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	<title>BIOSFERA TV &#187; Notícias</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>Menos corrupção é igual a mais sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 15:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[afeganistão]]></category>
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		<description><![CDATA[Divulgado na última semana de abril pela organização Transparência Internacional (TI), o relatório Corrupção Global: Mudanças Climáticas  mostra a relação entre o funcionamento de políticas públicas e a eficiência de medidas de combate ao aquecimento global.
Elaborado com contribuições de mais de 50 especialistas, o documento aponta que países que enfrentam maior impacto do aquecimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Divulgado na última semana de abril pela organização Transparência Internacional (TI), o relatório <em>Corrupção Global: Mudanças Climáticas </em> mostra a relação entre o funcionamento de políticas públicas e a eficiência de medidas de combate ao aquecimento global.</p>
<p>Elaborado com contribuições de mais de 50 especialistas, o documento aponta que países que enfrentam maior impacto do aquecimento global deveriam ter um monitoramento mais efetivo da política, para que ela funcionasse corretamente.</p>
<p>No ranking do grupo sobre as nações com maior risco de corrupção, no qual zero significa &#8220;extremamente corrupto&#8221; e 10 equivale a &#8220;muito íntegro&#8221;, nenhum dos 20 países afetados pelas mudanças climáticas mencionados, especialmente na África e no Sul da Ásia, obteve pontuação superior a 3,5.</p>
<div id="attachment_4710" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/afeganistao_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4710" title="afeganistao_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/afeganistao_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Afeganistão possui o maior risco de corrupção, com uma pontuação de 1,4</p></div>
<p><strong>Novos caminhos para o dinheiro = maior corrupção</strong><br />
O relatório considerou que o Afeganistão possui o maior risco de corrupção com uma pontuação de 1,4, enquanto a Tailância obteve nota de 3,5. &#8220;De onde fluem novos fluxos de dinheiro por meio de mercados e mecanismos novos, sempre existe o risco de corrupção&#8221;, assinalou o relatório da TI.</p>
<div id="attachment_4712" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/tailandia.jpg"><img class="size-full wp-image-4712" title="tailandia" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/tailandia.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Cidade Histórica de Ayutthaya, na Tailândia. País teve nota 3,5 no relatório da TI</p></div>
<p>De acordo com o documento, os riscos de corrupção são altos devido à complexidade, à incerteza e à falta de experiência com muitos temas vinculados ao aquecimento global e à proteção do meio ambiente.</p>
<p>&#8220;Muitos dos <a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/GCR_MaplecroftCCVIMap.pdf" target="_blank">países</a> considerados pelo Banco Mundial especialmente vulneráveis aos efeitos mais evidentes de mudanças climáticas (seca, enchentes, tempestades ou elevação do nível do mar) são também os países nos quais especialistas constataram altos níveis de corrupção nos serviços públicos de acordo com o Índice de Percepção de Corrupção da TI&#8221;, observa o relatório.</p>
<div id="attachment_4715" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/paises_fragilidade2.jpg"><img class="size-full wp-image-4715" title="paises_fragilidade2" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/paises_fragilidade2.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Países listados no documento tem maior fragilidade na política, sendo alvos mais fáceis para a corrupção </p></div>
<p>Na lista, estão Maláui, Etiópia, Zimbábue (secas); Bangladesh, China, índia (enchentes); Bangladesh, Filipinas, Madagascar (tempestades); Maldivas, Vietnã, Egito (elevação do nível do mar); Sudão, Senegal e Mali (redução da produção agrícola).</p>
<p><strong>Maior Desenvolvimento nem sempre é igual a maior transparência</strong><br />
O relatório mostra também exemplos de países que, mesmo já desenvolvidos economicamente, ainda engatinham em políticas públicas claras para a sociedade. Segundo o documento, nos EUA, o <em>American Clean Energy and Security Act</em> (Ato Americano de Energia Limpa e Segura), um projeto de lei para introduzir uma norma para comércio e limite máximo de emissões, não foi sequer apresentado para votação no Senado. Isso deve-se especialmente ao <em>brown lobby</em> (lobby marrom) composto de 2000 lobistas registrados dos setores de óleo, gás, carvão e eletricidade, gastando aproximadamente $400 milhões em 2007, comparado aos $22 milhões do lobby verde.</p>
