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	<title>BIOSFERA TV &#187; aquecimento global</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>Os carros mais econômicos do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) divulgou os dados de 2011 dos automóveis mais eficientes no mercado de veículos. O Instituto já faz essa pesquisa há alguns anos, classificando o consumo de combustível de A (menor consumo) até E (maior consumo).
Como a participação é voluntária, apenas algumas montadoras foram analisadas, impedindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) divulgou os dados de 2011 dos automóveis mais eficientes no mercado de veículos. O Instituto já faz essa pesquisa há alguns anos, classificando o consumo de combustível de A (menor consumo) até E (maior consumo).</p>
<p>Como a participação é voluntária, apenas algumas montadoras foram analisadas, impedindo a completa classificação dos veículos disponíveis para venda. As empresas que tiveram os carros inclusos na pesquisa foram: Fiat, Ford, Kia, Renault, Volkswagen e Toyota.</p>
<p>Dentre todos, o veículo mais eficiente do país foi o Fiat Uno Mille Fire Economy 1.0, com consumo de 8,9 km/L na cidade e 10,7 km/L na estrada (com etanol); e de 12,7 km/L na cidade e 15,6 km/l na estrada (com gasolina). Outros também receberam classificação A, nas diversas categorias avaliadas:</p>
<p>·         Fiat Siena Fire 1.0<br />
·         Volkswagen Gol Ecomotion 1.0<br />
·         Renault Logan 1.0<br />
·         Ford Fusion Hybrid 2.5<br />
·         Kia Cerato 1.6<br />
·         Renault Fluence Dynamique 2.0<br />
·         Toyota Corolla 1.8<br />
·         Kia Sorento 2.4</p>
<div id="attachment_4683" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/uno_fire_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4683" title="uno_fire_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/uno_fire_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Fiat Uno Mille Fire Economy foi o mais econômico entre os carros analisados</p></div>
<p><strong>Híbrido funcional</strong><br />
O desempenho do Ford Fusion Hybrid comprovou a eficiência dos motores híbridos. Um veículo muito pesado (1,7 toneladas) e com motor de 2.500 cilindradas apresentou consumo de 12,6 km/l no ciclo urbano e 13,1 km/L no ciclo rodoviário, ambos com gasolina.</p>
<p>Veja os detalhes da avaliação <a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/CONSUMO_INMETRO_2011.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>Imagem: reprodução site</em></p>
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		<title>Cana ajuda a resfriar clima local</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 14:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima local.
O estudo, publicado na revista Nature Climate Change, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa feita por cientistas do Departamento de Ecologia Global da Carnegie Institution, nos Estados Unidos, concluiu que a cana-de-açúcar ajuda a esfriar o clima local.</p>
<p>O estudo, publicado na revista <em>Nature Climate Change</em>, aponta que o esfriamento do clima local se deve à queda da temperatura no ar em torno das plantas à medida que essas liberam água e à reflexão da luz solar de volta ao espaço.</p>
<p>O trabalho procurou quantificar os efeitos diretos no clima da expansão da cana-de-açúcar em áreas de outras culturas ou de pecuária no Cerrado brasileiro. Foram utilizadas centenas de imagens feitas por satélites que cobriram uma área de quase 2 milhões de metros quadrados. Os cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração.</p>
<div id="attachment_4676" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento3_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento3_480.jpg" alt="" title="cana_resfriamento3_480" width="500" height="694" class="size-full wp-image-4676" /></a><p class="wp-caption-text">Cientistas mediram temperatura, refletividade e evapotranspiração, a perda de água do solo por evaporação e a perda de água da planta por transpiração</p></div>
<p>“Verificamos que a mudança da vegetação natural para plantações e pastos resulta no aquecimento local porque as novas culturas liberam menos água. Mas a cana-de-açúcar é mais refletiva e também libera mais água, de forma parecida com a da vegetação natural”, disse Scott Loarie, coordenador do estudo.</p>
