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	<title>BIOSFERA TV &#187; Manchete</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>Em busca da nascente do rio Pinheiros</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 20:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[conscientização]]></category>
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		<description><![CDATA[Acostumados com um rio Pinheiros fétido e poluído, cerca de 30 paulistanos puderam conhecer ontem uma realidade diferente, a pouco mais de 70 km da capital.
Cristalina, a água de um dos principais afluentes do rio antes de ele ter seu fluxo invertido, em meados do século passado, nasce de uma fonte encravada na serra do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acostumados com um rio Pinheiros fétido e poluído, cerca de 30 paulistanos puderam conhecer ontem uma realidade diferente, a pouco mais de 70 km da capital.</p>
<p>Cristalina, a água de um dos principais afluentes do rio antes de ele ter seu fluxo invertido, em meados do século passado, nasce de uma fonte encravada na serra do Mar, em Paranapiacaba (distrito de Santo André, no ABC paulista).</p>
<p>Foi ali, após duas horas de trilha, que monitores ambientais apresentaram o rio Grande ao grupo.</p>
<div id="attachment_4737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente01.jpg"><img class="size-full wp-image-4737" title="nascente01" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente01.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo foi apresentado à nascente do rio Grande, principal afluente do Rio Pinheiros</p></div>
<p>&#8220;Eu olho o Pinheiros todo dia da janela do trabalho. É uma coisa horrível, às vezes aquela coisa preta parece gelatina, que não está correndo para nenhum lugar. Conhecer a nascente foi o máximo&#8221;, disse a economista Andréa Karady, 38, uma das participantes da excursão.</p>
<div id="attachment_4740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente07.jpg"><img class="size-full wp-image-4740" title="nascente07" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente07.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">A economista Andréa Karady participou da excursão e disse: Conhecer a nascente foi o máximo</p></div>
<p>O passeio foi uma das 30 &#8220;expedições&#8221; organizadas ontem pela Associação Águas Claras do Rio Pinheiros, que tem como objetivo promover a &#8220;retomada da interação do paulistano com o rio&#8221;. Em outros pontos, foram realizadas atividades com bicicleta, caminhadas por córregos escondidos e até saraus de literatura.</p>
<p>Cerca de 700 pessoas acompanharam as atividades. As expedições foram o primeiro grande investimento da associação, que reúne empresas instaladas às margens do Pinheiros.</p>
<p>Os participantes, recrutados nessas empresas, foram convidados a registrar tudo em foto e vídeo para alimentar um site colaborativo.</p>
<p>Para o fotógrafo Mauricio Simonetti, 52, coordenador da viagem à nascente, mostrar um Pinheiros limpo é um dos primeiros passos para a sua revitalização. &#8220;Com certeza o rio pode ser mais desfrutado. A tecnologia já existe, depende de vontade das pessoas e do poder público.&#8221; <strong>(André Monteiro)</strong></p>
<p><strong>Confira <a href="http://www.biosferatv.com.br/destaque/conheca-a-nascente-do-pinheiros/" target="_blank">aqui</a> a reportagem em vídeo desta aventura!</strong></p>
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		<title>Água virtual e pegada hídrica: conhece?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Mar 2011 22:33:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<category><![CDATA[água]]></category>
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		<description><![CDATA[Em homenagem ao Dia Mundial da Água (22 de março), convidamos você a pensar sobre esse recurso hídrico. Faça uma conta rápida e diga quantos litros de água você utiliza por dia? Não vale contar apenas os litros usados durante o banho, para lavar a louça ou regar o jardim. A água embutida na carne [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em homenagem ao Dia Mundial da Água (22 de março), convidamos você a pensar sobre esse recurso hídrico. Faça uma conta rápida e diga quantos litros de água você utiliza por dia? Não vale contar apenas os litros usados durante o banho, para lavar a louça ou regar o jardim. A água embutida na carne do almoço, no chocolate da sobremesa e no algodão da camisa, além da gasolina, o papel da impressora e o cafezinho no final da tarde também devem ser contabilizados. E agora, já sabe a quantidade de água que usa diariamente?</p>
<p>Para responder a essa pergunta foi criada a Pegada Hídrica, ou <em>Water Footprint</em>, em inglês. Trata-se de um cálculo feito para levantar todo o consumo de água ao longo do ciclo de vida dos produtos e serviços de uma empresa, comunidade ou pessoa comum. A pegada contabiliza os usos diretos e indiretos e indica o real volume do recurso natural que foi gasto em cada etapa de sua cadeia produtiva.</p>
<p>Para chegar a um número exato, o uso de água é medido em termos de volume consumido (evaporado) e/ou poluído por unidade de tempo. O cálculo pode ser feito para um único produto em particular ou para um grupo bem definido de consumidores (como uma família, uma empresa, uma comunidade, ou uma nação) ou de produtores (como uma entidade pública,<br />
empresa privada ou setor econômico).</p>
<p>A Pegada Hídrica pode ser:<br />
•Verde: quando a água da chuva evapora ou é incorporada em um produto durante a sua produção;<br />
•Azul: que calcula as águas superficiais ou subterrâneas que evaporam ou são incorporadas em produtos, ou então devolvidas ao mar ou lançadas em outra bacia:<br />
•Cinza: que mede o volume de água necessário para diluir a poluição gerada durante o processo produtivo.</p>