<p>A China, como maior emissor de gases GEE em 2009, expressou sério comprometimento com as reduções de emissões e faz frente ao desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono. O setor de carbono, de propriedade do governo, responde por 70% das necessidades de energia da China, as quais deverão dobrar até 2030. O debate é realizado pelo partido e as autoridades locais podem ter participações em indústrias poluidoras. Em contraste, a agência ambiental somente se tornou um Ministério em 2008 e seu 145 centros de monitoramento de economia de energia sofrem falta de funcionários, orçamentos e equipamento, tornando mais difícil lidar com as normas de transparência.</p>
<p>O relatório completo (em inglês) pode ser baixado diretamente por este <a href="http://www.transparency.org/content/download/60586/970870/Global_Corruption_Report_Climate_Change_English.pdf" target="_blank">link</a>. A versão em espanhol está <a href="http://www.transparency.org/content/download/60588/970878/Global_Corruption_Report_Climate_Change_Spanish." target="_blank">aqui</a>. Um vídeo (em inglês) da TI também aborda o tema. Confira.</p>
<p><em>Fonte: Ecodesenvolvimento.org / Transparency International<br />
Imagem: Wikipedia</em></p>
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		<title>Capim elefante nos aterros sanitários</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Apr 2011 14:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Brasil e e em muitos lugares do mundo, os aterros sanitários desativados são vistos como estorvo ou terreno desperdiçado. O país viu isso na tragédia do morro do Bumba, em Niterói. Sem governança adequada, constituem fator enorme de risco a populações de baixa renda buscando espaço urbano para residir, mesmo em habitações precárias. Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No Brasil e e em muitos lugares do mundo, os aterros sanitários desativados são vistos como estorvo ou terreno desperdiçado. O país viu isso na tragédia do morro do Bumba, em Niterói. Sem governança adequada, constituem fator enorme de risco a populações de baixa renda buscando espaço urbano para residir, mesmo em habitações precárias. Mas na Inglaterra, os aterros agora estão frente a uma solução criativa; plantar capim elefante e produzir biocombustíveis.</p>
<div id="attachment_4693" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/capim-elefante-480.jpg"><img class="size-full wp-image-4693" title="capim-elefante-480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/capim-elefante-480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">O Capim Elefante cresce rápido, tem grande eficiência energética e sequestra carbono. Precisa de mais alguma coisa?</p></div>
<p>O capim elefante oferece muitas vantagens. Cresce rápido. Tem grande eficiência energética. Sequestra carbono no crescimento e aumenta a fixação do carbono no solo. Sua eficiência energética, decorre do processo de fotossíntese C4, que é a rota de fixação de CO2 que ocorre em gramíneas tropicais, como o capim elefante e plantas como a cana-de-açúcar e na cevada, resultando em compostos de 4 carbonos. O capim elefante, originário da África, é cultivado no Brasil desde os anos 1920.</p>
<p><strong>Aterro é solução, não estorvo</strong><br />
Aterro sanitário é uma necessidade absoluta e a nova lei de resíduos sólidos determina que sejam implantados para acabar com os lixões. Uma vez saturado, o aterro não precisa ser um estorvo. Ele tem valor econômico, pode gerar renda e emprego e continuar sendo um recurso importante na mitigação da mudança climática e na despoluição do ambiente.</p>
<p>Veja aqui o comentário do cientista político Sérgio Abranches na CBN sobre o assunto.<br />
<a href="http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/sergio-abranches/2011/04/25/INGLESES-PRODUZEM-BIOCOMBUSTIVEIS-EM-ATERROS-ABANDONADOS.htm" target="_blank">CBN &#8211; A rádio que toca notícia &#8211; Sérgio Abranches</a>.</p>
<p><em>Fonte: Ecopolítica<br />
Imagem: Wikimedia</em></p>
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		<title>Os carros mais econômicos do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 18:18:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) divulgou os dados de 2011 dos automóveis mais eficientes no mercado de veículos. O Instituto já faz essa pesquisa há alguns anos, classificando o consumo de combustível de A (menor consumo) até E (maior consumo).