<p>“Trata-se de um benefício duplo para o clima: usar cana-de-açúcar para mover veículos reduz as emissões de carbono, enquanto o cultivo da planta faz cair a temperatura local”, destacou.</p>
<p>Os cientistas calcularam que a conversão da vegetação natural do Cerrado para a implantação de culturas agrícolas ou de pecuária resultou em aquecimento médio de 1,55º C. A troca subsequente para a cana-de-açúcar levou a uma queda na temperatura do ar local de 0,93º, resultando no aumento líquido de 0,6º C.</p>
<div id="attachment_4675" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento2_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/cana_resfriamento2_480.jpg" alt="" title="cana_resfriamento2_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4675" /></a><p class="wp-caption-text">Autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos</p></div>
<p>Os autores do estudo enfatizam que os efeitos benéficos são relacionados ao plantio de cana em áreas anteriormente ocupadas por outras culturas agrícolas ou por pastos, e não em áreas convertidas da vegetação natural.</p>
<p>Em resumo, a cana tem vantagens nesse ponto em relação a outras culturas ou pasto, mas o melhor é manter o Cerrado, uma vez que a substituição desse bioma pela cana ou outra cultura leva ao aumento regional de temperatura.</p>
<p><em>Fonte: Agência Fapesp<br />
Imagem: Reprodução site</em></p>
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		<title>90% dos brasileiros acham aquecimento global grave</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 17:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O brasileiro está mais preocupado com o aquecimento global. É o que uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ibope, divulgada na última semana, durante a 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP16), em Cancún, no México. Na pesquisa, 60% disseram que o aquecimento global é muito grave, ante 47% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro está mais preocupado com o aquecimento global. É o que uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ibope, divulgada na última semana, durante a 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP16), em Cancún, no México. Na pesquisa, 60% disseram que o aquecimento global é muito grave, ante 47% no levantamento de 2009.</p>
<p>O aquecimento global foi considerado grave por 43% dos entrevistados neste ano. No ano passado, esse número era de 30%. Ou seja, 90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global é grave ou muito grave. O número é superior aos 80% registrados no ano passado.</p>
<div id="attachment_4529" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/southamerica_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/southamerica_480.jpg" alt="" title="southamerica_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4529" /></a><p class="wp-caption-text">90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global é grave</p></div>
<p>De acordo com a pesquisa, 78% dos entrevistados afirmam que a mudança do clima se deve a ações do homem. Outros 11% acreditam ser um processo natural e 11% não souberam responder. Mas não há consenso sobre os responsáveis pelo aquecimento global. Para 26% dos entrevistados, o maior responsável são os cidadãos. Para 25%, é a indústria e, para 23%, todos são responsáveis.</p>
<p>Em pergunta em que uma lista de temas foi apresentada para resposta, o aquecimento global é o assunto que mais preocupa o brasileiro, com 27% de primeira menção e 41% quando se soma também a segunda resposta.</p>
<p>O aquecimento global ultrapassou o desmatamento da Amazônia como primeira preocupação do brasileiro (na pesquisa do ano passado, esse era o principal temor do brasileiro na área ambiental). O desmatamento da Amazônia teve 24% das primeiras respostas e 47% quando se contam a primeira e a segunda respostas.</p>
<p><strong>Preocupação também com as cidades</strong><br />
O brasileiro também se mostrou preocupado com o que acontece nas cidades. O tratamento de água e esgoto e a poluição do ar foram apontados pelos entrevistados como a terceira e a quarta questões mais preocupantes. Tratamento da água e de esgoto teve 18% de respostas de primeira opção e 37% na soma de primeira e segunda opções. Poluição do ar recebeu, respectivamente, 13% e 28%.</p>
<p>Cerca de metade dos entrevistados (46%) acreditam que crescimento econômico e proteção ambiental não são inconciliáveis. Pouco menos de um terço dos pesquisados defendem uma proteção ambiental mais forte do que a que existe hoje, enquanto que 11% avaliam que é preciso dar mais atenção ao crescimento econômico (13% não responderam ou não souberam responder).</p>
