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	<title>BIOSFERA TV &#187; Destaque</title>
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	<description>Programa BIOSFERA TV: Ações e atitudes sustentáveis para o seu dia a dia</description>
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		<title>Bote sua bituca no bituqueiro</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jun 2011 13:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu já havia recebido um desses há alguns anos atrás, durante um festival em chamado &#8220;About Us&#8221; (Sobre Nós) realizado em São Paulo. Um porta bituca feito de garrafas pet recicladas, que &#8220;convida&#8221; os fumantes a não mais jogar os restos de cigarro nas ruas.
Na época, entreguei os objetos a um colega de trabalho fumante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu já havia recebido um desses há alguns anos atrás, durante um festival em chamado &#8220;About Us&#8221; (Sobre Nós) realizado em São Paulo. Um porta bituca feito de garrafas pet recicladas, que &#8220;convida&#8221; os fumantes a não mais jogar os restos de cigarro nas ruas.</p>
<div id="attachment_4811" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bituqueiro.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/06/bituqueiro.jpg" alt="" title="bituqueiro" width="480" height="279" class="size-full wp-image-4811" /></a><p class="wp-caption-text">Seja educado: jogue sua bituca no bituqueiro!</p></div>
<p>Na época, entreguei os objetos a um colega de trabalho fumante, e também a uma paquera que, aparentemente, gostava mais do cigarro do que de mim. Não obtive muito sucesso com meus presentes, pois nunca via nenhum deles utilizar o porta bituca. </p>
<p>Mas, sendo insistente e incansável, este ano, no festival &#8220;Natura Nós&#8221;, aproveitei e peguei uma quantidade um pouco maior deles (quatro) de modo a continuar com minha campanha pessoal  por uma cidade mais limpa.</p>
<p>Eles estão aqui ao meu lado, prontos para serem entregues para mais colegas que insistem em deixar sua marca na história da poluição do nosso município. Será que, nessa 2a leva, eu conseguirei a conscientização de algum deles?</p>
<p>Não custa tentar!</p>
<p><em>Foto: Luis Corvini Filho</em></p>
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		<title>Amazônia aquecerá além da média global, diz estudo</title>
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		<pubDate>Thu, 26 May 2011 16:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O aumento na temperatura e o decréscimo das chuvas na Amazônia acima da variação global média esperadas são as principais conclusões do relatório final do projeto Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil – Análise conjunta Brasil-Reino Unido sobre os Impactos das Mudanças Climáticas e do Desmatamento na Amazônia, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aumento na temperatura e o decréscimo das chuvas na Amazônia acima da variação global média esperadas são as principais conclusões do relatório final do projeto Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil – Análise conjunta Brasil-Reino Unido sobre os Impactos das Mudanças Climáticas e do Desmatamento na Amazônia, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Met Office Hadley Centre (MOHC).</p>
<p>O documento é resultado de três anos de trabalho de pesquisadores do Reino Unido e do Brasil. Os estudos mostram a importância da Amazônia para o clima global e como provedora de serviços ambientais para o Brasil.</p>
<div id="attachment_4799" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/clima_amazonia.jpg"><img class="size-full wp-image-4799" title="clima_amazonia" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/clima_amazonia.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Documento aponta aumento na temperatura e o decréscimo das chuvas na Amazônia acima da variação global média</p></div>
<p>O objetivo do projeto é subsidiar os formuladores de políticas com evidências científicas das mudanças climáticas e de seus possíveis impactos no Brasil, na América do Sul e em nível global.</p>
<p>“A experiência do MOHC, líder mundial em modelagem climática, aliada à experiência do Inpe em estudos sobre mudanças climáticas na América do Sul possibilitaram a identificação de possíveis cenários e impactos, com projeções inovadoras dos efeitos das mudanças climáticas antrópicas na região”, disse José Marengo, pesquisador do Inpe, que coordenou o projeto no Brasil.</p>
<div id="attachment_4800" class="wp-caption aligncenter" style="width: 407px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-26-at-1.32.28-PM.png"><img class="size-full wp-image-4800" title="Screen shot 2011-05-26 at 1.32.28 PM" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Screen-shot-2011-05-26-at-1.32.28-PM.png" alt="" width="397" height="452" /></a><p class="wp-caption-text">Estudo aponta que Amazônia irá aquecer além da média global</p></div>
<p>O estudo utilizou um conjunto de modelos globais e regionais desenvolvidos pelo MOHC e pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe para projetar efeitos das emissões de gases de efeito estufa no clima do mundo e fornecer mais detalhes sobre o Brasil. Embora as projeções abranjam todo o país, o foco do relatório se concentra na Amazônia, área de preocupação nacional, regional e mundial.</p>
<p>O relatório completo pode ser encontrado <a href="http://www.inpe.br/noticias/arquivos/pdf/relatorioport.pdf" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: reprodução</em></p>
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		<title>Conheça a nascente do rio Pinheiros</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 23:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A equipe do BIOSFERA TV acompanhou a expedição de um grupo de 30 pessoas rumo à nascente do rio Pinheiros, em uma campanha de conscientização em prol da limpeza do rio que cruza a capital paulista.