Como a participação é voluntária, apenas algumas montadoras foram analisadas, impedindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) divulgou os dados de 2011 dos automóveis mais eficientes no mercado de veículos. O Instituto já faz essa pesquisa há alguns anos, classificando o consumo de combustível de A (menor consumo) até E (maior consumo).</p>
<p>Como a participação é voluntária, apenas algumas montadoras foram analisadas, impedindo a completa classificação dos veículos disponíveis para venda. As empresas que tiveram os carros inclusos na pesquisa foram: Fiat, Ford, Kia, Renault, Volkswagen e Toyota.</p>
<p>Dentre todos, o veículo mais eficiente do país foi o Fiat Uno Mille Fire Economy 1.0, com consumo de 8,9 km/L na cidade e 10,7 km/L na estrada (com etanol); e de 12,7 km/L na cidade e 15,6 km/l na estrada (com gasolina). Outros também receberam classificação A, nas diversas categorias avaliadas:</p>
<p>·         Fiat Siena Fire 1.0<br />
·         Volkswagen Gol Ecomotion 1.0<br />
·         Renault Logan 1.0<br />
·         Ford Fusion Hybrid 2.5<br />
·         Kia Cerato 1.6<br />
·         Renault Fluence Dynamique 2.0<br />
·         Toyota Corolla 1.8<br />
·         Kia Sorento 2.4</p>
<div id="attachment_4683" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/uno_fire_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4683" title="uno_fire_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/uno_fire_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Fiat Uno Mille Fire Economy foi o mais econômico entre os carros analisados</p></div>
<p><strong>Híbrido funcional</strong><br />
O desempenho do Ford Fusion Hybrid comprovou a eficiência dos motores híbridos. Um veículo muito pesado (1,7 toneladas) e com motor de 2.500 cilindradas apresentou consumo de 12,6 km/l no ciclo urbano e 13,1 km/L no ciclo rodoviário, ambos com gasolina.</p>
<p>Veja os detalhes da avaliação <a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/CONSUMO_INMETRO_2011.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>Imagem: reprodução site</em></p>
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		<title>Biodiversidade brasileira na Alemanha</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 13:53:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Será inaugurada no dia 29 de abril, em Leipzig, na Alemanha, a exposição Brazilian Nature – Mystery and Destiny (Natureza Brasileira – Mistério e Destino), que aborda o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.
A mostra, que ficará aberta ao público até o dia 15 de julho, tem como referência maior a Flora Brasiliensis, obra do botânico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Será inaugurada no dia 29 de abril, em Leipzig, na Alemanha, a exposição B<em>razilian Nature – Mystery and Destiny</em> (Natureza Brasileira – Mistério e Destino), que aborda o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira.</p>
<p>A mostra, que ficará aberta ao público até o dia 15 de julho, tem como referência maior a <em>Flora Brasiliensis</em>, obra do botânico alemão Carl Philipp von Martius (1794-1868), que mesmo 171 anos após ter seu primeiro volume publicado permanece como o mais completo levantamento da flora brasileira.</p>
<div id="attachment_4666" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fish_biota.jpg"><img class="size-full wp-image-4666" title="fish_biota" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/fish_biota.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição na Alemanha aborda o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira</p></div>
<p>Os 37 painéis que compõem a exposição foram concebidos com base nos dados provenientes de três projetos: a Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, a Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo e o programa BIOTA-FAPESP.</p>
<p>Representantes dos três projetos auxiliaram na compilação do conteúdo da mostra, que já foi apresentada com sucesso no Museu do Jardim Botânico de Berlim e na Haus der Wissenschaft, em Bremen.</p>
<p>O projeto da Flora Brasiliensis On-line e Revisitada, que corresponde à primeira parte da exposição, representa uma continuidade ao trabalho de Martius, que teve seu último volume publicado depois da morte do autor, em 1906.</p>
<p>Em 2006, o projeto disponibilizou na internet a versão integral da obra de Martius, com 10.207 páginas com os textos das descrições das quase 23 mil espécies e as quase 4 mil ilustrações.</p>
<p>O Flora Brasiliensis On-line e Revisitada inclui a atualização da nomenclatura utilizada no trabalho original de Martius e a inclusão de espécies descritas depois de sua publicação, com novas informações e ilustrações recentes. O Flora Brasiliensis On-line está disponível <a href="http://florabrasiliensis.cria.org.br" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Mais exposição</strong><br />
A segunda parte da exposição remete ao projeto Flora Fanerogâmica do Estado de São Paulo, iniciado em 1993 com a participação de mais de 200 pesquisadores.</p>
<p>O projeto Flora Fanerogâmica reúne pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas, da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Estadual Paulista (Unesp), dos institutos Botânico, Florestal e Agronômico e do Departamento de Parques e Áreas Verdes da Prefeitura de São Paulo. Pesquisadores da Embrapa, de outros estados brasileiros e de outros países também contribuem.</p>
<p>O terceiro elemento da exposição ultrapassa os limites da botânica e aborda a biodiversidade de forma mais geral, correspondendo ao programa BIOTA-FAPESP, cujos resultados têm sido aplicados como instrumento de preservação ambiental no território paulista.</p>
<p>Os painéis digitalizados da exposição <em>Brazilian Nature</em> podem ser vistos, com legendas em português, inglês e alemão, <a href="http://www.fapesp.br/publicacoes/braziliannature" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: reprodução</em></p>
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		<title>Redes ecológicas unem alunos de todo o mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Apr 2011 14:49:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este ano, estudantes brasileiros e estrangeiros envolvidos com o tema das redes ecológicas terão a oportunidade de passar nove dias reunidos com alguns dos principais especialistas do mundo na área.