<p><strong>Ambiguidade</strong><br />
A maioria dos brasileiros aceitaria pagar mais por produtos ecologicamente corretos, mas somente 11% deles dão preferências a esses produtos. Pouco mais da metade (51%) dos entrevistados disseram que pagariam mais pelos produtos ecologicamente corretos, enquanto que 19% não estariam dispostos a isso e 18% disseram que depende do quanto mais caro seria. Os demais 13% não souberam responder.</p>
<p><em>Fonte: CNI</em></p>
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		<title>Termo &#8220;Aquecimento Global&#8221; faz 35 anos</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Sep 2010 13:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Aquecimento Global fez 35 anos em agosto! Claro que estamos vivenciando-o há muito mais tempo que isso, mas o termo aquecimento global foi utilizado pela 1a vez em 8 de agosto de 1975 (segundo uma pesquisa na literatura científica), quando o pesquisador Wally Broeker publicou ser artigo Are we on the brink of a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Aquecimento Global fez 35 anos em agosto! Claro que estamos vivenciando-o há muito mais tempo que isso, mas o termo <em>aquecimento global</em> foi utilizado pela 1a vez em 8 de agosto de 1975 (segundo uma pesquisa na literatura científica), quando o pesquisador Wally Broeker publicou ser artigo <em>Are we on the brink of a pronounced global warming?</em> (Estamos à beira de um aquecimento global pronunciado?) no periódico <em>Science</em>.</p>
<p>No artigo, Broecker previu corretamente que a tendência de derretimento da época (em 1975) iria, em aproximadamente uma década, “iniciar um aquecimento pronunciado, induzido pelo dióxido de carbono&#8221; e que no início do próximo século (o XXI), conduziria a temperatura planetária “além dos limites experimentados nos últimos 1.000 anos”.</p>
<p>O pesquisador previu um aquecimento médio de 0,8 graus Celsius no século XX devido ao CO2, e se preocupou com as conseqüências na agricultura e no nível do mar.</p>
<p>Para aqueles que ainda hoje alegam que o aquecimento global não é previsível, o aniversário do artigo de Broeker relembra que o aquecimento global foi previsto mesmo antes da evidência dos recordes de temperatura registrados uma década depois, quando <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/James_Hansen" target="_blank">James Hansen</a> explicitou em uma palestra em 1988 que “o aquecimento global está aqui”</p>
<p><a href="http://www.columbia.edu/~jeh1/2008/TwentyYearsLater_20080623.pdf" target="_blank"><em>Veja um texto de James Hansen analisando sua palestra sobre o aquecimento global, 20 anos depois de apresentá-la, em 1988.</em></a><em> (em inglês)</em></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wallace_Smith_Broecker" target="_blank">Broeker é um dos grandes climatologistas do século XX</a>. Poucos conseguem igualar seu recorde de 400 artigos científicos publicados e é famoso por seu trabalho em geoquímica oceânica.</p>
<p>Sua previsão envolveu basicamente três simples passos que, em essência, são ainda utilizados atualmente.</p>
<p><strong>Passo 1: Prever futuras emissões</strong><br />
Broecker simplesmente assumiu um crescimento de emissões provenientes de combustíveis fósseis em 3% ao ano, de 1975 para frente. Com isso, ele chegou a uma emissão acumulada de 1,67 trilhão de toneladas até 2010. Nada mal. As emissões atuais chegaram à 1,3 trilhão.</p>
<p>De um ponto de vista moderno, um pequeno contraponto à previsão de Broecker foi a não-inclusão outros gases de efeito estufa ou partículas de aerosol nos seus cálculos.</p>
<p><strong>Passo 2: Prever concentrações futuras</strong><br />
Para ir da quantidade de CO2 emitida para o aumento atual do gás na atmosfera, é necessário saber qual fração das emissões ainda permanece no ar: a “fração aérea”.</p>
<p>O pesquisador simplesmente assumiu, baseado em dados de emissões e concentrações de CO2, que a fração aérea é constante em 50% (aproximadamente metade das emissões dos combustíveis fósseis acumula-se na atmosfera). 35% da outra metade das emissões é absorvida pelos oceanos e 15% pela biosfera.</p>
<p>Nessa teoria, se o oceano é o “ralo de CO2”, a fração aérea ainda permaneceria  constante por décadas (seus cálculos extendem-se até 2010)</p>
