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	<title>BIOSFERA TV &#187; amazônia</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>TEDx Amazônia é neste final de semana</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 12:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acontece nos dias 6 e 7 de novembro o TEDx Amazônia, um evento com 50 palestrantes de todos os cantos do mundo, que irão expor ideias e sugerir iniciativas em prol da biodiversidade, preservação e consciência ambiental.
As inscrições terminaram em outubro. Mas você pode conferir um vídeo do que vai ser o evento logo abaixo.
Acompanhe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acontece nos dias 6 e 7 de novembro o TEDx Amazônia, um evento com 50 palestrantes de todos os cantos do mundo, que irão expor ideias e sugerir iniciativas em prol da biodiversidade, preservação e consciência ambiental.</p>
<div id="attachment_4308" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/tedx_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4308" title="tedx_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/tedx_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Evento acontecerá em um hotel flutuante no meio da selva amazônica</p></div>
<p>As inscrições terminaram em outubro. Mas você pode conferir um vídeo do que vai ser o evento logo abaixo.</p>
<p>Acompanhe as palestras <a href="http://www.tedxamazonia.com.br/transmissao" target="_blank">nesse link</a>.</p>
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		<title>Confira o Minuto Biosfera de 14/09/10</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 13:31:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira a 1a edição do nosso boletim de notícias: o Minuto Biosfera!

E saiba mais detalhes destas notícias acessando os links abaixo: 
Rod. dos Bandeirantes terá asfalto ecológico
Um mundo sem mosquitos é possível?
TEDx Amazônia: Inscrições até 30/09
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a 1a edição do nosso boletim de notícias: o <strong>Minuto Biosfera</strong>!</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-naIqr8wOZk?hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/-naIqr8wOZk?hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>E saiba mais detalhes destas notícias acessando os links abaixo: </p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/noticias/rodovia-dos-bandeirantes-tera-asfalto-ecologico/" target="_blank">Rod. dos Bandeirantes terá asfalto ecológico</a></p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/noticias/um-mundo-sem-mosquitos/" target="_blank">Um mundo sem mosquitos é possível?</a></p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/blog/tedx-amazonia-inscricoes-ate-3009/" target="_blank">TEDx Amazônia: Inscrições até 30/09</a></p>
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		<title>TEDx Amazônia: Inscrições até 30/09</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 13:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas até 30 de setembro as incrições para uma oportunidade de acompanhar as palestras do TEDx Amazônia, braço independente do e regional do TED, que acontecerá em Manaus nos dias 6 e 7 de novembro.
O evento terá diversos especialistas para palestras de 5 a 15 minutos sobre um tema em específico. Na edição da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas até 30 de setembro as incrições para uma oportunidade de acompanhar as palestras do <a href="http://www.tedxamazonia.com.br/" target="_blank">TEDx Amazônia</a>, braço independente do e regional do TED, que acontecerá em Manaus nos dias 6 e 7 de novembro.</p>
<p>O evento terá diversos especialistas para palestras de 5 a 15 minutos sobre um tema em específico. Na edição da cidade amazonense, o tema será <em>Qualidade de Vida para todas as espécies do planeta</em>.</p>
<div id="attachment_3536" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/vitoria_480.jpg"><img class="size-full wp-image-3536" title="vitoria_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/vitoria_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Qualidade de Vida para todas as espécies do planeta é o tema do TEDx AMazônia</p></div>
<p>Dentre os mais de 50 pensadores do Brasil e do mundo que apresentarão propostas inovadoras sobre o assunto, estão:</p>
<p>– O bioquímico americano Ken Goddard, criador do primeiro laboratório de investigação de crimes contra a natureza, em Oregon (EUA);</p>
<p>– Fabio Rosa, fundador de uma organização que se dedica em eletricidade, produzida a partir de energia solar, para os cantos mais remotos do Brasil e da África.</p>
<p>– O químico alemão Michael Braungart, empreendedor que busca reinventar o modelo produtivo da sociedade, criando um sistema que não deixe resíduos na produção industrial. Ele também é escritor do livro <em>Cradle to Cradle</em> (Do berço ao berço).</p>