<p><strong>Um copo de vinho = 120 litros de água</strong><br />
Após contabilizar esses números é possível saber, por exemplo, que são necessários 120 litros de água para produzir uma taça de vinho, 1.500 litros para fazer 1 kg de açúcar refinado, 2.400 litros para cada 100 gramas de chocolate, 2.700 litros para uma simples camisa de algodão e 15.500 litros para que apenas 1 kg de carne bovina chegue à sua mesa. Essa é a chamada água virtual, aquela que não vemos, mas que existe em cada bem de consumo em todo o planeta.</p>
<p>A conta também permite chegar a médias de consumo de diversas nações. Enquanto moradores de países como o Iêmen tem uma Pegada Hídrica média de 619 m3 de água per capita por ano, os norte-americanos consomem 2.482 m3 no mesmo período. Os brasileiros consomem, em média, 1.381 m3 per capita por ano. A média global é de 1.243 m3.</p>
<p><strong>Importância da informação</strong><br />
Para o professor Arjen Hoekstra, criador do conceito de Pegada Hídrica, disponibilizar essas informações é fundamental para a<br />
conservação dos recursos hídricos. Segundo o pesquisador, mesmo sendo obrigação dos governos gerir a água de forma eficiente, a população e as empresas também devem se envolver completamente.</p>
<p>Hoekstra defende que companhias precisam entender como utilizar os recursos hídricos da melhor forma e devolvê-los limpos para a natureza, e os consumidores devem se preocupar com a origem dos produtos que consomem e com os procedimentos adotados na produção.</p>
<div id="attachment_4623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/03/waterfoot.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/03/waterfoot.jpg" alt="" title="waterfoot" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4623" /></a><p class="wp-caption-text">Para um quilo de carne bovina, são utilizados 15 mil litros de água</p></div>
<p>“Precisamos desconstruir a percepção de que a água vem apenas da torneira e que simplesmente consertar um pequeno vazamento é o bastante para assumir uma atitude sustentável”, ressaltou à WWF-Brasil Albano Araujo, coordenador da Estratégia de Água Doce do Programa de Conservação da Mata Atlântica e das Savanas Centrais da The Nature Conservancy.</p>
<p>As organizações são algumas das 139 que já apoiaram oficialmente a pegada criada pela ONG <em>Water Footprint</em> (WFN) como norma mundial. Outras instituições internacionais, como Unilever, Unesco, WWF, Coca-Cola, PepsiCo, Nature, USP, Unep e Conservação Internacional também declararam apoio ao cálculo.</p>
<p>Para Hoekstra, a criação de normas globais e padrões é um ponto chave para comparar produtos e empresas. Os interessados podem medir sua Pegada Hídrica no site da WFN. Faça o download do Manual Técnico de Pegada Hídrica (em inglês) <a href="http://www.waterfootprint.org/downloads/TheWaterFootprintAssessmentManual.pdf">aqui</a>.</p>
<p><em>Fonte: Ecodesenvolvimento.org<br />
Imagem: waterfootprint.org</em></p>
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		<title>90% dos brasileiros acham aquecimento global grave</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 17:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O brasileiro está mais preocupado com o aquecimento global. É o que uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ibope, divulgada na última semana, durante a 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP16), em Cancún, no México. Na pesquisa, 60% disseram que o aquecimento global é muito grave, ante 47% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O brasileiro está mais preocupado com o aquecimento global. É o que uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ibope, divulgada na última semana, durante a 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP16), em Cancún, no México. Na pesquisa, 60% disseram que o aquecimento global é muito grave, ante 47% no levantamento de 2009.</p>
<p>O aquecimento global foi considerado grave por 43% dos entrevistados neste ano. No ano passado, esse número era de 30%. Ou seja, 90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global é grave ou muito grave. O número é superior aos 80% registrados no ano passado.</p>
<div id="attachment_4529" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/southamerica_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/southamerica_480.jpg" alt="" title="southamerica_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4529" /></a><p class="wp-caption-text">90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global é grave</p></div>
<p>De acordo com a pesquisa, 78% dos entrevistados afirmam que a mudança do clima se deve a ações do homem. Outros 11% acreditam ser um processo natural e 11% não souberam responder. Mas não há consenso sobre os responsáveis pelo aquecimento global. Para 26% dos entrevistados, o maior responsável são os cidadãos. Para 25%, é a indústria e, para 23%, todos são responsáveis.</p>
<p>Em pergunta em que uma lista de temas foi apresentada para resposta, o aquecimento global é o assunto que mais preocupa o brasileiro, com 27% de primeira menção e 41% quando se soma também a segunda resposta.</p>
<p>O aquecimento global ultrapassou o desmatamento da Amazônia como primeira preocupação do brasileiro (na pesquisa do ano passado, esse era o principal temor do brasileiro na área ambiental). O desmatamento da Amazônia teve 24% das primeiras respostas e 47% quando se contam a primeira e a segunda respostas.</p>
<p><strong>Preocupação também com as cidades</strong><br />
O brasileiro também se mostrou preocupado com o que acontece nas cidades. O tratamento de água e esgoto e a poluição do ar foram apontados pelos entrevistados como a terceira e a quarta questões mais preocupantes. Tratamento da água e de esgoto teve 18% de respostas de primeira opção e 37% na soma de primeira e segunda opções. Poluição do ar recebeu, respectivamente, 13% e 28%.</p>