<p>Alem disso, com um aumento de 3% nas emissões por ano, somados à 50% da fração aérea, é fácil computar o aumento das concentrações de CO2. Broeker obteve um número entre 295 e 403 ppm (partes por milhão), sendo que o valor atual está em 390 ppm.</p>
<p><strong>Passo 3: Computar a resposta da temperatura global </strong><br />
Broecker escreveu: “A resposta da temperatura global à quantidade de CO2 atmosférico não é linear.  Na medida que a quantidade de CO2 na atmosfera aumenta, a absorção da radiação infravermelha irá ‘saturar’ sobre uma grande porção da banda.</p>
<p>O cientista assume que a sensitividade climática é de 0,3 graus Celsius de aumento de temperatura para cada 10% de aumento da concentração de CO2, que chega à 2,2 graus para caso de dobra da concentração de CO2.</p>
<p>É muito instrutivo ver como Broeker chegou a essas previsões em 1975. O cientista escreveu o artigo em um tempo que o nível de CO2 estava subindo, enquanto as temperaturas estavam caindo há décadas. Mas o que Broeker fez foi entender os princípios básicos da física do assunto.</p>
<p><em>Fonte: Current Green<br />
Tradução: Luis Corvini Filho<br />
Imagem: Reprodução</em></p>
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		<title>Debate online sobre resíduos nesta quarta</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 16:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (8), a partir das 14h, o Programa Olhar Verde promove seu sétimo encontro presencial do ano com professores da rede pública de ensino de Bauru e Pederneiras. O evento será realizado no auditório do Ciesp Bauru e já está com inscrições esgotadas, mas os interessados podem acompanhar a transmissão ao vivo pelo site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (8), a partir das 14h, o Programa <em>Olhar Verde</em> promove seu sétimo encontro presencial do ano com professores da rede pública de ensino de Bauru e Pederneiras. O evento será realizado no auditório do Ciesp Bauru e já está com inscrições esgotadas, mas os interessados podem acompanhar a transmissão ao vivo pelo site do <a href="http://v3.webcasters.com.br/Login.aspx?codTransmissao=17680">www.olharverde.com.br</a> (é necessário colocar nome e e-mail).  Com o tema &#8220;Mudanças Climáticas&#8221;, o encontro vai abordar causas e efeitos do aquecimento global, bem como providências eficientes para combater o problema.</p>
<p>A palestra será ministrada pelo biólogo Guilherme Marson Moya, técnico de campo do Instituto Pró-Terra de Jaú. Logo depois, haverá uma mesa redonda sobre o assunto com a bióloga Marina Carboni, também do Instituto Pró-Terra, e com o meteorologista José Carlos Figueiredo, do IPMET (Instituto de Pesquisas Meteorológicas). Os internautas também podem interagir com perguntas e comentários através do chat online.</p>
<p><strong>Sobre o Olhar Verde</strong><br />
O programa foi lançado em 2008 para incentivar a adoção de hábitos sustentáveis em Bauru e região, reunindo educadores, poder público e representantes da iniciativa privada para discutir problemas ambientais, orientar e sensibilizar a comunidade sobre a necessidade de  conservar o meio ambiente.</p>
<p><em>Fonte: A.I. Olhar Verde<br />
Imagem: Site Sxc.hu</em></p>
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		<title>&#8220;Hitler do clima&#8221; lutará contra aquec. global</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 13:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O dinamarquês Bjorn Lomborg, um dos mais famosos céticos do aquecimento global, já chamado pelos seus oponentes de “Hitler do clima”, mudou de ideia. Ele disse na terça-feira (31/08) ao jornal britânico Guardian que vai agora lutar contra a mudança climática.
O estatístico, conhecido mundialmente por negar a importância do aquecimento global e o barulho feito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O dinamarquês Bjorn Lomborg, um dos mais famosos céticos do aquecimento global, já chamado pelos seus oponentes de “Hitler do clima”, mudou de ideia. Ele disse na terça-feira (31/08) ao jornal britânico <em>Guardian</em> que vai agora lutar contra a mudança climática.</p>
<div id="attachment_3430" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/bjorn_480x280.jpg"><img class="size-full wp-image-3430" title="bjorn_480x280" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/bjorn_480x280.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Chamado de &quot;Hitler do Clima&quot;, Lomgorg muda agora sua opinião sobre o aquecimento global</p></div>