A São Paulo School on Ecological Networks será realizada entre os dias 16 e 23 de setembro pela Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação (Abeco) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este ano, estudantes brasileiros e estrangeiros envolvidos com o tema das redes ecológicas terão a oportunidade de passar nove dias reunidos com alguns dos principais especialistas do mundo na área.</p>
<p>A <em>São Paulo School on Ecological Networks</em> será realizada entre os dias 16 e 23 de setembro pela Associação Brasileira de Ciência Ecológica e Conservação (Abeco) e pelos programas de Pós-Graduação em Ecologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<div id="attachment_4656" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rede_social_verde_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4656" title="rede_social_verde_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/04/rede_social_verde_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">O curso tratará do universo das redes ecológicas na análise de redes de interações entre espécies e na análise espacial</p></div>
<p>Serão 40 estudantes de doutorado ou recém-doutores selecionados (20 brasileiros e 20 do exterior), que estarão reunidos com dez dos mais proeminentes cientistas da área de redes ecológicas, sendo metade estrangeiros e metade brasileiros.</p>
<p>“O curso tratará do universo das redes ecológicas em duas vertentes principais: a análise de redes de interações entre espécies e a análise espacial, envolvendo os diferentes ecossistemas que integram uma mesma paisagem. Os docentes convidados são jovens pesquisadores muito prestigiados, que se tornaram lideranças nessas áreas”, disse Lewinsohn.</p>
<p>Devido às especificidades da ecologia, o evento terá um formato especial, misturando as características de um curso teórico intensivo e da imersão no trabalho de campo em biologia.</p>
<p>“Em ecologia, no Brasil e em todo o mundo, temos uma longa tradição de realização de cursos de campo, nos quais os participantes realizam pequenos projetos de pesquisa nos ecossistemas estudados. Nessa linha, planejamos um híbrido de escola puramente teórica e de vivência em campo”, disse.</p>
<p>A decisão de selecionar um grupo relativamente pequeno de docentes e estudantes teve o objetivo de intensificar a interação entre os participantes. “Os docentes poderão assim ter uma participação mais plena, discutindo ativamente e orientando os projetos de pesquisa do grupo”, explicou.</p>
<p>De acordo com Lewinsohn, a área de redes em ecologia é bastante recente. Embora seus fundamentos tenham sido estabelecido sobre uma grande quantidade de pesquisa consolidada anteriormente, a área teve um desenvolvimento realmente forte na última década. “Nesse contexto, o foco será dirigido a duas linhas de frente: as redes de interações e as redes espaciais”, disse.</p>
<p><strong>Interações biológicas</strong><br />
A primeira vertente analisa diferentes níveis de interações biológicas, como aquelas que ocorrem entre planta e polinizador, entre planta e dispersor, ou entre parasita e hospedeiro, por exemplo.</p>
<p>“A ideia é abordar como se estruturam essas complexas redes de interações entre espécies. Trata-se de uma área que está ganhando cada vez mais força e que tem um vasto campo a explorar. Ao mesmo tempo, os métodos para se trabalhar na análise profunda dessas redes estão se diversificando, dentro de um contexto interdisciplinar que tem grande contribuição da matemática, da estatística e da física”, explicou o organizador.</p>
<p>Outra linha de frente do curso é a análise das redes espaciais, que corresponde à organização de diferentes tipos de ecossistemas dentro de uma mesma paisagem ou região.</p>
<p>“Essa vertente é especialmente importante em boa parte do Brasil, onde os ecossistemas originais estão cada vez mais fragmentados entre as matrizes agrícolas e, no caso de São Paulo, também entre as matrizes urbanas”, disse Lewinsohn.</p>
<p>Essa estrutura espacial extremamente complexa, se for encarada como um problema de redes, pode ser analisada com ferramentas semelhantes às que são utilizadas na análise de interações.</p>
<p>“Com isso, multiplicamos as possibilidades de entender como se dá a dinâmica ecológica nos fragmentos naturais, além de fazer previsões e estudar diferentes estratégias de manejo e conservação”, afirmou.</p>
<p>Mais informações sobre a escola <a href="http://www.abecol.org.br/redesecologia" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: site SXC.hu</em></p>