<p>– O ex-soldado no Afeganistão Ed Stafford, primeiro homem a caminhar por toda a extensão do Rio Amazonas. A caminhada levou mais de dois anos, dos Andes ao Atlântico, onde ele chegou em agosto de 2010.</p>
<p><em>Manaus já foi palco de outros eventos sobre a sustentabilidade. Em março, aconteceu na cidade o Fórum internacional de sustentabilidade, com a presença de Al Gore e <a href="http://www.biosferatv.com.br/videos/exclusivo-james-cameron-no-biosfera/" target="_blank">James Cameron</a>, diretor de &#8216;Avatar&#8217;. A equipe do <strong>BIOSFERA</strong> esteve lá e conferiu tudo.</em></p>
<p><strong>Potencial de disseminação de ideias</strong><br />
As fichas de cadastro serão analisadas e os participantes do evento serão escolhidos de acordo com a área de atuação, idade e potencial de disseminar e reverberar experiências para os demais participantes.</p>
<p>Os interessados em participar do evento podem preencher o <a href="http://www.tedxamazonia.com.br/pagina/inscricoes" target="_blank">questionário de seleção</a>, disponível no site do TEDx Amazônia.</p>
<p><strong>Sobre o TEDx</strong><br />
Licenciado pelo <em>TED – Technology, Entertainment and Design</em>, o TEDx busca reunir pessoas interessadas em compartilhar, debater e promover ideias para um futuro melhor, organizado ao estilo TED, mas de forma independente.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
TEDx Amazônia<br />
Data: 6 e 7 de novembro<br />
Local: Jungle Palace Hotel &#8211; R. Emilio Moreira, nº 470, Centro – Manaus/AM</p>
<p><em>Imagem: Jose Fernando Carli &#8211; site SXC.hu</em></p>
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		<title>IBGE divulga versão 2010 do IDS</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 13:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi divulgado no início de setembro o Índice de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o relatório, o país manteve o ritmo de crescimento econômico e evoluiu nos principais indicadores sociais, mas desigualdades sociais e regionais ainda persistem.
A degradação de ecossistemas, a perda de biodiversidade e da melhora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi divulgado no início de setembro o Índice de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o relatório, o país manteve o ritmo de crescimento econômico e evoluiu nos principais indicadores sociais, mas desigualdades sociais e regionais ainda persistem.</p>
<p>A degradação de ecossistemas, a perda de biodiversidade e da melhora significativa da qualidade ambiental nos centros urbanos são outros pontos realçados no documento.</p>
<div id="attachment_3513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/mapa_brasil.jpg"><img class="size-full wp-image-3513" title="mapa_brasil" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/mapa_brasil.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Desigualdades sociais e regionais ainda persistem, segundo Índice do IBGE</p></div>
<p>Essa é a 4<sup>a</sup> edição do IDS. Iniciado em 2002, teve relatórios em 2004 e 2008. A publicação tem o objetivo de, ao entrelaçar as dimensões ambiental, social, econômica e institucional, mostrar em que ponto o Brasil está e para onde sua trajetória aponta no caminho rumo ao desenvolvimento sustentável.</p>
<p>A análise do índice é dividida em 4 dimensões de desenvolvimento, semelhante ao tripé da sustentabilidade, <a href="http://www.biosferatv.com.br/videos/veja-aqui-o-compacto-do-programa-1/" target="_blank">já mostrado pelo <strong>BIOSFERA</strong></a>.</p>
<p><strong>Dimensão ambiental</strong><br />
Tem indicadores divididos entre os temas: atmosfera; terra; água doce; oceanos, mares e áreas costeiras; biodiversidade e saneamento</p>
<p><strong>Dimensão social</strong><br />
Corresponde aos objetivos ligados à satisfação das necessidades humanas, melhoria da qualidade de vida e justiça social, abrangendo temas como população, trabalho e rendimento, saúde, educação, habitação e segurança.</p>
<p><strong>Dimensão econômica</strong><br />
Trata do desempenho macroeconômico e financeiro do país e dos impactos no consumo de recursos materiais, na produção e gerenciamento de resíduos e no uso de energia.</p>
<p><strong>Dimensão institucional</strong><br />
Diz respeito à orientação política, capacidade e esforço despendido por governos e pela sociedade na implementação das mudanças requeridas para uma efetiva implementação do desenvolvimento sustentável.</p>
<p>Segundo o Índice, ainda há uma longa estrada pela frente para o Brasil atingir o desenvolvimento ideal, previsto em 1987 pela <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Comiss%C3%A3o_Mundial_sobre_Meio_Ambiente_e_Desenvolvimento" target="_blank">Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento</a> (Comissão Brundtland).</p>