<p>Cerca de metade dos entrevistados (46%) acreditam que crescimento econômico e proteção ambiental não são inconciliáveis. Pouco menos de um terço dos pesquisados defendem uma proteção ambiental mais forte do que a que existe hoje, enquanto que 11% avaliam que é preciso dar mais atenção ao crescimento econômico (13% não responderam ou não souberam responder).</p>
<p><strong>Ambiguidade</strong><br />
A maioria dos brasileiros aceitaria pagar mais por produtos ecologicamente corretos, mas somente 11% deles dão preferências a esses produtos. Pouco mais da metade (51%) dos entrevistados disseram que pagariam mais pelos produtos ecologicamente corretos, enquanto que 19% não estariam dispostos a isso e 18% disseram que depende do quanto mais caro seria. Os demais 13% não souberam responder.</p>
<p><em>Fonte: CNI</em></p>
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		<title>Eco-natal recicla quase dois milhões de PETs</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 01:02:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As noites quentes da região noroeste paulista contrastam com figuras inusitadas na cidade de Santa Fé do Sul (630 km de São Paulo). Bonecos de neve atraem a atenção de quem visita a cidade. A tradição de natal americana foi adaptada ao clima tropical brasileiro. Ao invés de neve, o boneco é composto por centenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As noites quentes da região noroeste paulista contrastam com figuras inusitadas na cidade de Santa Fé do Sul (630 km de São Paulo). Bonecos de neve atraem a atenção de quem visita a cidade. A tradição de natal americana foi adaptada ao clima tropical brasileiro. Ao invés de neve, o boneco é composto por centenas de garrafas plásticas pintadas de branco.</p>
<div id="attachment_4476" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__01_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__01_480.jpg" alt="" title="sta_fe__01_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4476" /></a><p class="wp-caption-text">Entrada da cidade já expõe decoração de garrafas PET</p></div>
<p>O natal sustentável da cidade existe desde 2006. Afonso e sua esposa vieram de Minas Gerais só para ver como a cidade ficou. Eles aproveitaram para trazer o filhinho Cássio, de apenas 5 meses. “É uma decoração muito bonita, estamos encantados com tanta beleza”, afirma o advogado.</p>
<div id="attachment_4479" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__04_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__04_480.jpg" alt="" title="sta_fe__04_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4479" /></a><p class="wp-caption-text">Turistas tiram fotos em frente aos bonecos de neve de garrafa PET reciclada</p></div>
<p>Olhando apenas para os enfeites de natal pendurados nas árvores, fica difícil saber quantas garrafas plásticas foram utilizadas na decoração. Mas os organizadores fizeram a conta. <strong>Um milhão e oitocentas mil unidades</strong>. Uma imensa quantidade de garrafas PET que deixou de poluir o meio ambiente.</p>
<div id="attachment_4477" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__02_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__02_480.jpg" alt="" title="sta_fe__02_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4477" /></a><p class="wp-caption-text">Foram decorados mais de 8.500 metros de avenidas</p></div>
<p>Norio Cobayashi, um dos organizadores do evento, afirma que a ideia do projeto é justamente incentivar as crianças a participarem de um projeto de conscientização ambiental. Com a participação dos estudantes, foi possível decorar mais de 8.500 metros de avenidas, além de centenas de árvores.</p>
<div id="attachment_4478" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__03_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/sta_fe__03_480.jpg" alt="" title="sta_fe__03_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4478" /></a><p class="wp-caption-text">Estudantes se orgulham do trabalho de coleta ao longo do ano para ver a cidade enfeitada</p></div>
<p>Orgulhosas de ver seu trabalho transformado em arte, as estudantes brincam com o que ajudaram a criar e convidam a todos para que visitem Santa Fé do Sul.</p>
<p><em>Fotos: Luis Corvini Filho</em></p>
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		<title>COP 16 começa no México</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 01:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Começou no dia 29 de novembro a 16a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. O evento acontece durante 11 dias em Cancún, no México.
Daquela atmosfera de euforia que rondava a COP 15, há 1 ano atrás, em Copenhague, na Dinamarca, Pouco restou para Cancún. O desfecho da COP 15 foi o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou no dia 29 de novembro a 16a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. O evento acontece durante 11 dias em Cancún, no México.</p>
<p>Daquela atmosfera de euforia que rondava a COP 15, há 1 ano atrás, em Copenhague, na Dinamarca, Pouco restou para Cancún. O desfecho da COP 15 foi o fracasso das negociações.</p>
<p>A reunião não vem com o fervor de uma solução imediata, como aconteceu há 1 ano em Copenhague, na Dinamarca, mas busca chegar ao tão esperado acordo em relação ao problema do aquecimento global.</p>
<p>As expectativas da comunidade internacional para o encontro são baixas, mas o Brasil chega otimista: país se vê como participante que não só promete, mas que já fez muito.</p>
<div id="attachment_4433" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/cop16_480.jpg"><img class="size-full wp-image-4433" title="cop16_480" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/cop16_480.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Brasil chega para a COP16 demonstrando entusiasmo, afirmam especialistas</p></div>