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		<title>Campinas inaugura ciclofaixa de 18 Km</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jan 2011 02:33:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma ciclofaixa de 18 quilômetros foi inaugurada em Campinas (80 km de São Paulo) no domingo (23/01). O espaço delimitado em vermelho, que passa algumas das principais avenidas da cidade e tem início no Largo do Rosário, no centro da cidade, será disponibilizado para uso exclusivo de bicicletas aos domingos e feriados, das 7 às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ciclofaixa de 18 quilômetros foi inaugurada em Campinas (80 km de São Paulo) no domingo (23/01). O espaço delimitado em vermelho, que passa algumas das principais avenidas da cidade e tem início no Largo do Rosário, no centro da cidade, será disponibilizado para uso exclusivo de bicicletas aos domingos e feriados, das 7 às 13h.</p>
<div id="attachment_4580" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/ciclofaixa_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/ciclofaixa_480.jpg" alt="" title="ciclofaixa_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4580" /></a><p class="wp-caption-text">Muitos ciclistas prestigiaram a estreia da faixa exclusiva</p></div>
<p>Muitos bikers prestigiaram o primeiro dia da faixa exclusiva, que contou também com a presença do prefeito da cidade, Helio de Oliveira Santos, e também do ministro dos esportes, Orlando Silva. O vereador Luís Yabiku, autor da proposta, também participou. </p>
<p>Para garantir a segurança e orientar os usuários, foram utilizados 2,7 mil cones, além de agentes de trânsito em diversos pontos, principalmente nos cruzamentos entre ruas e avenidas. Segundo a Emdec, a medida de orientação e segurança seguirá por mais 3 meses.</p>
<p><strong>Opiniões</strong><br />
Como era de se esperar, a medida agradou diversas pessoas, mas teve gente que também reclamou. Um estudante de medicina disse que a medida não é eficiente, e alegou que o mais prático seria investir diretamente na saúde. Já um estudante de farmácia alegou justamene o contrário, que o investimento na saúde já estava sendo feito, com o incentivo pelo uso de um transporte não poluente e de tração humana.</p>
<p><strong>Percurso:</strong><br />
Av. Francisco Glicério<br />
Av. Aquidaban<br />
Rua General Marcondes Salgado<br />
Av. José Souza Campos &#8211; &#8220;Norte Sul&#8221;<br />
Av. Júlio Prestes<br />
Av. Dr. Heitor Penteado<br />
Lagoa do Taquaral</p>
<p><strong>Mais 20km em SP</strong><br />
No mesmo dia, uma extensão da ciclofaixa na capital paulista foi inaugurada. São mais 20 km à disposição do ciclista.</p>
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		<title>BIOSFERA TV: 2 anos de sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Dec 2010 11:29:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[africa do sul]]></category>
		<category><![CDATA[andré trigueiro]]></category>
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		<category><![CDATA[corvini]]></category>
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		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[O BIOSFERA TV completou 2 anos de existência!  Nesse período, fomos atrás de quem faz a diferença para o desenvolvimento sustentável, com ações e iniciativas que seguem o tripé da sustentabilidade (geração de renda, condições sociais dignas e preservação do meio ambiente)!
Nossa equipe já cobriu eventos sobre sustentabilidade em Manaus, Curitiba, São Paulo, Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>BIOSFERA TV </strong>completou 2 anos de existência!  Nesse período, fomos atrás de quem faz a diferença para o desenvolvimento sustentável, com ações e iniciativas que seguem o tripé da sustentabilidade (geração de renda, condições sociais dignas e preservação do meio ambiente)!</p>
<p>Nossa equipe já cobriu eventos sobre sustentabilidade em Manaus, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro e também fez reportagens especiais fora do país, no Panamá e também a África do Sul.</p>
<div id="attachment_4498" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2anos_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/2anos_480.jpg" alt="" title="2anos_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4498" /></a><p class="wp-caption-text">Dois anos de atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</p></div>
<p>Então, celebre conosco esse aniversário e relembre as reportagens e entrevistas que foram destaque aqui no seu portal de sustentabilidade.</p>
<p><strong>James Cameron no BIOSFERA TV</strong><br />
Durante a cobertura do Fórum Internacional de Sustentabilidade, conseguimos uma entrevista com James Cameron, o diretor do blockbuster <em>Avatar</em></p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tWB5t3GLzWE?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/tWB5t3GLzWE?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Entrevista com Jeff Corwin no SWU</strong><br />