<p>Ao longo da próxima semana, o <strong>BIOSFERA</strong> irá detalhar os pontos importantes do relatório, em cada uma das dimensões analisadas. Fique ligado!</p>
<p><strong>Mais sobre o assunto</strong><br />
Confira exemplos ilustrativos, com mapas da degradação ambiental e desenvolvimento social levantados pelo IDS <a href="http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/0000000116.pdf" target="_blank">aqui</a>. A publicação completa está <a href="http://www.ibge.gov.br/home/geociencias/recursosnaturais/ids/ids2010.pdf" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p><em>Fonte: IBGE<br />
Imagem: Marcelo Terraza – Site SXC.hu</em></p>
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		<title>Mudanças climáticas e o efeito nas florestas</title>
		<link>http://www.biosferatv.com.br/noticias/mudancas-climaticas-alteram-crescimento-das-florestas/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 11:00:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Fachini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As alterações no clima têm feito com que as florestas tropicais cresçam em um ritmo mais lento do que o habitual, ao passo que o inverso ocorre nas florestas temperadas, onde as árvores se desenvolvem a taxas mais aceleradas. Em ambos os casos, o fenômeno pode ser explicado pelo aumento nas concentrações de CO2 na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As alterações no clima têm feito com que as florestas tropicais cresçam em um ritmo mais lento do que o habitual, ao passo que o inverso ocorre nas florestas temperadas, onde as árvores se desenvolvem a taxas mais aceleradas. Em ambos os casos, o fenômeno pode ser explicado pelo aumento nas concentrações de CO2 na atmosfera.</p>
<p>&#8220;Nos últimos 40 anos verificamos um aumento de 15% nas emissões de CO2 na atmosfera. Era esperado que isso afetasse os padrões de crescimento das florestas, mas só agora estamos tendo as primeiras pistas de como isso está acontecendo na prática&#8221;, afirma o pesquisador Stuart James Davies, diretor científico do Smithsonian Tropical Research Institute, considerada uma das principais instituições mundiais de estudos na área de ecologia tropical, com atuação em 40 países.</p>
<p>Após realizar estudos de campo em florestas de área superior a 50 hectares (o equivalente a 50 campos de futebol), localizadas na Ilha Barro Colorado, no Panamá, e em Pasoh, na Malásia, Davies e sua equipe concluíram que as florestas tropicais estão registrando as menores taxas de crescimento dos últimos 21 anos. Foram analisadas mais de 400 mil árvores e arbustos, marcados e catalogados ao longo de 30 anos.</p>
<p>Segundo a pesquisa, as taxas de crescimento dos troncos caíram significativamente nas duas florestas. No Panamá, várias amostras foram analisadas. Em um grupo de 242 espécies, os padrões de crescimento se alteraram em 95% delas, sendo que em 71% as mudanças foram bastante significativas. Na Malásia, de um grupo de 775 espécies de árvores, 95% apresentaram taxas de crescimento inferior às verificadas nos últimos 20 anos.</p>
<p>Nos dois casos, explica Davies, as alterações no padrão de crescimento estão associadas a mudanças nos regimes climático locais. Entre elas, a redução da média anual de temperaturas mínimas e aos níveis de chuvas.</p>
<p>&#8220;As causas dessa redução no crescimento das árvores ainda precisam ser melhor compreendidas. Mas há uma nova dinâmica em curso, claramente um sinal das mudanças climáticas.&#8221; O estudo faz parte do projeto HSBC Climate Partnership, criado pelo grupo financeiro britânico com o objetivo de conduzir experiências de campo sobre os efeitos das mudanças climáticas sobre os ecossistemas e, a longo prazo, também na economia.</p>
<p><strong>Florestas temperadas</strong><br />
As florestas localizadas em regiões de clima temperado &#8211; como nos Estados Unidos e Europa &#8211; também estão tendo seus padrões de crescimento alterados, mas no sentido contrário.</p>
<p>Essas florestas crescem a taxas aceleradas, nunca vistas nos últimos 225 anos, aponta outro estudo, realizado pelo Smithsonian Environmental Research Center, que também faz parte do Smithsonian Institution. Experimento desenvolvido em florestas do Estado americano de Maryland pelo ecólogo Geoffrey Parker foi publicado em fevereiro pela Proceedings of The National Academy of Sciences (PNAS), a publicação da Academia Nacional de Ciências dos EUA.</p>
<p>Parker rastreou as taxas de crescimento das árvores com idades entre 5 anos e 225 anos e as incluiu em um modelo matemático. Mais de 90% das amostras cresceram entre duas a quatro vezes mais rápido que o padrão delimitado pelo modelo matemático. Na floresta que serviu de base para o estudo, as taxas de CO2 na atmosfera cresceram 12% nos últimos 22 anos e a estação mais quente, onde ocorre majoritariamente o crescimento das árvores, se prolongou por mais sete a oito dias por ano.</p>