<p>Há um ano, a mensagem era mais dura: a UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima) dizia que o debate em Copenhague era a grande chance de salvar o planeta de um futuro caos climático. Yvo de Boer, então secretário-executivo do órgão, falava grosso com os países industrializados: pedia comprometimento e vontade política para transformar o encontro no ponto em que iria &#8220;se parar de falar em tomar atitude e começar a agir&#8221;. O discurso e o cargo de De Boer, porém, se foram.</p>
<p>A impressão coletiva é que o calor e as praias de Cancún não vão amenizar a posição recuada dos líderes mundiais para fechar um acordo efetivo. Desta vez, o tom da costarriquenha Christiana Figueres, atual secretária-executiva da UNFCCC, é mais suave que o de seu predecessor: &#8220;Cancún será um sucesso se as partes se comprometerem. (&#8230;) E eu não vou subestimar os degraus políticos que precisam ser construídos.&#8221;</p>
<p>O Brasil, no entanto, chega para a próxima conferência demonstrando entusiasmo. Num jogo em que tantas peças se movem ao mesmo tempo, a representação brasileira aposta no avanço gradual em todas as áreas: mitigação, adaptação, financiamento e tecnologia.</p>
<p>&#8220;Chegamos a Cancún com uma posição de quem está fazendo muito e exige que os outros também façam. Um país que não está fazendo nada, ou fazendo pouco, fica condescendente com as limitações do outro. Nós não estamos só prometendo para o futuro, mas chegamos com muito já realizado&#8221;, disse a secretária de Mudanças Climáticas, Branca Bastos.</p>
<p><strong>Números na mesa</strong><br />
Há de fato razões para o Brasil chegar de cabeça erguida diante dos demais participantes. O mundo se admirou quando, voluntariamente, ao final de Copenhague, Lula comunicou a meta voluntária de redução de emissões de carbono até 2020 por meio de cinco ações: controle do desmatamento na Amazônia e no Cerrado, siderurgia, energia e agricultura.</p>
<p>No fim de outubro último, Lula anunciou que a meta de redução de 80% do desmatamento na Amazônia será alcançada já em 2016, com quatro anos de antecedência. Mas há confiança de que a redução de até 38,9% das emissões brasileiras, como anunciado na COP 15, acontecerá nas demais áreas diante do boom econômico brasileiro?</p>
<p>&#8220;Tem muita coisa para ser feita no Brasil e a gente vai fazer. O desafio é mudar a mentalidade e pensar sempre sob uma perspectiva de que nós vamos implantar primeiro as ações que possam significar um desenvolvimento de baixo carbono. Não estamos pensando em criar uma restrição ao desenvolvimento, mas criar novas oportunidades de desenvolvimento que sejam de baixo carbono, sem sacrifício da população, sem sacrifício do desenvolvimento&#8221;, declarou Branca Bastos, cuja secretaria é ligada ao Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p><strong>Contabilidade das emissões</strong><br />
Depois de um vácuo de anos, o governo brasileiro apresentou no final de outubro o segundo inventário das emissões nacionais. O relatório mostra que a emissão dos gases do efeito estufa aumentou 60% entre 1990 e 2005, passando de 1,4 gigatoneladas para 2,192 gigatoneladas.</p>
<p>O desmatamento continua sendo a principal fonte de gases: 61% do total de emissões. A agricultura aparece em seguida, com 19%, e o setor de energia é responsável por outros 15%. O inventário anterior trazia os dados de 1990 a 1994.</p>
<p>Segundo a estimativa para o ano de 2009, o Brasil teria emitido 1,775 gigatoneladas de CO2 equivalente, 33% menos que em 2005. A redução do desmatamento na Amazônia nos últimos anos teria provocado a queda nas emissões.</p>
<p><strong>Nem tudo é dinheiro</strong><br />
Estados Unidos e China deverão permanecer como epicentro de resistência às políticas climáticas. &#8220;Por outro lado, a União Europeia, liderada pela Alemanha, está mais preparada para alcançar as metas&#8221;, observa Bartelt, que acompanhará a reunião em Cancún.</p>
<p>Sobre os mecanismos que prevêm dinheiro de países ricos em troca da preservação nos países pobres, o diretor da fundação alemã no Brasil é crítico: &#8220;Não acho que o mercado traga a solução para tudo. Temos que tomar muito cuidado e considerar que os bens comuns, como a floresta e o ar, são coisas que merecem muito mais atenção, que não podem ser contabilizadas para serem preservadas. Eu acho que eles têm que ser preservados porque são bens comuns.&#8221;</p>
<p>A secretária de Mudanças Climáticas tem outra visão. &#8220;<a href="http://www.biosferatv.com.br/programas/cop-10-assina-acordo-da-biodiversidade/">É claro que a remuneração por serviços ambientais, pela biodiversidade, é justificável</a>. Para se manter uma floresta em pé é preciso valorizar a floresta em pé. E para isso é preciso valorizar todos os seus serviços ambientais, todo o seu valor de fato&#8221;, afirma Branca Bastos.</p>
<p>Esse debate deve evoluir em Cancún. Mas o quanto terá que ser pago por cada serviço gratuito que a natureza presta à humanidade, e se isso de fato acontecerá, é algo a ser decidido a longo prazo.</p>
<p>Saiba mais:<br />
O México criou para a Conferência a <em>Climate Change Village</em> (Vila das Mudanças Climáticas), um espaço para diálogos relacionados ao assunto. Confira <a href="http://cc2010.mx/en/villacc/">aqui</a>.</p>
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		<title>Conheça as proibições à pesca durante a Piracema</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 00:34:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A temporada da Piracema é um importante período no ciclo de reprodução dos peixes de água doce do país. Esse é o momento que os animais buscam as cabeceiras dos rios, na luta para encontrar um melhor local para a desova.