<p>O estatístico, conhecido mundialmente por negar a importância do aquecimento global e o barulho feito por cientistas, ativistas e a imprensa em torno dele, vai lançar um livro no próximo mês pedindo dinheiro em nome da sua nova bandeira.</p>
<p>Na obra, ele e um grupo de economistas analisaram oito métodos de redução do aquecimento global e sugerem que seja injetado dinheiro, por exemplo, em energias limpas como vento, ondas e energia solar e nuclear.</p>
<p>O ex-cético não é exatamente modesto na hora de pedir dinheiro: de acordo com ele, serão necessários cerca de US$ 100 bilhões por ano para que as iniciativas tragam resultados.</p>
<p><strong>Vira-casaca</strong><br />
A mudança de lado do professor dinamarquês nos recentes debates sobre o clima foi uma surpresa para a comunidade científica. No livro que lhe deu projeção internacional (<em>O Ambientalista Cético</em>), e nas palestras e entrevistas que vieram depois dela, Lomborg abusou da matemática para mostrar que o controle do aquecimento global seria uma conta que não fechava.</p>
<p>Na sua opinião, o custo para combater o aquecimento era alto demais quando comparado com o benefício de ter um mundo “ligeiramente menos quente no futuro”.</p>
<p>Lomborg costumava defender que o ritmo do aquecimento e seus efeitos sobre as pessoas estavam sendo exagerados pelos cientistas “pró-clima” e pelo lobby dos que se beneficiariam com investimentos pesados em ações como limpar a matriz enérgica, por exemplo.</p>
<p>O professor, no entanto, nega no <em>Guardian</em> que tenha feito uma reviravolta. Ele disse que sempre aceitou a existência do efeito humano no aquecimento global e que o importante, agora, é ver onde se deve gastar dinheiro para combatê-lo.</p>
<p>Na série IPCC – O “episódio Lomborg” aconteceu um dia depois de um <a href="http://www.biosferatv.com.br/noticias/ipcc-revisa-relatorio-das-mudancas-climaticas/" target="_blank">grupo de 12 cientistas independentes ter feito uma série de recomendações ao IPCC</a>.</p>
<p>De acordo com os cientistas &#8211; que incluem um brasileiro, o físico Carlos Henrique de Brito Cruz &#8211; o painel do clima precisa passar por mudanças na sua gestão e na coleta de informações. Um dos pontos nevrálgicos do IPCC que levaram à revisão independente foi a afirmação de que as geleiras do Himalaia desapareceriam em 2035, muito antes do que outras fontes sugerem.</p>
<p>Lomborg bateu nessa tecla anteriormente, quando ainda era cético do clima. Ele afirmou que a matemática do degelo estava errada e que, mesmo que o degelo ocorresse, isso poderia ser benéfico, pois aumentaria a quantidade de água disponível no verão para a China e Índia.</p>
<p>O dinamarquês pretende continuar criticando as contas do Himalaia. Mas, agora, sem desprezar as recomendações do IPCC.</p>
<p><strong>O Ambientalista cético</strong><br />
Bjørn Lomborg é um autor e cientista político dinamarquês. Professor adjunto do <em>Copenhagen Business School</em>, diretor do Centro de Consenso de Copenhague e um ex-diretor do Instituto de Avaliação Ambiental em Copenhague.</p>
<p>Ele tornou-se conhecido internacionalmente por seu controverso best-seller <em>The Skeptical Environmentalist</em> (<em>O Ambientalista Cético</em>), publicado em 2001&gt; A tese principal do livro é a negação das previsões dos problemas ambientais.</p>
<p>Em 2002, Lomborg e o Instituto de Avaliação Ambiental criaram o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Copenhagen_Consensus" target="_blank">Consenso de Copenhague</a>, que tem por objetivo estabelecer as prioridades para promover o bem-estar global, utilizando metodologias baseadas na teoria da economia do bem-estar.</p>
<p>Até este ano, Lomborg fez campanha contra o Protocolo de Kioto e outras medidas para reduzir as emissões de carbono, argumentando ser inevitável a necessidade de adaptação a curto-prazo ao aumento da temperatura.</p>
<p><em>Fonte: Folha.com  / Wikipedia<br />
Imagem: Hasse Ferrold  / Reprodução site</em></p>
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		<title>Plantas crescem menos com aquecimento global</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 13:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aquecimento global não tem feito as plantas crescerem mais, como se estimava, mas sim menos. Segundo um estudo publicado na revista Science, a produtividade dos vegetais tem decaído em todo o mundo.