<p>&#8220;Se olharmos para os resultados dos dois estudos é possível concluir que a resposta das florestas às mudanças climáticas é rápida&#8221;, diz Davies. O pesquisador explica que essas mudanças, associadas às alterações drásticas nas paisagens causadas pela ocupação humana &#8211; como desmatamentos e queimadas &#8211; podem trazer impactos importantes na regulação do clima e do regime de chuvas, especialmente nas regiões tropicais.</p>
<p><strong>Amazônia</strong><br />
No Brasil, o Experimento de Grande Escala da Interação Biosfera-Atmosfera da Amazônia (LBA), iniciativa que soma mais de 150 projetos de pesquisas, ainda não possibilitou aferir conclusões sobre como o bioma é afetado pelo aquecimento global.</p>
<p>&#8220;Ainda não temos dados suficientes para afirmar que a floresta tropical brasileira teve seus padrões de crescimento alterados em razão das mudanças climáticas&#8221;, afirma Luiz Antonio Martinelli, pesquisador da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP). Ele explica que as florestas tropicais têm maior variabilidade genética e possibilidade de adaptação a mudanças do que as florestas de clima temperado. &#8220;Mas já temos um banco de dados consistente para investigações futuras.&#8221;</p>
<p><em>Fonte: O Estado de S. Paulo<br />
Imagem: InfoEscola</em></p>
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		<title>Amazônia perde 29 áreas protegidas</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 13:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Fachini</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[áreas protegidas]]></category>
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		<description><![CDATA[Por pressão de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do próprio governo, 29 áreas protegidas na Amazônia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009. O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte. As reduções ocorreram sem consultas públicas ou estudos técnicos, como manda a lei.
Os dados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por pressão de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do próprio governo, 29 áreas protegidas na Amazônia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009. O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2, quase um Rio Grande do Norte. As reduções ocorreram sem consultas públicas ou estudos técnicos, como manda a lei.</p>
<p>Os dados são de um estudo inédito do <a href="http://www.imazon.org.br/" target="_blank">Imazon</a> (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia). Os pesquisadores Elis Araújo e Paulo Barreto levantaram 37 iniciativas entre novembro de 2008 a novembro de 2009 para reduzir 48 unidades de conservação ou terras indígenas na Amazônia.</p>
<p>Até julho deste ano, 23 propostas haviam sido concluídas. 93% delas resultaram em perda de área na unidade de conservação.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/08/areas-protegidas-amazonia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3308" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/08/areas-protegidas-amazonia-300x242.jpg" alt="" width="300" height="242" /></a></p>
<p>O Estado de Rondônia, o mais desmatado da Amazônia, é o campeão: reduziu duas unidades de conservação estaduais e extinguiu dez, além de ter negociado com o governo a redução da Floresta Nacional Bom Futuro, unidade federal.</p>
<p>&#8220;Como eles perderam um terço da cobertura florestal, o que sobrou são áreas protegidas&#8221;, diz Araújo. &#8220;A indústria madeireira lá ainda é forte. As unidades de conservação sofrem muita pressão.&#8221;</p>
<p>O instrumento usado pelo governo do Estado para acabar com as áreas protegidas foi próprio zoneamento ecológico-econômico do Estado, lei que disciplina a ocupação das terras. As unidades de conservação nas zonas de intensificação da produção foram consideradas extintas.</p>
<p>Outro caso foi o do Parque Estadual do Xingu, em Mato Grosso. Ele foi reduzido com o apoio da população de Vitória do Xingu para dar lugar a um empreendimento agropecuário, que não veio.</p>
<p>&#8220;E a cidade ainda perdeu o repasse do Arpa (programa federal que dá dinheiro a regiões com unidades de conservação)&#8221;, diz Araújo.</p>
<p><em>Fonte: Folha de S. Paulo<br />
Imagem: Imazon</em></p>
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		<title>MT tem última &#8220;queimada científica&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 17:35:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Fachini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sinto pena, mas tem de fazer isso pela ciência, né?&#8221;, filosofa Osvaldo Portela, funcionário do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), ao observar algumas árvores em chamas.