Marcado pelo esforço dos cardumes na subida rio acima, os animais perdem gordura e amadurecem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A temporada da Piracema é um importante período no ciclo de reprodução dos peixes de água doce do país. Esse é o momento que os animais buscam as cabeceiras dos rios, na luta para encontrar um melhor local para a desova.</p>
<p>Marcado pelo esforço dos cardumes na subida rio acima, os animais perdem gordura e amadurecem óvulos e espermatozóides durante esse fenômeno da natureza.</p>
<p>Para garantir a perpetuação das espécies, todos os anos o Instituto Brasileiro<br />
do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) estabelece o Defeso da Piracema (em vigor entre 1º de novembro de 2010 a 28 de fevereiro de 2011).</p>
<div id="attachment_4394" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/piracema_2_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/piracema_2_480.jpg" alt="" title="piracema_2_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4394" /></a><p class="wp-caption-text">Piracema é um importante período no ciclo de reprodução dos peixes de água doce do país</p></div>
<p>Em 2010, uma cartilha da polícia federal ambiental foi distribuída em Rio Preto para conscientizar e alertar a população. As principais dicas estão reproduzidas aqui.</p>
<p><strong>Proibições</strong><br />
Durante a Piracema, estão proibidos em todos os pontos da bacia hidrográfica do Rio Paraná:</p>
<p>- O uso de trapiche ou plataforma flutuante de qualquer natureza;<br />
- A captura, o transporte e o armazenamento de espécies nativas da bacia hidrográfica do rio Paraná, incluindo animai para fins ornamentais e de aquariofilia que tem origem e ocorrência natural na bacia do rio Paraná;<br />
- A pesca com redes, tarrafas e espinhéis, além da pesca subaquática;<br />
- A realização de competições de pesca, com exceção de eventos em reservatórios e de espécies não nativas;<br />
- A utilização de animais aquáticos, inclusive peixes, camarões, caramujos, caranguejos, vivos ou mortos, inteiros ou em pedaços, como iscas. São exceções à regra animais oriundos da bacia hidrográfica, acompanhados de nota fiscal do produtor.</p>
<p>Certas proibições são estipuladas por categorias e modalidades de pesca, além de locais específicos, como rios. Dessa forma, não é permitida a pescaria:</p>
<p>- A menos de 500 metros de confluências e desembocaduras de rios, lagoas, canais e tubulações de esgoto;<br />
- A até 1.500 metros de barragens de hidrelétricas e também de escadas de transposição para peixes. Essa distância é válida também para cachoeiras;<br />
- No Rio Grande, entre a barragem da UHE de porto Colômbia até a ponte Engenheiro Gumercindo Penteado, nos municípios de Planura (MG) e Colômbia (SP);<br />
- No Rio Tietê, entre a barragem da Usina de Nova Avanhandava e a foz do Ribeirão Palmeiras, em Buritama (SP);<br />
- No Rio São José dos Dourados.</p>
<p><strong>Permissões</strong><br />
A pesca em reservatórios, nas modalidades embarcada e desembarcada é permitida. A utilização de linha de mão ou vara, linha e anzol, caniço simples, molinete ou carretilha com iscas naturais ou artificiais também estão liberadas.</p>
<p>Espécies que ocorrem não somente na bacia do rio Paraná, mas em outros locais do país não tem a pesca restrita.</p>
<p>Animais não nativos, exóticos (de ocorrência natural em outros países) e híbridos (como Apaiari, Bagre-africano, Black-bass, todas as espécies de Carpa, Corvina, Pescada-do-Piauí, Peixe-rei, Sardinha-de-água-doce, Piranha preta, Tilápias, Tucunaré e Zoiudo) podem ser pescados.</p>
<p>Pescadores profissionais devem estar licenciados e autorizados pelo Ibama para a captura e o transporte dos peixes. O mesmo vale para pescadores amadores, mas com o limite de 10 quilos e um exemplar.</p>
<p><strong>Exceção às regras</strong><br />
Não se aplicam ao período de Defeso da Piracema o pescado proveniente de psicultura ou pesqueiros registrados e cadastrados no Ibama.</p>
<p><strong>Tamanho mínimo de captura dos animais</strong><br />
Alguns animais tem também o tamanho de captura limitado. A medida é feita da ponta do focinho até a extremidade da nadadeira caudal.</p>
<p><strong>Como denunciar</strong><br />
A polícia militar recebe denúncias relacionadas à pesca no período da Piracema pelo número 0800 555 190.</p>
<p><em>Fonte: Polícia militar ambiental<br />
Imagem: Site SXC.hu</em></p>
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		<title>BIOSFERA é finalista do Prêmio Jornalistas&amp;Cia/HSBC</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 12:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O BIOSFERA TV é um dos finalistas do Prêmio Jornalistas&#038;Cia / HSBC de Imprensa e Sustentabilidade, com a reportagem Ecogames &#8211; os games sustentáveis.
A matéria produzida por Luis Corvini Filho e Guilherme Guimarães concorreu com vídeos de todo o Brasil. O Prêmio vai distribuir um total líquido de quase 90 mil reais, em uma cerimônia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>BIOSFERA TV</strong> é um dos finalistas do <em>Prêmio Jornalistas&#038;Cia / HSBC de Imprensa e Sustentabilidade</em>, com a reportagem <strong>Ecogames &#8211; os games sustentáveis</strong>.</p>
<p>A matéria produzida por Luis Corvini Filho e Guilherme Guimarães concorreu com vídeos de todo o Brasil. O Prêmio vai distribuir um total líquido de quase 90 mil reais, em uma cerimônia que será realizada dia 30 de novembro. As inscrições terminaram no dia 16 de outubro.</p>
<div id="attachment_4321" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/ecogames_01_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/ecogames_01_480.jpg" alt="" title="ecogames_01_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4321" /></a><p class="wp-caption-text">Reportagem mostrou a nova leva de games com cunho ambiental</p></div>
<p>O Prêmio <em>Jornalistas&#038;Cia/HSBC de Imprensa e Sustentabilidade </em>terá também três premiações especiais, que não envolvem dinheiro ou qualquer tipo de pagamento em espécie. São eles:<br />
• Prêmio Veículo do Ano em Sustentabilidade<br />
• Prêmio Veículo do Ano Especializado em Sustentabilidade<br />
• Prêmio Personalidade do Ano em Sustentabilidade</p>
<div id="attachment_4324" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/ecogames_04_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/11/ecogames_04_480.jpg" alt="" title="ecogames_04_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4324" /></a><p class="wp-caption-text">Jovens <em>gamers</em> tiveram a oportunidade de experimentar os ecogames</p></div>
<p>Os vencedores dessas três categorias serão escolhidos por um Conselho Consultivo integrado por personalidades da Academia e de ONGs reconhecidas pelo trabalho realizado neste campo. A cerimônia de premiação será no dia 30 de novembro.</p>
<p>Você pode rever a reportagem <strong>Ecogames &#8211; os games sustentáveis</strong> aqui:<br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7xYw-nsydk0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7xYw-nsydk0?fs=1&amp;hl=pt_BR&amp;rel=0&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>