Até então, achava-se que as temperaturas constantemente mais elevadas estariam estimulando o crescimento das plantas, mas a nova pesquisa, feita com dados de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aquecimento global não tem feito as plantas crescerem mais, como se estimava, mas sim menos. Segundo um estudo publicado na revista <em>Science</em>, a produtividade dos vegetais tem decaído em todo o mundo.</p>
<p>Até então, achava-se que as temperaturas constantemente mais elevadas estariam estimulando o crescimento das plantas, mas a nova pesquisa, feita com dados de satélites da Nasa, a agência espacial norte-americana, aponta o contrário.</p>
<p>O motivo são as secas regionais, indica o estudo feito por Maosheng Zhao e Steven Running, da Universidade de Montana (EUA), segundo o qual a tendência na produtividade já dura uma década.</p>
<p>A produtividade é uma medida da taxa do processo de fotossíntese que as plantas verdes usam para converter energia solar, dióxido de carbono e água em açúcar, oxigênio e no próprio tecido vegetal.</p>
<p>O declínio observado na última década foi de 1%. Parece pouco, mas, de acordo com os autores da pesquisa, é um sinal alarmante devido ao impacto potencial na produção de alimentos e de biocombustíveis e no ciclo global do carbono.</p>
<p>“Os resultados do estudo são, além de surpreendentes, significativos no nível político, uma vez que interpretações anteriores indicaram que o aquecimento global estaria ajudando no crescimento das plantas mundialmente”, disse Running.</p>
<p><strong>Reestudo mudou resultado original</strong><br />
Em 2003, outro artigo publicado na <em>Science</em>, de Ramakrishna Nemani, do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa, e colegas, havia apontado um aumento de 6% na produtividade global de plantas terrestres entre 1982 e 1999.</p>
<p>O aumento foi justificado por condições favoráveis na temperatura, radiação solar e disponibilidade de água, influenciados pelo aquecimento global, que seriam favoráveis ao crescimento vegetal.</p>
<p>Zhao e Running decidiram fazer novo estudo, a partir de dados da última década reunidos pelo satélite Terra, lançado em 1999. Os cientistas esperavam pela continuidade da tendência anterior, mas verificaram que o impacto negativo das secas regionais superou a influência positiva de uma estação de crescimento mais longa, o que levou ao declínio na produtividade.</p>
<p>Segundo o estudo, embora as temperaturas mais elevadas continuem a aumentar a produtividade em algumas áreas e latitudes mais altas, nas florestas tropicais, responsáveis por grande parte da matéria vegetal terrestre, a elevação nas temperaturas tem diminuido a produtividade, devido ao estresse hídrico e à respiração vegetal, que retorna carbono à atmosfera.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagens: Luis Corvini Filho / Kristin Smith e Bill Sarver &#8211; Site SXC.hu </p>
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		<title>&#8220;O clima não está aquecendo!&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2010 11:01:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Fachini</dc:creator>
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		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[professor Luiz Carlos Molion]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O clima não está aquecendo&#8221;. É o que afirma o fisico, meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Molion, em entrevista concedida ao jornalista André Guilherme e a meteorologista Aline Ribeiro em um programa da Jovem Pan on-line. Para o professor Luiz não existe o aquecimento global, uma opinião diferente da maioria das publicações, notícas e informações que recebemos de ONG&#8217;s e outros estudiosos do clima.</p>
<p>Confira o vídeo e depois deixe sua opinião em nosso espaço de comentários:</p>
<p><strong>Parte 1</strong><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/uJSt8cMC2s8?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/uJSt8cMC2s8?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Parte 2</strong><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/lzNk5rPjQ34?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/lzNk5rPjQ34?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Parte 3</strong><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZPMwmq37lrc?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ZPMwmq37lrc?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Quem é Molion</strong><br />
Luiz Carlos Baldicero Molion Luiz Carlos Baldicero Molion é bacharel em Física pela USP e doutor em Meteorologia – e Proteção Ambiental, como campo secundário – pela Universidade de Wisconsin, Estados Unidos. Concluiu seu pós-doutorado no Instituto de Hidrologia, em Wallingford, Inglaterra, em 1982, na área de Hidrologia de Florestas. É associado do Wissenschaftskolleg zu Berlin (Instituto de Estudos Avançados de Berlim), Alemanha, onde trabalhou como pesquisador visitante de 1989 a 1990.</p>
<p>Molion tem mais de 30 artigos publicados em revistas e livros estrangeiros e mais de 80 artigos em revistas nacionais e congressos, em particular sobre impactos do desmatamento da Amazônia no clima; climatologia e hidrologia da Amazônia; causas e previsibilidade das secas do Nordeste; mudanças climáticas globais e regionais; camada de ozônio e fontes de energias renováveis. Foi cientista-chefe nacional de dois experimentos com a NASA sobre a Amazônia. Aposentou-se do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCT), onde foi diretor de Ciências Espaciais e Atmosféricas, como Pesquisador Titular III. Entre 1990 e 1992, foi presidente da Fundação para Estudos Avançados no Trópico Úmido (UNITROP), Governo do Estado do Amazonas, em Manaus, onde desenvolveu pesquisas sobre desenvolvimento sustentado, em particular o biodiesel, combustivel renovável feito de óleos de palmáceas nativas</p>
<p><em>Imagem: TV Brasil</em></p>
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		<title>Italianos cobrem geleira contra derretimento</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 13:27:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A geleira Presena, no norte da Itália, está sendo coberta por uma tela térmica para diminuir o ritmo de seu derretimento durante o verão europeu (inverno no Brasil).