O incêndio que esse amazônida nativo acompanha não é acidental. Foi provocado por uma equipe multidisciplinar de 30 cientistas.Eles estudam os efeitos das queimadas numa floresta de transição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sinto pena, mas tem de fazer isso pela ciência, né?&#8221;, filosofa Osvaldo Portela, funcionário do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), ao observar algumas árvores em chamas.</p>
<p>O incêndio que esse amazônida nativo acompanha não é acidental. Foi provocado por uma equipe multidisciplinar de 30 cientistas.Eles estudam os efeitos das queimadas numa floresta de transição no nordeste do Mato Grosso, formada por árvores maiores que as do cerrado, mas não tão grandes quanto as da mata amazônica &#8220;padrão&#8221;.</p>
<p>O fragmento florestal de 150 hectares onde acontece o experimento foi dividido em três partes iguais. Uma fatia permanece intocada, um terço foi queimado anualmente desde 2004 e o outro sofreu queimadas controladas a cada três anos (num total de três queimas).</p>
<p>Na semana passada, o grupo, acompanhado pela reportagem, realizou a última queima controlada do projeto. Agora, os cientistas vão acompanhar, até 2013, como as áreas queimadas no projeto se regeneram.</p>
<p><strong>Pirotecnia Científica</strong><br />
Há um bom motivo para estudar o quanto a floresta é inflamável. &#8220;Mesmo que o desmatamento da Amazônia pare nos próximos anos, o fogo ainda será um grande inimigo da floresta&#8221;, justifica o engenheiro florestal Paulo Brando, do Ipam, um dos coordenadores do trabalho.</p>
<p>O fogo pode ter causas naturais (como raios) ou pode ser provocado pelo homem. Especialmente em Mato Grosso, é comum que florestas próximas de pastos sejam atingidas por queimadas promovidas por fazendeiros para &#8220;renovar&#8221; o solo.</p>
<p>&#8220;Sabemos que um incêndio emite 20 toneladas de CO2 na atmosfera por hectare. Mas ninguém sabe como uma floresta queimada se recompõe&#8221;, explica a ecóloga americana Jennifer Balch, que divide a coordenação do estudo com Brando.</p>
<p>Ela é associada ao Ipam e pertence à instituição americana WHRC (Centro de Pesquisa Woods Hole, em inglês), parceira no trabalho.</p>
<p><strong>Mais calor, mais fogo</strong><br />
Os pesquisadores já observaram que o microclima da floresta é alterado desde o primeiro incêndio. Há uma reconfiguração do solo da floresta (que fica mais arenoso) e do dossel &#8211; o &#8220;teto&#8221; da mata, formado por galhos e folhas das copas das árvores (que fica mais espaçado).</p>
<p>Com dossel mais aberto e maior entrada de luz, a floresta aumenta de temperatura e perde umidade -o que a deixa mais suscetível a novos incêndios. Além disso, fica mais fácil a invasão de capim dos pastos vizinhos.</p>
<p>Algumas das 120 espécies de plantas notificadas na região do estudo já desapareceram com as queimadas. Resta saber por que algumas morrem e outras sobrevivem.</p>
<p>&#8220;A ideia agora é criar modelos de mortalidade das árvores e desenvolver técnicas de recomposição das florestas queimadas&#8221;, explica Brando, do Ipam.</p>
<p>Os pesquisadores viram também que uma seca ocorrida em 2007 dobrou a mortalidade das árvores submetidas à queima naquele ano, em comparação com os anos anteriores.</p>
<p>&#8220;Isso é importante porque essa região é muito suscetível a futuras mudanças climáticas, que poderão incluir períodos de secas&#8221;, explica Brando. Ou seja, a soma de seca e incêndios pode resultar numa equação desastrosa para a floresta.</p>
<p><em>Fonte: Folha de S. Paulo</em><br />
<em>Fotomontagem: Fabiano Fachini</em></p>
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		<title>Povos amazônicos x hidroelétricas</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Aug 2010 13:32:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Fachini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 25 e 27 de agosto, a cidade de Itaituba, no Pará, região Norte do Brasil, reunirá centenas de ribeirinhos, indígenas, quilombolas, pescadores tradicionais e agricultores familiares para o I Encontro Inter-Regional de Povos e Comunidades Atingidas e Ameaçadas por grandes projetos de infraestrutura nas bacias dos rios da Amazônia.