Confira!

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A equipe do BIOSFERA TV acompanhou a expedição de um grupo de 30 pessoas rumo à nascente do rio Pinheiros, em uma campanha de conscientização em prol da limpeza do rio que cruza a capital paulista.</p>
<p>Confira!<br />
<iframe width="499" height="284" src="http://www.youtube.com/embed/kZmKct952ww?hd=1" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Em busca da nascente do rio Pinheiros</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 20:31:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acostumados com um rio Pinheiros fétido e poluído, cerca de 30 paulistanos puderam conhecer ontem uma realidade diferente, a pouco mais de 70 km da capital.
Cristalina, a água de um dos principais afluentes do rio antes de ele ter seu fluxo invertido, em meados do século passado, nasce de uma fonte encravada na serra do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acostumados com um rio Pinheiros fétido e poluído, cerca de 30 paulistanos puderam conhecer ontem uma realidade diferente, a pouco mais de 70 km da capital.</p>
<p>Cristalina, a água de um dos principais afluentes do rio antes de ele ter seu fluxo invertido, em meados do século passado, nasce de uma fonte encravada na serra do Mar, em Paranapiacaba (distrito de Santo André, no ABC paulista).</p>
<p>Foi ali, após duas horas de trilha, que monitores ambientais apresentaram o rio Grande ao grupo.</p>
<div id="attachment_4737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente01.jpg"><img class="size-full wp-image-4737" title="nascente01" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente01.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo foi apresentado à nascente do rio Grande, principal afluente do Rio Pinheiros</p></div>
<p>&#8220;Eu olho o Pinheiros todo dia da janela do trabalho. É uma coisa horrível, às vezes aquela coisa preta parece gelatina, que não está correndo para nenhum lugar. Conhecer a nascente foi o máximo&#8221;, disse a economista Andréa Karady, 38, uma das participantes da excursão.</p>
<div id="attachment_4740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente07.jpg"><img class="size-full wp-image-4740" title="nascente07" src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/05/nascente07.jpg" alt="" width="480" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">A economista Andréa Karady participou da excursão e disse: Conhecer a nascente foi o máximo</p></div>
<p>O passeio foi uma das 30 &#8220;expedições&#8221; organizadas ontem pela Associação Águas Claras do Rio Pinheiros, que tem como objetivo promover a &#8220;retomada da interação do paulistano com o rio&#8221;. Em outros pontos, foram realizadas atividades com bicicleta, caminhadas por córregos escondidos e até saraus de literatura.</p>
<p>Cerca de 700 pessoas acompanharam as atividades. As expedições foram o primeiro grande investimento da associação, que reúne empresas instaladas às margens do Pinheiros.</p>
<p>Os participantes, recrutados nessas empresas, foram convidados a registrar tudo em foto e vídeo para alimentar um site colaborativo.</p>
<p>Para o fotógrafo Mauricio Simonetti, 52, coordenador da viagem à nascente, mostrar um Pinheiros limpo é um dos primeiros passos para a sua revitalização. &#8220;Com certeza o rio pode ser mais desfrutado. A tecnologia já existe, depende de vontade das pessoas e do poder público.&#8221; <strong>(André Monteiro)</strong></p>
<p><strong>Confira <a href="http://www.biosferatv.com.br/destaque/conheca-a-nascente-do-pinheiros/" target="_blank">aqui</a> a reportagem em vídeo desta aventura!</strong></p>
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		<title>Empresário cria a bola ecológica</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 17:59:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma bola artesanal feita por seringueiros do Acre foi a inspiração para o empresário Tony Régis Ferreira na criação de um projeto inovador no meio esportivo, a bola ecológica.