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		<title>Humanos consomem 1,5 Terra, diz relatório da WWF</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Oct 2010 00:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos últimos 40 anos, o consumo excessivo dos recursos naturais cresceu a um ritmo acelerado e hoje a humanidade 50% mais do que a capacidade de renovação do planeta, seja em ar limpo, água potável, terra ou recursos naturais e agrícolas. O resultado desse excesso é a perda da biodiversidade mundial, que chegou a 30% [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos 40 anos, o consumo excessivo dos recursos naturais cresceu a um ritmo acelerado e hoje a humanidade 50% mais do que a capacidade de renovação do planeta, seja em ar limpo, água potável, terra ou recursos naturais e agrícolas. O resultado desse excesso é a perda da biodiversidade mundial, que chegou a 30% no período.</p>
<p>Os dados são da edição de 2010 do <em>Relatório do Planeta Vivo</em>, da Rede WWF, publicada mundialmente na última semana (13/10). Produzido a cada dois anos, o levantamento mede a saúde de quase 8.000 populações de mais de 2.500 espécies.</p>
<div id="attachment_4078" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/planetavivo02.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/planetavivo02.jpg" alt="" title="planetavivo02" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4078" /></a><p class="wp-caption-text">Pegada ecológica é um dos indicadores da devastação ambiental utilizados no relatório</p></div>
<p>A, pegada ecológica, um dos indicadores da devastação ambiental utilizados no relatório, mostra que a demanda da humanidade por recursos naturais duplicou desde 1996 e, atualmente, a humanidade utiliza o equivalente a um planeta e meio para sustentar o estilo de vida. O relatório aponta que, se os seres humanos continuarem a viver além da capacidade do planeta, até 2030 será preciso uma capacidade produtiva equivalente à exploração de dois planetas.</p>
<p><em>Junto com o lançamento do relatório, o WWF divulgou um vídeo que explica a pegada ecológica de forma prática e divertida (em inglês)</em><iframe src="http://player.vimeo.com/video/15657491?byline=0&amp;portrait=0" width="480" height="270" frameborder="0"></iframe></p>
<p>Segundo o relatório, os ricos demandam mais recursos, mas a degradação e a consequente perda da biodiversidade são mais acentuadas nas regiões tropicais – como o Brasil. Essas regiões são também são as mais pobres. Nelas, onde houve uma queda de 60% das espécies de plantas e animais.</p>
<div id="attachment_4076" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/planeta06.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/planeta06.jpg" alt="" title="planeta06" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4076" /></a><p class="wp-caption-text">Mapa global do potencial de serviços de ecossistemas de água doce</p></div>
<p>Nas regiões temperadas (e mais ricas), houve uma recuperação de 29% das espécies graças, em parte, ao aumento dos esforços de conservação da natureza e a um melhor controle da poluição e do lixo.</p>
<p>“É alarmante o ritmo da perda de biodiversidade que se verifica nos países de baixa renda, em sua maioria situados  nos trópicos, enquanto o mundo desenvolvido vive num falso paraíso, alimentado pelo consumo excessivo e elevadas emissões de carbono”, alerta Jim Leape, diretor geral da Rede WWF.</p>
<p>O documento aponta a perda, alteração e fragmentação de habitats, a exploração excessiva de espécies selvagens, a poluição e a mudança do clima como os principais fatores que ameaçam a biodiversidade.</p>
<p><strong>Consumo desigual</strong><br />
O consumo em excesso é predominante em nações mais ricas. Apenas os 32 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) – grupo das economias mais ricas e industrializadas do planeta – são responsáveis pelo consumo de 40% dos recursos disponíveis.</p>
<p>Brasil, Rússia, índia e China não fazem parte da OCDE, mas, somados, têm o dobro dos habitantes dos países do grupo. Os estudos alertam que, mantido o atual modelo de desenvolvimento, os chamados países emergentes seguirão a mesma trajetória de degradação ambiental dos ricos.</p>
<div id="attachment_4077" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/planetavivo01.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/planetavivo01.jpg" alt="" title="planetavivo01" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4077" /></a><p class="wp-caption-text">Infográfico mostra quantidade de água utilizada em cada atividade humana</p></div>
<p>“Seriam necessários quatro planetas e meio para atender a uma população mundial (6,8 bilhões de pessoas) com um estilo de vida equiparável ao de quem vive hoje nos Emirados Árabes ou nos Estados Unidos&#8221;, alerta Leape.</p>
<p><strong>Mudanças climáticas</strong><br />
Segundo o documento, devido ao aumento da geração e emissão de gases de efeito estufa na atmosfera, causado principalmente pela queima de combustíveis fósseis, desmatamento e processos industriais, o planeta entrou em uma espécie de “cheque sem fundo” ecológico.</p>
<p>A pegada de gás carbônico, principal causador do efeito estufa, aumentou em 35% nos últimos 20 anos e atualmente é responsável por mais da metade da pegada ecológica global.</p>
<p>Segundo o documento, os dez países com a maior pegada ecológica per capita são: Emirados Árabes Unidos, Catar, Dinamarca, Bélgica, Estados Unidos, Estônia, Canadá, Austrália, Kuwait e Irlanda.  O Brasil ocupa a 56º posição neste ranking. Em média, a pegada desses países é cinco vezes maior do que a dos países de baixa renda.</p>
<p>“As espécies são a base dos ecossistemas,” afirmou Jonathan Baillie, diretor do Programa de Conservação da Sociedade Zoológica de Londres, entidade que participou do levantamento.  “Ecossistemas saudáveis constituem as fundações de tudo o que nós temos – se perdemos isso, destruímos o sistema do qual depende a vida”, completou Baillie.</p>
<p><strong>Brasil</strong><br />
O Brasil possui uma alta biocapacidade – relação entre a área disponível para agricultura, pastagem, pesca e florestas e o potencial de produtividade –, mas isso não coloca o país em uma situação confortável.</p>
<p>“A redução da desigualdade com aumento do poder aquisitivo da população brasileira é uma conquista positiva. No entanto, também nos coloca frente a um grande desafio que é o de crescer sem esgotar nossos recursos naturais”, destaca a Secretária-Geral do WWF-Brasil, Denise Hamú.</p>
<p>Para Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, o consumo das riquezas naturais é indispensável para a vida no planeta e é fator determinante do crescimento econômico. “O que precisamos é consumir menos e diferente. Ou seja, consumir de forma mais responsável, buscando um equilíbrio entre nossas necessidades e a capacidade da renovação da Terra”.</p>
<p>“O principal benefício do relatório é servir de ferramenta para os tomadores de decisão estimularem uma economia de baixo carbono, uma economia verde, criando novas oportunidades de crescimento para o país e protegendo os serviços ecossistêmicos que são a base de nosso desenvolvimento econômico”, afirma Hamú.</p>
<p>Confira o relatório completo <a href="http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/08out10_planetavivo_relatorio2010_completo_n9.pdf" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Fonte: WWF / Akatu</p>
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		<title>Dê dicas de desenvolvimento sustentável ao Governo</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Oct 2010 12:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até 11 de novembro, a sociedade brasileira pode contribuir com o plano de sustentabilidade do governo. As pessoas podem enviar sugestões para
Ministério do Meio Ambiente para a composição final do Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis (PPCS). A intenção é criar novas formas de produção e consumo no país.