De acordo com padre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 25 e 27 de agosto, a cidade de Itaituba, no Pará, região Norte do Brasil, reunirá centenas de ribeirinhos, indígenas, quilombolas, pescadores tradicionais e agricultores familiares para o I<a> Encontro Inter-Regional de Povos e Comunidades Atingidas e Ameaçadas por grandes projetos de infraestrutura nas bacias dos rios da Amazônia.</a></p>
<p>De acordo com padre <strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=32586">Edilberto Sena</a></strong>, membro da Frente em Defesa da Amazônia (FDA), o encontro será um momento de fortalecimento da defesa da região amazônica e de resistência às obras do Governo Federal. &#8220;Vamos resistir ao plano perverso do Governo Lula [Luiz Inácio Lula da Silva, atual presidente do Brasil], que faz o jogo das grandes empresas&#8221;, comenta.</p>
<p>A expectativa é que cerca de 500 moradores das bacias dos rios Madeira, Teles Pires, Tapajós e Xingu participem do evento, que já será uma preparação para o V Fórum Social Pan-Amazônico, marcado para acontecer em novembro na cidade de Santarém, no Pará. Para padre Edilberto, o encontro também será um momento de articulação dos diversos movimentos contra as hidroelétricas na região. &#8220;O evento é fruto do Fórum Social Mundial de Belém [do ano passado] e será a formalização da Aliança Amazônica&#8221;, afirma.</p>
<p>Durante os três dias, os participantes discutirão ações de resistência aos grandes projetos desenvolvimentistas, realizarão debates e promoverão manifestações contra as hidroelétricas na região. Entre as mobilizações, destaca-se a &#8220;Caminhada em Defesa da Vida e contra a Construção de Hidroelétricas na Amazônia&#8221;, que sairá às 14h do Parque de Exposição de Itaituba e percorrerá as principais ruas da cidade.</p>
<p>Padre Edilberto mostra-se preocupado com o projeto do Governo Federal para a região amazônica. &#8220;O Governo está estraçalhando a Amazônia&#8221;, indigna-se. De acordo com ele, há projetos previstos ou em andamento em todas as quatro bacias destacadas no Encontro.</p>
<p>Na bacia do rio Tapajós, por exemplo, já está em fase de estudo a construção de <a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=30383">cinco hidroelétricas</a> que afetará os estados Pará e do Amazonas. De acordo com o integrante do FDA, a previsão é inundar 730 km2 e construir um paredão de 36 metros de altura em São Luiz do Tapajós. &#8220;São terras de preservação, terras indígenas&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Além do impacto ambiental, padre Edilberto ainda alerta para os efeitos sociais e econômicos para as comunidades afetadas. Segundo ele, as obras expulsarão os moradores da localidade e a energia gerada ainda não será para o povo da região. &#8220;Itaituba, Santarém, Belterra e proximidades já têm energia vinda de Tucurí&#8221;, afirma, denunciando que tais hidroelétricas serão para servir grandes empresas mineradoras que atuam na região.</p>
<p>Em Teles Pires, no Mato Grosso, conforme informações do integrante da Frente de Defesa da Amazônia, o plano é construir três hidrelétricas médias. No Rio Xingu, no Pará, a discussão gira em torno da construção da usina de Belo Monte, que está na fase de consórcio. Já no Complexo do Rio Madeira, em Rondônia, as obras de Santo Antonio e Jirau já começaram.</p>
<p><strong>DICAS</strong></p>
<p>Mais informações sobre o assunto em:</p>
<p><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=35027" target="_self">Povos e comunidades das bacias do rios da Amazônia se encontram. Projetos do PAC em discussão</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=32444" target="_self">Tapajós. Projeto será teste para setor elétrico </a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=31725" target="_blank">Depois de Belo Monte governo se dedicará ao projeto hidrelétrico do Tapajós</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=31347" target="_blank">Governo tem 19 projetos de usinas na Amazônia</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=30679" target="_blank">Terras indígenas ameaçadas na região do Tapajós</a></strong></p>
<p><strong><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=30383" target="_blank">As cinco hidrelétricas no Rio Tapajós. &#8221;Nenhum rio, no mundo, suporta isso&#8221;. Entrevista especial com Telma Monteiro</a></strong></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=28894" target="_blank">Tapajós. Usina hidréletrica ameaça comunidades ribeirinhas</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&amp;Itemid=18&amp;task=detalhe&amp;id=32440" target="_blank">Tapajós. Usinas alagarão áreas protegidas no Pará</a></strong></p>
<p><em>Fonte: Adital<br />
