na implementação das mudanças requeridas para uma efetiva implementação do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Segundo o Índice, ainda há uma longa estrada pela frente para o Brasil atingir o desenvolvimento ideal, previsto em 1987 pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comiss%C3%A3o_Mundial_sobre_Meio_Ambiente_e_Desenvolvimento" target="_blank">Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento</a> (Comissão Brundtland).</p>
<p>Ao longo da próxima semana, o <strong>BIOSFERA</strong> irá detalhar os pontos importantes do relatório, em cada uma das dimensões analisadas. Fique ligado!</p>
<p><strong>Mais sobre o assunto</strong><br />
Confira exemplos ilustrativos, com mapas da degradação ambiental e desenvolvimento social levantados pelo IDS <a href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/0000000116.pdf" target="_blank">aqui</a>. A publicação completa está <a href="http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/ids/ids2010.pdf" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p><em>Fonte: IBGE<br />
Imagem: Marcelo Terraza – Site SXC.hu</em></p>
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		<title>Seis peças de roupa para todo o mês. Topa?</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 19:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você conseguiria viver com apenas 6 peças de roupa, durante 30 dias? Ou não comprar nenhuma peça de roupa durante um ano inteiro? Foi esse o desafio Six Itens or Less (Seis Peças ou Menos), lançado na internet há 1 semana por duas amigas americanas e com aderência de cerca de cem pessoas espalhadas por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você conseguiria viver com apenas 6 peças de roupa, durante 30 dias? Ou não comprar nenhuma peça de roupa durante um ano inteiro? Foi esse o desafio <em><a href="http://sixitemsorless.com/">Six Itens or Less</a></em> (Seis Peças ou Menos), lançado na internet há 1 semana por duas amigas americanas e com aderência de cerca de cem pessoas espalhadas por diversos países, da Califórnia (EUA) à Dubai (Emirados Árabes Unidos).</p>
<p>Heidi Hackemer, uma das idealizadoras do projeto, diz que o objetivo do desafio é “aguçar a criatividade das pessoas, para que invistam em acessórios e em outras maneiras de usar a mesma peça e, ao mesmo tempo, economizar dinheiro”.</p>
<div id="attachment_2983" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/roupas-varal.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/roupas-varal.jpg" alt="" title="roupas-varal" width="480" height="280" class="size-full wp-image-2983" /></a><p class="wp-caption-text">Seu varal com certeza ficaria mais leve. Topa o desafio?</p></div>
<p>“O importante é que as pessoas que aderiram à iniciativa levantaram a questão de como elas se relacionam com o que tem no armário e o que se ganha com isso”, afirma Eric Wilson, jornalista que entrevistou os participantes. “Elas destacaram que há uma preocupação com o que se gasta com roupas e o que se ganha com isso. O resultado dessa ‘dieta’ é que as pessoas vão ficar mais conscientes a respeito da forma com que se compram roupas”.</p>
<p>Vale lembrar que roupas íntimas, de banho, de academia, uniformes de trabalho, capas de chuva, sapatos e acessórios não estão inclusas no limite de seis.</p>
<p><strong>E você</strong>? Consegue escolher apenas seis peças do seu armário para usar durante 30 dias? Acesse o <a href="http://sixitemsorless.com/">site</a>, faça seu cadastro e conte sua experiência para consumidores do todo o mundo. Confira também no site algumas divertidas histórias (em inglês) de quem já está passando pela limitação vestual.</p>
<p>E assista a um <a href="http://tvuol.uol.com.br/#view/id=desafio-de-moda-mulheres-usam-somente-seis-pecas-por-um-mes-040298366EC88173A6/mediaId=5702761/date=2010-07-27&#038;&#038;list/type=user/codProfile=1hjuf7gjt6ko/">um vídeo</a> do jornal <em>New York Times</em> sobre o desafio.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Akatu<br />
Imagem: María Iglesias / site SXC.hu</em></p>
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		<title>Como se constrói uma ferrovia?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:52:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como tanto se fala do trem de alta velocidade que interligará as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, confira aqui a construção de uma ferrovia na Europa, que já está &#8220;anos à frente&#8221; de nossa malha ferroviária.

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como tanto se fala do trem de alta velocidade que interligará as cidades de Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro, confira aqui a construção de uma ferrovia na Europa, que já está &#8220;anos à frente&#8221; de nossa malha ferroviária.</p>
<p><object width="450" height="278"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qFE8nmKpmXY&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/qFE8nmKpmXY&amp;hl=en_US&amp;fs=1?rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="450" height="278"></embed></object></p>
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		<title>Google comprará energia renovável</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 13:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Google, a maior empresa de internet do planeta, anunciou que irá adquirir energia diretamente de fontes renováveis como fazendas eólicas, durante os próximos 20 anos. A companhia irá, inicialmente, adquirir 114 megawatts de uma fazenda eólica no estado de Iowa, nos Estados Unidos.
A medida, segundo nota divulgada no blog da empresa, terá início no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google, a maior empresa de internet do planeta, anunciou que irá adquirir energia diretamente de fontes renováveis como fazendas eólicas, durante os próximos 20 anos. A companhia irá, inicialmente, adquirir 114 megawatts de uma fazenda eólica no estado de Iowa, nos Estados Unidos.</p>
<p>A medida, segundo nota divulgada no blog da empresa, terá início no dia 30 de junho e visa tornar a companhia neutra em emissões de carbono, além de promover soluções ambientais sustentáveis. O Google vai também adquirir créditos de carbono das emissões que não conseguir compensar.</p>
<p><strong>Interações criativas</strong><br />
Confira alguns dos <em>Doodles</em> (logotipos do Google modificados, em homenagem a ocasiões especiais) relacionados ao Dia da Terra, nos últimos cinco anos.</p>
<div id="attachment_2933" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday10-hp.gif"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday10-hp-300x107.gif" alt="" title="earthday10-hp" width="300" height="107" class="size-medium wp-image-2933" /></a><p class="wp-caption-text">Dia da Terra 2010</p></div>
<div id="attachment_2932" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday09.gif"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday09-300x107.gif" alt="" title="earthday09" width="300" height="107" class="size-medium wp-image-2932" /></a><p class="wp-caption-text">Dia da Terra 2009</p></div>
<div id="attachment_2931" class="wp-caption aligncenter" style="width: 286px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday08.gif"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday08.gif" alt="" title="earthday08" width="276" height="110" class="size-full wp-image-2931" /></a><p class="wp-caption-text">Dia da Terra 2008</p></div>
<div id="attachment_2935" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday07.gif"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday07-300x113.gif" alt="" title="earthday07" width="300" height="113" class="size-medium wp-image-2935" /></a><p class="wp-caption-text">Dia da Terra 2007</p></div>
<div id="attachment_2934" class="wp-caption aligncenter" style="width: 286px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday06.gif"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/07/earthday06.gif" alt="" title="earthday06" width="276" height="143" class="size-full wp-image-2934" /></a><p class="wp-caption-text">Dia da Terra 2006</p></div>
<p><em>Fonte: Google<br />
Imagem: Reprodução site</em></p>
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