Apesar do assunto do desenvolvimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até 11 de novembro, a sociedade brasileira pode contribuir com o plano de sustentabilidade do governo. As pessoas podem enviar sugestões para<br />
Ministério do Meio Ambiente para a composição final do <a href="http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&amp;idEstrutura=234&amp;idMenu=10411" target="_blank">Plano de Ação para Produção e Consumo Sustentáveis</a> (PPCS). A intenção é criar novas formas de produção e consumo no país.</p>
<p>Apesar do assunto do desenvolvimento sustentável praticamente ter sido citado com propriedade por apenas um dos três candidatos a presidente nas eleicões deste ano, o tema agora pode ser focado por toda a sociedade, na criação do PPCS.</p>
<p>O documento está disponibilizado para consulta pública e prevê um conjunto de ações, visando trabalhar na adoção de padrões de produção mais limpos sob o ponto de vista da preservação ambiental e o consumo responsável dos produtos.</p>
<p>Segundo o MMA, O objetivo é promover uma discussão entre governo, setor produtivo e sociedade civil para mostrar que responsabilidade socioambiental é lucrativa e coloca o país na direção correta para o desenvolvimento sustentável.</p>
<div id="attachment_3832" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/consulta01.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/consulta01.jpg" alt="" title="consulta01" width="480" height="280" class="size-full wp-image-3832" /></a><p class="wp-caption-text">Medida visa incorporar práticas sustentáveis na sociedade</p></div>
<p><strong>Prioridades sustentáveis</strong><br />
As prioridades inicialmente selecionadas são:<br />
- educação para o consumo sustentável;<br />
- construções sustentáveis;<br />
- agenda ambiental na administração pública;<br />
- varejo e consumo sustentáveis;<br />
- compras públicas sustentáveis;<br />
- aumento da reciclagem de resíduos sólidos.</p>
<p>Segundo a ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, “os atuais padrões de produção e consumo logo não serão compatíveis com os limites físicos do planeta, e o Brasil precisa estar preparado”.</p>
<p>Você pode conhecer a ler a proposta preliminar do PPCS <a href="http://www.mma.gov.br/estruturas/243/_arquivos/plano_de_ao_para_pcs___documento_para_consulta_243.pdf" target="_blank">neste link</a>. Caso tenha sugestões a fazer, baixe aqui o formulário para contribuições. As sugestões devem ser encaminhadas para o e-mail ppcs@mma.gov.br.</p>
<div id="attachment_3831" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/consulta02.jpg"><img class="size-full wp-image-3831" title="consulta02" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/10/consulta02.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Interessados encontram formulário de sugestões no final do documento</p></div>
<p>As ideias serão analisadas pelo Comitê Gestor do Plano e podem fazer parte do documento final, que estará pronto ainda neste ano. O PPCS deverá ser implementado em três anos (2011-2013).</p>
<p>Segundo o MMA, o plano pretende que meios de produção com minimização de impactos ambientais e o consumo consciente deixem de ser vistos como “alternativos” e passem de segmento de mercado à regra geral.</p>
<p>“A vida das pessoas vai ser afetada diretamente, por isso pedimos que elas participem, tanto isoladamente, como por meio de suas organizações da sociedade civil, empresas e órgãos públicos&#8221;, afirma Segundo Samyra Crespo, secretária da Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA.</p>
<p><em>Fonte: MMA / Akatu<br />
Imagem: Wikicommons</em></p>
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		<title>Cidades: melhores com ou sem carro?</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Sep 2010 12:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma cena que se torna cada vez mais comum nos grandes centros urbanos do Brasil: filas intermináveis de carros parados no trânsito soltando muita fumaça.
Do lado de dentro, motoristas impacientes. Ainda no mesmo cenário, ônibus, metrôs, trens lotados e usuários desesperados na luta para descobrir se, quem sabe, chegarão a tempo em seus destinos.