Durante a cobertura do Festival SWU, Jeff Corwin, apresentador do Discovery Channel, falou com o BIOSFERA TV sobre os caminhos que a humanidade deve tomar para evitar a extinção de espécies importantes. A entrevista foi feita em alta definição! (dica: clique nas legendas!)</p>
<p><object width="499" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/gVGBmAfKxhA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/gVGBmAfKxhA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="499" height="306"></embed></object></p>
<p><strong>Marina Silva no BIOSFERA TV</strong><br />
A senadora Marina Silva concedeu uma entrevista ao <strong>BIOSFERA TV</strong> dias antes da Conferência do Clima em Copenhague (COP-15) durante uma visita a uma faculdade em Campinas.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/obb0OuNC6DI?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/obb0OuNC6DI?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>André Trigueiro fala sobre o tripé da sustentabilidade</strong><br />
Em uma de nossas primeiras entrevistas, conversamos com o jornalista ambiental André Trigueiro, apresentador do premiado Cidades e Soluções.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OBCL0wMkq70?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/OBCL0wMkq70?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Ecogames &#8211; os games sustentáveis</strong><br />
A reportagem Ecogames foi uma das finalistas no Prêmio Jornalista&#038;Cia / HSBC, e mostra que o que se aprende no mundo virtual pode servir de exemplo para novas atitudes no mundo real</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7xYw-nsydk0?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7xYw-nsydk0?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Run 4 Water: a corrida pela água</strong><br />
Em uma cobertura diferente, resolvemos suar a camisa em prol da economia de água. Corremos a prova <em>Run 4 Water</em>, com 6 quilômetros de consciência ecológica. Alguém aí ainda pensa em &#8220;regar o cimento&#8221; da frente de casa?</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/11078156?byline=0&amp;portrait=0" width="480" height="360" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Mauricio de Sousa e a educação ambiental</strong><br />
Visitamos os estúdios do desenhista Mauricio de Sousa, um craque no assunto de educação ambiental. A entrevista marcou a estreia do nosso quadro <em>BIOSFERINHAS</em>.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4HTWbpMAJ94?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/4HTWbpMAJ94?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p><strong>Jaime Lerner no BIOSFERA TV</strong><br />
Durante a cobertura de um evento de sustentabilidade em Curitiba, nossa equipe conversou com o ex-prefeito da cidade Jaime Lerner, que criou e implementou a ideia do <em>Bus Rapid Transit</em>, sistema de trânsito rápido de ônibus em Curitiba.</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-QlXGGADeHg?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-QlXGGADeHg?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
<p>E qual foi a sua reportagem favorita vista aqui no <strong>BIOSFERA TV</strong>? Comente!</p>
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		<title>COP-16: limitar o aquecimento é possível?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 19:19:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De todas as discussões na COP-16 em Cancún sobre financiamento, florestas, transferência de tecnologia e prestação de contas, muito pouco tem sido falado sobre as metas climáticas.
As promessas de combater as mudanças do clima, todas citadas no Acordo de Copenhague do ano passado, listam reduções voluntárias e o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De todas as discussões na COP-16 em Cancún sobre financiamento, florestas, transferência de tecnologia e prestação de contas, muito pouco tem sido falado sobre as metas climáticas.</p>
<p>As promessas de combater as mudanças do clima, todas citadas no Acordo de Copenhague do ano passado, listam reduções voluntárias e o objetivo de limitar o aquecimento global abaixo dos 2ºC. Mais ainda há uma diferença – conhecida como a diferença da gigatonelada – entre o que os governos prometem e o que os pesquisadores no assunto dizem ser necessário.</p>
<div id="attachment_4493" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/solo_rachado_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/solo_rachado_480.jpg" alt="" title="solo_rachado_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4493" /></a><p class="wp-caption-text">Seca afetou o sudeste da China em 2009, esvaziando reservatórios de água</p></div>