Tudo começa na sangra do látex das seringueiras. O liquido é matéria prima para a produção de um laminado vegetal. Junto com a câmara, também feita com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma bola artesanal feita por seringueiros do Acre foi a inspiração para o empresário Tony Régis Ferreira na criação de um projeto inovador no meio esportivo, a bola ecológica.</p>
<p>Tudo começa na sangra do látex das seringueiras. O liquido é matéria prima para a produção de um laminado vegetal. Junto com a câmara, também feita com o material a pelota está completa. Mas para atender aos padrões oficiais de medida e peso, toda uma cadeia produtiva foi criada. A tecnologia permite a produção de bolas de futebol, vôlei, basquete, handball, entre outras.</p>
<p><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/ecoball_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/02/ecoball_480.jpg" alt="" title="ecoball_480" width="480" height="280" class="aligncenter size-full wp-image-4591" /></a></p>
<p>Depois de seco, o laminado é estendido para ser revisado e armazenado.<br />
E o meio ambiente não é o único beneficiado com a produção da bola.</p>
<p>O sócio da empresa, Jaime Rodrigues, explica como ela também promove a inclusão social, já que que a lâmina de látex é cortada e seus gomos são costurados por detentos do sistema carcerário do estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Vantagem econômica</strong><br />
A região noroeste é a maior produtora de látex do estado de São Paulo, tornando o mercado para a bola ecológica promissor. Mas os empresários não pretendem competir pelo preço, e sim pelo apelo de venderem um produto sustentável. Enquanto uma bola tradicional custa de 40 a 130 reais, o valor da bola ecológica gira em torno 65 a 110 reais.</p>
<p>Outra vantagem da bola ecológica é a possibilidade de total reciclagem do material. Depois de descartada, ela pode ser triturada, e virar matéria prima para solados de tênis e sapatos.</p>
<p><strong>Começa o jogo!</strong><br />
Mas a bola ainda precisava do teste final. E isso só poderia acontecer, é claro, no campo. E foi no estádio municipal de Magda que conferimos a estréia da bola na 1a copa ecológica da cidade.</p>
<p>O duelo entre o &#8220;CFM&#8221;, usando uniforme preto, e a &#8220;Galera da Manga&#8221;, de branco foi bastante equilibrado. Mas mesmo assim, o primeiro gol ecológico da história saiu. Foi do soldador e goleador Rômulo Carlos Correa, de cabeça. No intervalo e em uma entrevista exclusiva, o craque revelou: a bola está aprovada.</p>
<p>Outro colega de equipe, o auxiliar de plataforma Sonora Rafael Selis, exalta: &#8220;é melhor que a Jabulani&#8221;. Com um elogio deste, o empresário pode ficar tranquilo de que a bola ainda vai lhe render muitos gols dentro e fora de campo.</p>
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		<title>Apague as luzes dia 26 de março</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 17:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Hora do Planeta 2011, uma campanha da WWF, será realizada dia 26 de março. No dia, às oito e meia da noite, as pessoas deverão apagar as luzes da casa durante uma hora, em ato simbólico pela mudança de atitude em relação aos perigos do aquecimento global.