A tela especial, que filtra os raios ultravioletas do sol, foi importada da Áustria, onde este tipo de experiência tem dado certo.
Seus fios são de polipropileno e unidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A geleira Presena, no norte da Itália, está sendo coberta por uma tela térmica para diminuir o ritmo de seu derretimento durante o verão europeu (inverno no Brasil).</p>
<p>A tela especial, que filtra os raios ultravioletas do sol, foi importada da Áustria, onde este tipo de experiência tem dado certo.</p>
<p>Seus fios são de polipropileno e unidos formam uma trama permeável à água, mas capaz de permitir a troca de temperaturas internas e externas.</p>
<p>Dois anos atrás, um teste realizado na geleira italiana comprovou a eficiência desta ação, que conseguiu evitar 60% da neve do derretimento. Na experiência, a neve desprotegida perdeu um metro e meio de espessura a mais do que a parte coberta.</p>
<p>Os italianos usaram naquela ocasião 30 mil m² de tela. Com o resultado positivo, eles agora decidiram triplicar o perímetro de ação, passando para 90 mil m².</p>
<p>A tela tem uma espessura de 4 milímetros e pela cor branca se mimetiza com a paisagem, além de refletir os raios do sol. Ela vai ser retirada apenas no começo do mês de setembro.</p>
<p>“Este sistema funciona apenas se temos gelo embaixo da neve. E este é o caso do Presena. Se houvesse apenas a neve sobre o capim, a terra, ela derreteria de qualquer forma. Queremos proteger o gelo mantendo a neve fria”, explica Giacinto Delpero, presidente da empresa responsável pelo trabalho de cobertura.</p>
<p><strong>Operação</strong><br />
A colocação da tela sobre o glaciar é lenta e difícil por causa das condições climáticas adversas. A língua de gelo começa a 2.750 metros e continua até 3 mil metros de altitude. A temperatura chega facilmente aos -10ºC, mesmo no verão.</p>
<p>Operários desenrolam as faixas das telas – cada uma com 70 metros de comprimento por 5 metros de largura – do alto para baixo, colocando sacos de areia nas extremidades para manter o “lençol” preso ao terreno em caso de ventos fortes.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cientistas estudam as características do manto e a espessura do gelo para, mais tarde, entender melhor o processo de encolhimento da geleira e suas consequências.</p>
<p>“Uma coisa é certa: o derretimento das geleiras ocorre por causa do aumento da temperatura global”, disse o engenheiro ambiental e territorial Nicola Paoli, do Serviço de Proteção Civil da Província de Trento, onde fica o glaciar.</p>
<p>A<strong>meaça</strong><br />
As geleiras de Trento já perderam 25% de sua massa total entre 1993 e 2003. O Presena apresenta a situação mais crítica, com uma redução da ordem de 39%.</p>
<p>Até 1980, a quantidade de neve acumulada no topo da montanha do glaciar durante o inverno equivalia em média ao volume derretido durante o verão.</p>
<p>O problema é que nos últimos 30 anos o desequilíbrio desta relação apresenta um resultado negativo para a geleira.</p>
<p>“E nos últimos quatro, cinco anos, observamos que a neve derretida dobrou em relação ao ritmo normal. A redução da espessura passou de um metro por ano para um e meio a dois metros”, alerta o engenheiro.</p>
<p>Mesmo com 30 ou 40 metros de profundidade em alguns pontos, a sobrevivência do glaciar Presena não estaria garantida. </p>
<p><em>Fonte: BBC Brasil / G1<br />
Imagem: Paolo Grossi &#8211; Wikimedia Commons<br />
</em></p>
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		<title>Empresas lutam contra aquecimento no AM</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 23:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Bugallo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma parceria entre Nokia e WWF-Brasil permitirá a identificação e o mapeamento das mudanças climáticas em curso na região do Alto Purus, no Acre, propondo alternativas de adaptação para enfrentar os impactos negativos para as populações locais. O objetivo é a produção do conhecimento técnico-científico e a melhoria de vida das comunidades locais, compostas principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parceria entre Nokia e WWF-Brasil permitirá a identificação e o mapeamento das mudanças climáticas em curso na região do Alto Purus, no Acre, propondo alternativas de adaptação para enfrentar os impactos negativos para as populações locais. O objetivo é a produção do conhecimento técnico-científico e a melhoria de vida das comunidades locais, compostas principalmente por pescadores e suas famílias. </p>