Imagem:Google</em></p>
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		<title>Desmate na Amazônia cai 49%, diz ministério</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 15:51:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabiano Fachini</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta segunda-feira (9) que, entre agosto de 2009 e junho de 2010, houve uma redução de 49% no desmatamento no bioma amazônico, na comparação com o mesmo período entre 2008 e 2009. Enquanto o balanço atual indica que foram desmatados 1.808,55 quilômetros quadrados (km²), no penúltimo levantamento o desmatamento atingiu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Meio Ambiente divulgou nesta segunda-feira (9) que, entre agosto de 2009 e junho de 2010, houve uma redução de 49% no desmatamento no bioma amazônico, na comparação com o mesmo período entre 2008 e 2009. Enquanto o balanço atual indica que foram desmatados 1.808,55 quilômetros quadrados (km²), no penúltimo levantamento o desmatamento atingiu 3.536,68 km².</p>
<p>Os dados são do Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), sistema utilizado pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) para medir o desmatamento. Dos Estados que compõem a região Amazônica, o Pará foi o que teve o maior desmatamento em junho, com 160,6 km².</p>
<div id="attachment_3132" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-3132" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/08/desmatamentoamazonia-300x175.jpg" alt="" width="300" height="175" /><p class="wp-caption-text">Ministério do Meio Ambiente fala em queda do desmatamente na Amazônia</p></div>
<p style="text-align: center">O município de Novo Progresso, que costuma ser o campeão de desmatamento, também apresentou uma redução de 66% de destruição, comparado o ano passado com esse ano. Enquanto entre 2008 e 2009, foram destruídos 168,6 km², de 2009 para 2010 o índice caiu para 57,23 km².</p>
<p>Segundo o presidente do Inpe, Gilberto Câmara, o Brasil é líder mundial no uso de satélites para monitorar o desmatamento em florestas tropicais. Ele disse que há intenção, inclusive, de importar esta tecnologia para países africanos e latino-americanos para identificar suas áreas de florestas tropicais com os problemas de devastação.</p>
<p>Câmara, contudo, demonstrou cautela ao falar da significativa queda no desmatamento. Ele afirmou que os índices resultantes dos monitoramentos, via satélite, são prejudicados pela cobertura de nuvens nos locais além dos pequenos desmatamentos não detectados pelo equipamento.</p>
<p>A ministra do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, afirmou que houve uma mudança na estratégia de combate ao desmatamento na região, incluindo, além dos latifúndios, as pequenas e médias propriedades.</p>
<p>&#8220;A estratégia focava as grandes propriedades, mas há também os ‘puxadinhos’. São as áreas menores, que começaram a ser significativas [no índice de desmatamento] ao longo dos anos”, explicou. &#8220;O resultado é muito bom e sinaliza uma tendência apresentada já no ano passado&#8221;,  disse a ministra.</p>
<p>O ministro de Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, avaliou que os resultados são consequência do avanço tecnológico no sistema de monitoramento da Amazônia, que deve nos próximos anos deve receber mais dois satélites. Em 2011, deve ser lançado o satélite Sibers 3 e, em 2012, está previsto o início das operações do Amazônia 1.</p>
<p><em>Fonte: UOL<br />
Imagem: Espaço Brasil Ecologia</em></p>
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		<title>Empresas lutam contra aquecimento no AM</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 23:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Bugallo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento global]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma parceria entre Nokia e WWF-Brasil permitirá a identificação e o mapeamento das mudanças climáticas em curso na região do Alto Purus, no Acre, propondo alternativas de adaptação para enfrentar os impactos negativos para as populações locais. O objetivo é a produção do conhecimento técnico-científico e a melhoria de vida das comunidades locais, compostas principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma parceria entre Nokia e WWF-Brasil permitirá a identificação e o mapeamento das mudanças climáticas em curso na região do Alto Purus, no Acre, propondo alternativas de adaptação para enfrentar os impactos negativos para as populações locais. O objetivo é a produção do conhecimento técnico-científico e a melhoria de vida das comunidades locais, compostas principalmente por pescadores e suas famílias. </p>