A Hora do Planeta acontece desde 2007. Em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Hora do Planeta 2011, uma campanha da WWF, será realizada dia 26 de março. No dia, às oito e meia da noite, as pessoas deverão apagar as luzes da casa durante uma hora, em ato simbólico pela mudança de atitude em relação aos perigos do aquecimento global.</p>
<p>A Hora do Planeta acontece desde 2007. Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, espera-se que a mobilização seja ainda maior.</p>
<div id="attachment_4607" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/03/earthhour2011_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/03/earthhour2011_480.jpg" alt="" title="earthhour2011_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4607" /></a><p class="wp-caption-text">Campanha mobilizou mais de um milhão de pessoas em 2010</p></div>
<p><strong>Cidades aderem à causa</strong><br />
Vitória e Rio de Janeiro foram as primeiras cidades brasileiras a aderirem à campanha. A cidade carioca irá apagar as luzes do Cristo Redentor, da orla de Copacabana, do Arpoador, da Igreja da Penha e também dos Arcos da Lapa.</p>
<p>Confira o vídeo oficial da campanha:<br />
<iframe title="YouTube video player" width="500" height="311" src="http://www.youtube.com/embed/n8Zz4rWc7hs?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Para participar</strong><br />
As pessoas devem entrar no site da wwf para obterem informações de como fazer parte da campanha.</p>
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		<title>Barcos flutuam sobre garrafas PET</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Jan 2011 11:33:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante a gravação de uma reportagem sobre piscicultura de tilápias na cidade de Santa Clara d&#8217;Oeste, no noroeste paulista, notei que os barcos utilizados no processo flutuavam sobre garrafas PET.
Ao conversar com o dono do local, soube que para cada embarcação, eram utilizadas 1.800 garrafas, e olha que a quantidade desses barcos passava das dezenas!
Taí [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a gravação de uma reportagem sobre piscicultura de tilápias na cidade de Santa Clara d&#8217;Oeste, no noroeste paulista, notei que os barcos utilizados no processo flutuavam sobre garrafas PET.</p>
<div id="attachment_4572" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/barco-pet-01.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/barco-pet-01.jpg" alt="" title="barco-pet-01" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4572" /></a><p class="wp-caption-text">Para cada barco, são utilizadas 1800 garrafas PET</p></div>
<p>Ao conversar com o dono do local, soube que para cada embarcação, eram utilizadas 1.800 garrafas, e olha que a quantidade desses barcos passava das dezenas!</p>
<div id="attachment_4573" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/barco-pet-02.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/barco-pet-02.jpg" alt="" title="barco-pet-02" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4573" /></a><p class="wp-caption-text">Ao invés de poluir, as garrafas auxiliam na flutuação das embarcações</p></div>
<p>Taí uma forma inteligente e criativa de &#8220;esverdear&#8221; o processo industrial.</p>
<p><em>E você, já viu alguma atitude ecocriativa? Mande para a gente, no email biosfera.ds@gmail.com.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Combinação desastrosa no litoral de SP</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 00:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As mudanças climáticas, somadas ao crescimento populacional causado, em grande parte, pela construção de empreendimentos voltados à exploração de petróleo e gás, podem aumentar as vulnerabilidades socioambientais das cidades do litoral do Estado de São Paulo aos eventos climáticos extremos, segundo pesquisa feita no Núcleo de Pesquisas Ambientais (Nepam) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
De [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As mudanças climáticas, somadas ao crescimento populacional causado, em grande parte, pela construção de empreendimentos voltados à exploração de petróleo e gás, podem aumentar as vulnerabilidades socioambientais das cidades do litoral do Estado de São Paulo aos eventos climáticos extremos, segundo pesquisa feita no Núcleo de Pesquisas Ambientais (Nepam) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).</p>
<p>De acordo com Lúcia da Costa Ferreira, coordenadora da pesquisa, por suas próprias características ecológicas a zona costeira do litoral paulista já é muito sensível a qualquer alteração climática, como chuvas intensas. Com o aumento do número de moradores nos últimos anos, atraídos pela oferta de emprego principalmente no setor petrolífero, a infraestrutura das cidades litorâneas do Estado de São Paulo tende a piorar. Em função disso, elas podem se tornar mais frágeis para enfrentar os riscos de acidentes e desastres naturais, como deslizamentos de encostas e inundações.</p>
<div id="attachment_4563" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/praia_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2011/01/praia_480.jpg" alt="" title="praia_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4563" /></a><p class="wp-caption-text">Estudo busca identificar as vulnerabilidades socioambientais do litoral de São Paulo</p></div>