Eduardo Jorge, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma cena que se torna cada vez mais comum nos grandes centros urbanos do Brasil: filas intermináveis de carros parados no trânsito soltando muita fumaça.</p>
<p>Do lado de dentro, motoristas impacientes. Ainda no mesmo cenário, ônibus, metrôs, trens lotados e usuários desesperados na luta para descobrir se, quem sabe, chegarão a tempo em seus destinos.</p>
<p>Eduardo Jorge, secretário do Verde e Meio Ambiente do município de São Paulo, vai direto ao ponto: &#8220;A crise do automóvel chegou ao limite. O uso excessivo do carro está causando um mal tremendo não só aos que usam carros, mas a todos os cidadãos. Precisamos encontrar soluções mais sustentáveis de se locomover na cidade&#8221;, afirma. </p>
<div id="attachment_3758" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/car_jam_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/09/car_jam_480.jpg" alt="" title="car_jam_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-3758" /></a><p class="wp-caption-text">o Brasil possui uma frota nacional de cerca de 34 milhões de veículos</p></div>
<p><strong>Muita reclamação, pouca solução</strong><br />
Atualmente, o Brasil possui uma frota nacional de cerca de 34 milhões de veículos. Somadas as quatro maiores capitais do país, essa quantidade é aumentada com mais 1.600 unidades diárias.</p>
<p>O problema, segundo especialistas, é que há um forte crescimento da frota, mas poucas ou nenhuma cidade brasileira têm um plano claro e muito menos contínuo para gerenciamento da mobilidade.</p>
<p>Para piorar a situação, os serviços de transporte público oferecido raramente satisfazem plenamente as necessidades dos usuários. A soma dos dois cenários – o consumo excessivo do transporte individual, e a falta de políticas públicas para privilegiar o uso do transporte coletivo – já mostra seus impactos ambientais, sociais e financeiros na vida dos brasileiros.</p>
<p>Apenas a cidade de São Paulo, a maior e mais rica do país, deixa de ganhar, anualmente, em torno de R$ 33 bilhões, devido ao trânsito intenso e caótico, segundo um estudo realizado em 2008 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).</p>
<p>Na cidade, a maioria dos cidadãos (68%) está insatisfeita com a situação porque gastam, em média, quase três horas para realizar todos os deslocamentos diários. Assim, a cada mês, os paulistanos perdem dois dias e seis horas no carro ou no transporte público para se locomover. </p>
<p>“Além disso, cerca de 4.000 pessoas morrem nesse mesmo período devido a problemas de saúde causados pela emissão de poluentes no ar, derivados da queima de combustíveis”, declara Paulo Saldiva, médico do Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Faculdade de Medicina da USP.</p>
<p><strong>90% do espaço para 20% das pessoas</strong><br />
Segundo Saldiva, automóveis, caminhões e ônibus são responsáveis pela emissão de 90% dos gases poluentes nas cidades. Entretanto, 90% do espaço viário das cidades é usado para transportar apenas 20% das pessoas, segundo dados da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP).</p>
<p>“Isso acontece porque as pessoas que se deslocam de carro, ainda são minoria, mas apenas uma delas, se descolando em um carro, ocupa um espaço sete vezes maior do que ocuparia em um ônibus” explica o urbanista Nazareno Stanislau Affonso, coordenador do Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade (MDT).</p>
<p>Lincoln Paiva, ambientalista e consultor de mobilidade sustentável, destaca que “o carro por si só, não é o problema. Mas é fundamental que, diante de uma frota nacional extensa e que tende a crescer, sejam criados sistemas de gerenciamento de mobilidade para desestimular o uso inadequado do carro”.</p>
<p><strong>Investimentos no lugar errado</strong><br />
Segundo Affonso, apenas em 2009, o governo investiu mais de R$ 14 bilhões em renúncias fiscais para estimular o mercado automobilístico. “Com 30% desse valor, seria possível fazer mudanças significativas no sistema de trânsito das grandes cidades para que as pessoas dependam menos do carro individual”.</p>
<p>Veja algumas das medidas, que na opinião dos especialistas, deveriam constituir políticas públicas para a viabilização de uma mobilidade mais sustentável nas cidades:</p>
<p>- Priorizar o transporte coletivo sobre o individual: investir na expansão das linhas de trem, metrô e ônibus, destinando a estes espaço viário que possa atender os usuários com rapidez e conforto, por meio de definição de corredores, faixas exclusivas e áreas destinadas à integração ao metrô e trem;</p>
<p>- Desestimular o consumo do carro: cobrança de pedágio urbano, principalmente para circulação na região central das cidades. Proibir o estacionamento em vias públicas, inclusive no espaço frontal às residências dos proprietários; </p>
<p>- Estimular o consumo de meios não motorizados: construir faixas exclusivas para bicicletas e outros meios não motorizados. Viabilizar calçadas em bom estado para evitar que pedestres sofram acidentes causados pela má conservação dessas vias. Só o Instituto de Ortopedia do Hospital das Clínicas, em São Paulo, recebe diariamente, em média, 30 pedestres que sofreram acidentes em calçadas. O número é mais que o dobro do de motociclistas acidentados que procuram o instituto.</p>
<p>- Garantir autonomia econômica às diversas regiões da cidade: multiplicar e descentralizar as atividades econômicas e espaços de lazer ao longo do perímetro urbano, reduzindo as necessidades de longos deslocamentos de casa para o trabalho, ou de casa para a escola.</p>
<p>- Destacar transporte e trânsito como elementos da questão ambiental: incorporar novas abordagens para orientar as intervenções no ambiente urbano, considerando os conceitos de ambiência e qualidade do espaço, poluição sonora, qualidade do ar, permeabilidade do solo e densidade da cobertura vegetal.</p>
<p><strong>Consumidor consciente e transporte</strong><br />
Como cada pessoa tem sua responsabilidade neste problema, você pode baixar uma <a href="http://www.akatu.org.br/akatu_acao/publicacoes/manuais-praticos-do-consumo-consciente/uso-consciente-de-transporte/at_download/file">Cartilha de Orientação para o Uso Consciente do Transporte</a>, desenvolvida pelo Instituto Akatu.</p>
<p>Fonte: Instituto Akatu<br />
Imagem: Bud Adams &#8211; Site SXC.hu</p>
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