<p> O projeto vai registrar em vídeo como os pescadores têm percebido as mudanças climáticas na região e quais medidas de adaptação são utilizadas para mitigar ou reduzir os impactos das alterações no clima. As informações serão coletadas com base em metodologia da Rede WWF para o Projeto <em>Testemunhas do Clima</em>, que já foi aplicada em comunidade de pescadores no município de Santarém (PA).</p>
<p> Uma metodologia participativa assegura o envolvimento dos pescadores em todos os processos do projeto piloto. Outro objetivo será contribuir para a recuperação do conhecimento tradicional. Além de informações técnico-científicas, serão coletados testemunhos pessoais nas comunidades locais, dando origem a um vídeo que será divulgado no Brasil e no exterior.</p>
<p>Segundo Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil, o projeto será importante para gerar informações sobre as mudanças climáticas na região. “A ideia é que possamos dar uma contribuição para reduzir a vulnerabilidade das populações locais aos impactos dessas mudanças, aumentando sua capacidade de adaptação. Os pescadores do Alto Purus se tornarão Testemunhas do Clima”, afirma.</p>
<p>A secretária-geral do WWF-Brasil acrescenta que, por meio do projeto, Nokia e WWF-Brasil darão uma importante contribuição, juntamente com outros parceiros locais e os pescadores, para subsidiar políticas públicas de adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p>“A Nokia orgulha-se por poder fazer parte de uma iniciativa como esta. A ação junto à população que vive às margens do rio Pu<a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lago_sto_antonio_21ago09_060_1_31629.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2656" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/06/lago_sto_antonio_21ago09_060_1_31629.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>rus é mais um fruto da duradoura parceria global entre a Nokia e o WWF”, comenta Almir Luiz Narcizo, presidente da Nokia do Brasil.</p>
<p> <strong>A região</strong></p>
<p>O rio Purus é um dos afluentes mais importantes do rio Amazonas e sua bacia abrange 380 mil quilômetros quadrados. O rio nasce no Peru, entra no Brasil pelo Acre e segue pelo estado do Amazonas. Mais de 90% de sua bacia situa-se no Brasil. Na época da cheia, o Purus atinge outros 21.833 km2 da várzea (planície inundada nas margens do rio).  Suas águas brancas, ricas em sedimentos provenientes dos Andes, estão entre as mais produtivas da Amazônia e respondem por cerca de 70% produção pesqueira que abastece Rio Branco, a capital do Acre, e por 30%, em Manaus, capital do Amazonas.</p>
<p>No Alto Purus, a biologia e a ecologia dos peixes têm forte ligação com o regime hidrológico do canal principal do rio e do regime regular das cheias na planície de inundação (a várzea).  Além da variação natural no ciclo de cheias entre um ano e outro, a oferta de peixes sofre o efeito das mudanças climáticas. Uma redução da produção pesqueira afeta diretamente os pescadores e suas famílias.</p>
<p> Além disso, a pesca é o principal meio de subsistência da população ribeirinha da Amazônia. Mais de 80% das famílias nas várzeas da região vivem da pesca. Além disso, existem outros 37 mil pescadores que praticam a atividade em escala comercial na bacia amazônica.</p>
<p>De acordo com Antonio Oviedo, responsável pelo projeto no WWF-Brasil, é importante fazer uma avaliação biológica dos recursos pesqueiros da área e apoiar a implementação dos acordos de pesca.  “É necessário sistematizar o conhecimento local sobre a pesca e os ambientes da várzea, bem como compreender os padrões individuais e coletivos de uso dos recursos pesqueiros em escala comunitária e regional”, avalia.</p>
<p> Ainda segundo Antonio Oviedo, essa sistematização é necessária para o aperfeiçoamento dos acordos de pesca, que são normas criadas pelas comunidades para organizar a atividade pesqueira, com objetivo de garantir a sustentabilidade da pesca no longo prazo. Quando aprovados pelo Ibama, ganham força de lei. Os acordos têm obtido importantes resultados do ponto de vista da conservação de ecossistemas aquáticos, do incremento da renda e da segurança alimentar de populações que habitam as regiões de várzea.</p>
<p> O projeto Testemunhas do Clima Nokia/WWF-Brasil no Alto Purus conta ainda com a participação da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar do Estado do Acre (Seaprof).. A primeira edição aconteceu em 2008, na comunidade de Igarapé do Costa, estado do Pará. Os vídeos produzidos podem ser vistos no link <a href="http://www.wwf.org.br/testemunhasdoclima">www.wwf.org.br/testemunhasdoclima</a>. </p>
<p>Fonte: WWF</p>
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