<p>“Há locais na faixa litorânea onde a área disponível para ocupação humana, que vai do sopé do morro ao mar, é muito pequena. Qualquer alteração no nível no mar nessas áreas pode provocar impactos violentos”, disse Lúcia.</p>
<p>Para identificar as vulnerabilidades socioambientais apresentadas pelos municípios situados em todo o litoral do Estado de São Paulo em relação aos possíveis impactos das mudanças climáticas, e identificar quais as adaptações terão que promover para enfrentá-las, foi iniciado em 2009 o Projeto Temático &#8220;Crescimento urbano, vulnerabilidade e adaptação: dimensões ecológicas e sociais de mudanças climáticas no litoral de São Paulo&#8221;.</p>
<p><strong>Projeto em vertentes sociais, ambientais e econômicas</strong><br />
O projeto multidisciplinar é dividido em quatro componentes. No primeiro, estão sendo analisados o crescimento populacional das cidades litorâneas paulistas, as vulnerabilidades das populações e suas infraestruturas para enfrentar os eventos climáticos.</p>
<p>No segundo são estudadas as iniciativas que estão sendo tomadas pelos gestores municipais para preparar as cidades litorâneas paulistas para possíveis mudanças ambientais e impactos das alterações climáticas.</p>
<p>O terceiro componente avalia as dinâmicas sociais e os conflitos que estão ocorrendo na região devido à contraposição da expansão urbana com a existência de áreas protegidas na região por inúmeras unidades de conservação ambiental.</p>
<p>Por fim, o quarto estudo pesquisa os impactos da expansão urbana e das mudanças ambientais sobre a biodiversidade da região.</p>
<p>“Por meio desses quatro componentes, quisemos abranger tanto as dinâmicas sociais e demográficas, em que o foco são os conflitos sociais e as respostas políticas e institucionais dessas cidades litorâneas para os problemas causados pelas mudanças climáticas, quanto as ecológicas e botânicas, em que o objeto de estudo é a biodiversidade”, disse Lúcia.</p>
<p><strong>Primeiros resultados</strong><br />
Na primeira etapa do projeto, os pesquisadores identificaram e caracterizaram as dinâmicas sociais, além dos atores governamentais e não governamentais que estão envolvidos nas discussões sobre os impactos das mudanças climáticas nos 16 municípios do litoral paulista.</p>
<p>Paralelamente a esse trabalho, também fizeram um levantamento de experiências em políticas públicas existentes na região relacionadas ao enfrentamento das mudanças climáticas, como fóruns de discussão.</p>
<p>“O número de iniciativas como essas na região se revelou acima da média do que imaginávamos. Há um grande interesse das administrações, principalmente dos municípios de Bertioga, Caraguatatuba e São Sebastião, em manter uma cooperação conosco para a realização de debates e palestras sobre os impactos das mudanças climáticas”, disse Lúcia.</p>
<p>Segundo a pesquisadora, juntamente com Ubatuba, os municípios de São Sebastião e Caraguatatuba, no Litoral Norte de São Paulo, concentram o maior número de novos empreendimentos voltados para a exploração de óleo e gás.</p>
<p>Em Caraguatatuba, por exemplo, está sendo construído a Unidade de Tratamento de Gás (UTGCA) Monteiro Lobato, da Petrobras, que deve entrar em operação no início de 2011.</p>
<p>“Há uma área de conurbação (unificação da malha urbana de duas ou mais cidades) nessa região, onde São Sebastião está sendo utilizado como ‘município dormitório’ pelos operários que trabalham em Caraguatatuba”, disse a cientista.</p>
<p>De acordo com dados do Censo 2010, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população do Litoral Norte paulista aumentou 11% nos últimos 10 anos – acima das médias estadual e nacional. Juntas, segundo a pesquisa, as cidades de Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba ganharam mais de 50 mil habitantes no período de 2000 a 2010.</p>
<p>“Está ocorrendo uma expressiva urbanização da região como um todo que tende a acelerar ainda mais com a construção desses novos empreendimentos”, disse Lúcia.</p>
<p>Segundo ela, a divulgação dos dados do Censo 2010 pelo IBGE deve contribuir para o avanço das pesquisas realizadas no âmbito do Projeto Temático.</p>
<p>Na segunda fase do projeto, que será iniciada em 2011, os pesquisadores analisarão as informações coletadas e realizarão pesquisas de opinião e grupos focais com os moradores das cidades litorâneas paulistas para levantar suas preocupações com os impactos das mudanças climáticas e a construção dos novos empreendimentos na região.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: Luis Corvini Filho</em></p>
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		<title>Rumo à gaseificação de biomassa</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Dec 2010 15:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[bagaço de cana]]></category>
		<category><![CDATA[biomassa]]></category>
		<category><![CDATA[cana de açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
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		<description><![CDATA[A Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo anunciou a aprovação da primeira fase do projeto do Centro de Desenvolvimento de Gaseificação de Biomassa (CDGB) no Parque Tecnológico de Piracicaba (SP).