<p> O projeto vai registrar em vídeo como os pescadores têm percebido as mudanças climáticas na região e quais medidas de adaptação são utilizadas para mitigar ou reduzir os impactos das alterações no clima. As informações serão coletadas com base em metodologia da Rede WWF para o Projeto <em>Testemunhas do Clima</em>, que já foi aplicada em comunidade de pescadores no município de Santarém (PA).</p>
<p> Uma metodologia participativa assegura o envolvimento dos pescadores em todos os processos do projeto piloto. Outro objetivo será contribuir para a recuperação do conhecimento tradicional. Além de informações técnico-científicas, serão coletados testemunhos pessoais nas comunidades locais, dando origem a um vídeo que será divulgado no Brasil e no exterior.</p>
<p>Segundo Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil, o projeto será importante para gerar informações sobre as mudanças climáticas na região. “A ideia é que possamos dar uma contribuição para reduzir a vulnerabilidade das populações locais aos impactos dessas mudanças, aumentando sua capacidade de adaptação. Os pescadores do Alto Purus se tornarão Testemunhas do Clima”, afirma.</p>
<p>A secretária-geral do WWF-Brasil acrescenta que, por meio do projeto, Nokia e WWF-Brasil darão uma importante contribuição, juntamente com outros parceiros locais e os pescadores, para subsidiar políticas públicas de adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p>“A Nokia orgulha-se por poder fazer parte de uma iniciativa como esta. A ação junto à população que vive às margens do rio Pu<a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lago_sto_antonio_21ago09_060_1_31629.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2656" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lago_sto_antonio_21ago09_060_1_31629.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>rus é mais um fruto da duradoura parceria global entre a Nokia e o WWF”, comenta Almir Luiz Narcizo, presidente da Nokia do Brasil.</p>
<p> <strong>A região</strong></p>
<p>O rio Purus é um dos afluentes mais importantes do rio Amazonas e sua bacia abrange 380 mil quilômetros quadrados. O rio nasce no Peru, entra no Brasil pelo Acre e segue pelo estado do Amazonas. Mais de 90% de sua bacia situa-se no Brasil. Na época da cheia, o Purus atinge outros 21.833 km2 da várzea (planície inundada nas margens do rio).  Suas águas brancas, ricas em sedimentos provenientes dos Andes, estão entre as mais produtivas da Amazônia e respondem por cerca de 70% produção pesqueira que abastece Rio Branco, a capital do Acre, e por 30%, em Manaus, capital do Amazonas.</p>
<p>No Alto Purus, a biologia e a ecologia dos peixes têm forte ligação com o regime hidrológico do canal principal do rio e do regime regular das cheias na planície de inundação (a várzea).  Além da variação natural no ciclo de cheias entre um ano e outro, a oferta de peixes sofre o efeito das mudanças climáticas. Uma redução da produção pesqueira afeta diretamente os pescadores e suas famílias.</p>
<p> Além disso, a pesca é o principal meio de subsistência da população ribeirinha da Amazônia. Mais de 80% das famílias nas várzeas da região vivem da pesca. Além disso, existem outros 37 mil pescadores que praticam a atividade em escala comercial na bacia amazônica.</p>
<p>De acordo com Antonio Oviedo, responsável pelo projeto no WWF-Brasil, é importante fazer uma avaliação biológica dos recursos pesqueiros da área e apoiar a implementação dos acordos de pesca.  “É necessário sistematizar o conhecimento local sobre a pesca e os ambientes da várzea, bem como compreender os padrões individuais e coletivos de uso dos recursos pesqueiros em escala comunitária e regional”, avalia.</p>
<p> Ainda segundo Antonio Oviedo, essa sistematização é necessária para o aperfeiçoamento dos acordos de pesca, que são normas criadas pelas comunidades para organizar a atividade pesqueira, com objetivo de garantir a sustentabilidade da pesca no longo prazo. Quando aprovados pelo Ibama, ganham força de lei. Os acordos têm obtido importantes resultados do ponto de vista da conservação de ecossistemas aquáticos, do incremento da renda e da segurança alimentar de populações que habitam as regiões de várzea.</p>
<p> O projeto Testemunhas do Clima Nokia/WWF-Brasil no Alto Purus conta ainda com a participação da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar do Estado do Acre (Seaprof).. A primeira edição aconteceu em 2008, na comunidade de Igarapé do Costa, estado do Pará. Os vídeos produzidos podem ser vistos no link <a href="http://www.wwf.org.br/testemunhasdoclima">www.wwf.org.br/testemunhasdoclima</a>. </p>
<p>Fonte: WWF</p>
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