<p>&#8220;Se os compromissos voluntários assumidos em Copenhague forem implementados, e eu uso o condicional porque ninguém no momento tem a garantia de que eles sejam implementados, nós teremos atingido 60% do caminho que precisamos percorrer até 2020 no que diz respeito ao programa de ações de mudanças climáticas e que permitirá ao mundo a chance de ficar na faixa dos 2ºC&#8221;, diz Achim Steiner, diretor do Programa das Nações Unidas para Meio Ambiente, Pnuma.</p>
<p><strong>Limite: dois graus centígrados</strong><br />
Limitar o aquecimento global a 2ºC é crucial para que se consiga evitar seus piores efeitos. &#8220;Em torno de dois graus, dois graus e meio, seria aproximadamente o nível em que haveria um aumento da frequência dos eventos climáticos extremos, onde haveria um risco muito maior de atingir pontos de desequilíbrio no sistema climático&#8221;, afirma Joseph Alcamo, cientista-chefe do Pnuma.</p>
<p>Para que haja boas chances de limitar o aquecimento nesta faixa, os cientistas que trabalharam no relatório de emissões das Nações Unidas apresentado no México dizem que as emissões globais teriam que atingir no máximo aproximadamente 44 gigatoneladas, ou 44 bilhões de toneladas, até o fim de 2020.</p>
<p>Se nada for feito, haverá uma diferença de 12 gigatoneladas entre as emissões de fato e o que seria necessário para limitar a elevação da temperatura em 2ºC até 2020, o que equivale a cerca de 25% das emissões atuais. Mas se os países cumprirem suas promessas, essa diferença será de sete gigatoneladas, diz Alcamo.</p>
<p>&#8220;Podemos percorrer 60% do caminho se as ambições expressas em Copenhague simplesmente forem cumpridas&#8221;, diz Alcamo, ressaltando que num cenário mais otimista da implementação do Acordo, o mundo ficaria a cinco gigatoneladas do que os cientistas dizem que é necessário.</p>
<p><strong>Negociações em andamento</strong><br />
Mesmo esse melhor cenário é marcado por ressalvas que ainda estão em processo de negociação. Assuntos que incluem o acordo em florestas, financiamento para os países em desenvolvimento, assim como as regras complicadas de prestação de contas que diferenciam aumento de emissões de redução ainda devem ser decididas.</p>
<p>Os legisladores precisam se apressar, já que todos os modelos climáticos que calculam como manter o aquecimento em 2ºC indicam a mesma coisa, como esclarece Ramzi Elias, da Fundação Europeia do Clima: &#8220;Todos os modelos que indicam uma chance de limitar o aquecimento em 2ºC têm níveis de emissões que atingiram o pico e começaram a cair antes de 2020. Portanto, o que faremos nos próximos dez anos é realmente crucial&#8221;.</p>
<p>Deixar para depois de 2020 os grandes investimentos necessários para a transição a uma economia de baixo carbono seria tarde, devido à natureza cumulativa dos gases de efeito estufa na atmosfera, lembra Elias.</p>
<p><strong>Custos cada vez mais altos</strong><br />
Michel den Elzen, da Agência de Avaliação Ambiental da Holanda, adverte que os custos podem parecer altos agora, mas que eles serão duas vezes mais altos se as diferenças forem eliminadas completamente. Ele estima que o cumprimento das promessas contidas no Acordo de Copenhague custe entre 60 e 100 bilhões de dólares.</p>
<p>&#8220;Para fechar esse abismo, acho que será preciso 0,3% do PIB (Produto Interno Bruto) mundial&#8221;, disse Den Elzen, esclarecendo que a percentagem seria equivalente a 200 bilhões de dólares.</p>
<p>O secretário britânico do Clima, Chris Huhne, disse, no entanto, que a falta de ação pode custar ainda mais, destacando que os eventos climáticos extremos de 2010 deram indicações do que ainda está por vir. &#8220;Alguém que tenha qualquer dúvida sobre isso, por favor, tenha uma conversa com as companhias de seguro, porque elas estão pagando bastante por isso.&#8221;</p>
<p>Chris Huhne acrescenta: &#8220;Somente no Reino Unido, na última década, os gastos em consequência de enchentes chegaram a 4,5 bilhões de libras, enquanto nos dez anos anteriores esse número havia sido de 1,5 bilhão de libras. Essas são duras evidências dos custos que estão sendo causados na nossa economia, e temos que combater esse problema&#8221;.</p>
<p><em>Fonte: Deutsche Welle<br />
Imagem: Miguel Ugalde / Site sxc.hu</em></p>
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		<title>Relação do homem com a água em exposição</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Dec 2010 18:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma exposição realizada na Oca do Ibirapuera em São Paulo aborda a relação do homem com a água. O consumo consciente do recurso é um dos temas expostos.