O projeto, que deverá receber investimento de R$ 80 milhões, será viabilizado por uma parceria entre o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a Financiadora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo anunciou a aprovação da primeira fase do projeto do Centro de Desenvolvimento de Gaseificação de Biomassa (CDGB) no Parque Tecnológico de Piracicaba (SP).</p>
<p>O projeto, que deverá receber investimento de R$ 80 milhões, será viabilizado por uma parceria entre o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</p>
<div id="attachment_4554" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><a href="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/biomassa_480.jpg"><img src="http://www.biosferatv.com.br/wp-content/uploads/2010/12/biomassa_480.jpg" alt="" title="biomassa_480" width="480" height="280" class="size-full wp-image-4554" /></a><p class="wp-caption-text">Gaseificação do bagaço de cana de açúcar é vista como uma ferramenta de mitigação de emissão de gases do efeito estufa</p></div>
<p>De acordo com o IPT, o centro abrigará, em uma área de 80 mil m², uma planta piloto que desenvolverá a tecnologia de gaseificação do bagaço de cana-de-açúcar, a exemplo da corrida tecnológica que se desenrola em outros países para consolidar esse processo, só que com diferentes matérias-primas, como a palha de milho e o carvão.</p>
<p>A gaseificação é vista como uma ferramenta de mitigação de emissão de gases do efeito estufa. O gás de síntese do bagaço de cana será avaliado em três aplicações: para a geração de energia elétrica, produção de biocombustível líquido e como precursor de biopolímeros, os chamados monômeros do plástico.</p>
<p>A atual fase do projeto está voltada para a produção do gás. Para os primeiros cinco anos está prevista a produção de 500 kg/hora de gás de biomassa. Além do bagaço, outras matérias-primas de biomassa serão pesquisadas.</p>
<p>Os parceiros industriais investirão conjuntamente na planta piloto de gaseificação e, isoladamente, nos projetos de pesquisa do aproveitamento de gás de síntese. Essas duas fases terão apoio da Rede Nacional de Combustão e Gaseificação, que conta com projetos de pesquisa financiados pela FAPESP.</p>
<p>Um papel fundamental da planta piloto será aperfeiçoar os equipamentos empregados na gaseificação. Durante os três anos de operação da planta, deverão ser processadas 3 mil toneladas de biomassa.</p>
<p>Atualmente, o bagaço é usado para a produção de energia, mas seu rendimento energético é de 20%. <strong>No novo processo, o rendimento poderá dobrar, chegando a 40%</strong>.</p>
<p>Um dos principais desafios do projeto é reduzir o custo do investimento. “A literatura internacional afirma que o investimento é de cerca de US$ 3 por watt e nós temos que otimizar esse valor, chegando a US$ 1,5 por watt”, disse Fernando Landgraf, diretor de inovação do IPT.</p>
<p>O grupo que apoia o projeto é composto por quatro empresas – Oxiteno, Petrobras, Brasken e Cosan – e quatro instituições – Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ-USP) e IPT. Cada empresa parceira deverá contribuir com R$ 2 milhões durante a execução do projeto.</p>
<p>O IPT, junto com o CTC e o CTBE, está articulando um consórcio com empresas públicas e privadas, além de institutos e universidades do Brasil e do exterior.</p>
<p>A Esalq e a cidade de Piracicaba, uma das maiores produtoras de cana-de-açúcar no Brasil, contribuem com a infraestrutura necessária para a instalação da planta piloto.</p>
<p><em>Fonte: Agência FAPESP<br />
Imagem: Anderson Carvalho / site sxc.hu</em> </p>
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		<title>Consumidores conscientes somam 5% da população</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 23:23:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luis Corvini Filho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[akatu]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre 2006 e 2010, manteve-se em 5% o percentual da população brasileira que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo. São os chamados consumidores conscientes. Considerando-se o aumento populacional nesse período, houve um crescimento de cerca de 500 mil consumidores conscientes.