Sem água, não há vida. O recurso é tão fundamental para a existência humana e de todos os organismos vivos que representa 94% de um feto de cinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma exposição realizada na Oca do Ibirapuera em São Paulo aborda a relação do homem com a água. O consumo consciente do recurso é um dos temas expostos.</p>
<p>Sem água, não há vida. O recurso é tão fundamental para a existência humana e de todos os organismos vivos que representa 94% de um feto de cinco meses, ou então, 91% de um alimento saudável como o brócolis. Mas é finito. </p>
<div id="attachment_4457" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/agua_espalhada_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/agua_espalhada_480.jpg" alt="" title="agua_espalhada_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4457" /></a><p class="wp-caption-text">A água é um recurso fundamental para a existência humana e de todos os organismos vivos</p></div>
<p>“Expusemos esses dados porque, acima de tudo, eles celebram a água e, portanto, a vida”, afirma Marcello Dantas, curador da Exposição Água na Oca, que estará aberta para visitação até o dia 8 de maio de 2011, no prédio da Oca do Ibirapuera, em São Paulo. </p>
<p>A mostra tem origem na exposição “Water: H2O = Life”, apresentada em 2007, em Nova Iorque. No Brasil, o evento é realizado pelo Instituto Sangari, com a contribuição do Akatu, que forneceu conteúdos para a mostra.</p>
<p>No local, projeções e efeitos visuais e sonoros foram montados propositalmente para causar sensações de contato direto com a água e, ao mesmo tempo, conscientizar o público sobre o consumo consciente do recurso.</p>
<p> “A exposição enfatiza o que a água representa para os brasileiros, que são os detentores do maior manancial do globo”, afirma Ben Sangari, presidente do Instituto Sangari.</p>
<p>O evento aborda as primeiras conquistas da exploração científica das profundezas dos grandes mares, exibindo espécies raras em formato de vídeos e fotos e, a partir desses elementos, promove uma discussão sobre os efeitos da pesca predatória, a poluição das águas, o desperdício do recurso, entre outros.</p>
<p>Os estados e o ciclo da água, bem como os problemas relacionados à qualidade e à disponibilidade desse recurso nas sociedades e nos ecossistemas mundiais também são abordados na exposição.</p>
<p>Segundo a organização do evento, todos os 15 mil litros de água usados para montar a exposição, serão reaproveitados.</p>
<p><em>Fonte: Akatu<br />
Imagem: Victor Rodriguez / site sxc.hu</em></p>
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		<title>Dinamarca quer &#8220;casas verdes&#8221; até 2020</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 00:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[casa verde]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas &#8220;verdes&#8221;. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos.
Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas &#8220;verdes&#8221; até 2020.
&#8220;Os dinamarqueses não são do tipo que abraça árvores, mas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Dinamarca estuda beneficiar financeiramente quem construir casas &#8220;verdes&#8221;. A ideia é que as pessoas que utilizarem painéis solares e sistema de reaproveitamento de água, por exemplo, paguem menos impostos.</p>
<p>Com isso, o governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas &#8220;verdes&#8221; até 2020.</p>
<div id="attachment_4413" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/copenhague_01_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/copenhague_01_480.jpg" alt="" title="copenhague_01_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4413" /></a><p class="wp-caption-text"> Governo pretende que todas as novas casas construídas sejam consideradas ecológicas até 2020</p></div>
<p>&#8220;Os dinamarqueses não são do tipo que abraça árvores, mas a preocupação ambiental está sendo incentivada pelo governo&#8221;, diz Thomas Nordli, consultor da Rockwool (empresa que trabalha com tecnologias limpas para construção civil).</p>
<p>Uma casa &#8220;verde&#8221; custa cerca de 5% a mais do que uma casa comum naquele país. &#8220;Depois de construída, o proprietário só se beneficia e economiza&#8221;, explica o especialista da Rockwool.</p>
<p>Num país frio como a Dinamarca, algumas tecnologias de construção podem reduzir significativamente os custos de aquecimento. Por exemplo, as janelas maiores (para entrar mais luminosidade) e com vidros três vezes mais grossos.</p>
<p>Esses vidros, aliados às paredes com cerca de 50 cm, funcionam como &#8220;cobertor&#8221; para a casa e reduzem os gastos com aquecimento.</p>
<p>&#8220;Essa tecnologia pode ser usada também para resfriamento, em países quentes como o Brasil&#8221;, diz Nordli.</p>
<p>Desde a crise do petróleo da década de 1970, a Dinamarca tem investido em energias alternativas, como biomassa, energia solar e eólica (que hoje representa cerca de 20% da matriz energética do país).</p>
<p><strong>Casas &#8220;verdes&#8221; e habitantes &#8220;bikelovers&#8221;</strong><br />
A Dinamarca divulgou em seu site de turismo um vídeo, falando seus habitantes amam as bicicletas. Confira o clipe.</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fiLFHKTz6yA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fiLFHKTz6yA?fs=1&amp;hl=en_US&amp;rel=0&amp;hd=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="306"></embed></object></p>
<p><em>Fonte: Folha de São Paulo<br />
Imagem: Wikimedia</em></p>
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