Os dados são da pesquisa inédita “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 2006 e 2010, manteve-se em 5% o percentual da população brasileira que adere a valores e comportamentos mais sustentáveis de consumo. São os chamados consumidores conscientes. Considerando-se o aumento populacional nesse período, houve um crescimento de cerca de 500 mil consumidores conscientes.</p>
<p>Os dados são da pesquisa inédita “O Consumidor Brasileiro e a Sustentabilidade: Atitudes e Comportamentos frente o Consumo Consciente, Percepções e Expectativas sobre a Responsabilidade Social Empresarial. Pesquisa 2010”, realizada e apresentada pelos institutos Akatu e Ethos.</p>
<p>“A manutenção significativa dos níveis mais altos do consumo consciente é um dado bastante positivo, principalmente porque parte das informações foi coletada durante o terceiro trimestre de 2010, quando se registrou o maior crescimento econômico dos últimos anos no país”, considera Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu. “O mais importante é que as práticas sustentáveis não foram abandonadas devido ao aumento dos benefícios financeiros”, completa.</p>
<p>Jorge Luis Numa Abrahão, presidente do Instituto Ethos, ressaltou os esforços desenvolvidos no Brasil para a construção da sustentabilidade. “O entendimento do comportamento do consumidor é fundamental nesse processo e, aqui no Brasil, é notável a consistência dos esforços nesse sentido em relação a outros países do mundo”, defende Abrahão. “Este levantamento serve como trânsito para uma economia verde e responsável”.</p>
<p>“Há um movimento grande de crescimento da população consumidora no Brasil, mas ela é acompanhada do crecimento de um perfil crítico e exigente, por isso a importância de estudos como este”, afirma Lincoln Cesário Fernandes, gerente da Responsabilidade Socioambiental do Bradesco. “Os consumidores não olham apenas para o produto, mas para a empresa como um todo. Há dez anos não era assim”, completa Sandro Marques, gerente executivo de Desenvolvimento Sustentável do Santander.</p>
<p><strong>Indiferentes</strong><br />
De acordo com a pesquisa, cresceu em 12 pontos percentuais (de 25% para 37% do total) o segmento de consumidores mais distante destes valores e comportamentos, o grupo dos consumidores chamado de “Indiferente”.</p>
<p>A maior queda foi registrada em comportamentos ligados à economia e ao planejamento. Práticas como evitar deixar lâmpada acesa em ambientes desocupados, que eram realizadas por 77% da população brasileira em 2006, hoje são por 69%.</p>
<p>O planejamento de compras de alimentos é praticado por 48% da população, há quatro anos, esse comportamento era adotado por 55%.</p>
<p>“Cresceu o número da população com poder aquisitivo no Brasil nos últimos anos e esse fator interfere diretamente na avaliação dos comportamentos de consumo”, explica Aron Belinky, consultor do Instituto Akatu.</p>
<p>Além disso, o termo Sustentabilidade desperta muito pouco interesse na população por seu um assunto mais abstrato e, portanto, mais difícil de ser compreendido e transformado em prática do dia-a-dia: 56% dos consumidores nunca ouviram falar em Sustentabilidade. </p>
<p><strong>Premiação e punição</strong><br />
Entre outras conclusões, o estudo aponta que os consumidores premiam empresas mais responsáveis e punem as menos responsáveis. Eles repudiam a propaganda enganosa, e o tema que eles mais valorizam para considerar que uma empresa tem responsabilidade social são as relações de trabalho: 80% dos consumidores apontam o desenvolvimento de alguma ação ligada à dimensão “Direito das Relações de Trabalho” como importante.</p>
<p>A pesquisa ouviu 800 mulheres e homens, com idade igual ou superior a 16 anos, de todas as classes sociais e regiões geográficas do país, nas seguintes localidades: regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém), capitais (Goiânia e Manaus) e Distrito Federal.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Akatu<br />
Imagem: Site sxc.hu</em></p>
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