“O clima não está aquecendo!”
Blog — By Fabiano Fachini on agosto 19, 2010 at 08:01“O clima não está aquecendo”. É o que afirma o fisico, meteorologista e professor da Universidade Federal de Alagoas, Luiz Carlos Molion, em entrevista concedida ao jornalista André Guilherme e a meteorologista Aline Ribeiro em um programa da Jovem Pan on-line. Para o professor Luiz não existe o aquecimento global, uma opinião diferente da maioria das publicações, notícas e informações que recebemos de ONG’s e outros estudiosos do clima.
Confira o vídeo e depois deixe sua opinião em nosso espaço de comentários:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Quem é Molion
Luiz Carlos Baldicero Molion Luiz Carlos Baldicero Molion é bacharel em Física pela USP e doutor em Meteorologia – e Proteção Ambiental, como campo secundário – pela Universidade de Wisconsin, Estados Unidos. Concluiu seu pós-doutorado no Instituto de Hidrologia, em Wallingford, Inglaterra, em 1982, na área de Hidrologia de Florestas. É associado do Wissenschaftskolleg zu Berlin (Instituto de Estudos Avançados de Berlim), Alemanha, onde trabalhou como pesquisador visitante de 1989 a 1990.
Molion tem mais de 30 artigos publicados em revistas e livros estrangeiros e mais de 80 artigos em revistas nacionais e congressos, em particular sobre impactos do desmatamento da Amazônia no clima; climatologia e hidrologia da Amazônia; causas e previsibilidade das secas do Nordeste; mudanças climáticas globais e regionais; camada de ozônio e fontes de energias renováveis. Foi cientista-chefe nacional de dois experimentos com a NASA sobre a Amazônia. Aposentou-se do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCT), onde foi diretor de Ciências Espaciais e Atmosféricas, como Pesquisador Titular III. Entre 1990 e 1992, foi presidente da Fundação para Estudos Avançados no Trópico Úmido (UNITROP), Governo do Estado do Amazonas, em Manaus, onde desenvolveu pesquisas sobre desenvolvimento sustentado, em particular o biodiesel, combustivel renovável feito de óleos de palmáceas nativas
Imagem: TV Brasil
Tags: aquecimento global, clima, professor Luiz Carlos Molion, Universidade Federal do Alagoas










Digg This
Save to delicious
Stumble it
RSS Feed
4 Comentários
Olá,
Alguns dizem que há interesses por trás desse tal de aquecimento global. Pode até haver alguns que se aproveitam no meio de uma coisa midiática tão grande, mas enquanto o absurdo empirismo dessa gente que comanda e domina essa questão não aplicar as ciências de conhecimento universal e assim continuar cometendo erros tão absurdos e elementares da física básica, podem deixar que se trata apenas de ignorância científica mesmo e, por isso, uma “conspiração” climática mundial não se sustenta. E ja deram muitas provas disso, em seus “modelos” fajutos (os quais são ajustados para darem os resultados desejados, que absurdo!!), em publicações de revistas, em “previsões”, etc. Primeiro eles têm que entender bem e resolver cientificamente a questão, como eu já a resolvi, modestamente, o que o Molion não conseguiu, antes de afirmarem que há conspiração, por uma questão de lógica e bom senso.
Quem comanda e domina essa questão no mundo é o IPCC e seus meteorologistas, climatologistas, hidrologistas, etc, os quais, para afirmar que existe aquecimento “global”, absurda e ingenuamente relacionaram um aumento de temperatura com um aumento de CO2. Mas, para constatar que há aumento do efeito estufa não basta uma simples e ingênua relação de um parâmetro com outro, pois na atmosfera há muitos outros parametros que precisam ser relacionados entre si para podermos realmente constatar um aumento de aquecimento atmosférico. E tais relações são baseadas na teoria física da questão, o que não se vê os profissionais acima relacionados fazerem, por isso erram tanto e tão absurdamente. E falo isso não apenas em relação às coisas que se vê na mídia, mas em relação às publicações de suas revistas internacionais, cujos artigos deveriam ser um primor de ciência, mas não são, são muitos e enormes absurdos mesmo.
Além de eles terem relacionado somente um único parâmetro com outro, eles escolheram apenas as partes da história em que há os referidos aumentos, mas há outras partes da história em que há reduções desses parametros que não foram considerados por eles. É nessa hora que entra o Molion, que escolheu para suas afirmações exatamente o lado contrário dos outros, ou seja, quando os referidos parâmetros decrescem, cometendo o mesmo erro, só que do lado contrário. Vale lembrar que o Molion é tambem meteorologista e, como os outros empíricos, só depende de dados experimentais, os quais têm uma variabilidade natural complexa que confunde se as análises não forem ajudadas pela verdadeira teoria científica. Trabalhei e tenho trabalhado teórica e experimentalmente com sistemas de aquecimento atmosferico e posso dizer que quase tudo que tem sido dito sobre o tal do aquecimento “global” está essencialmente errado, inclusive pelo Molion.
Por incrível que pareça, o ser humano é sim capaz de causar mudanças climáticas, mas não do jeito que dizem. Com poucas palavras, faço qualquer um entender como o ser humano pode sim interferir no clima. Enquanto isso, conheçam mais em sartori-aquecimentoglobal.blogspot.com.
Sou um humilde professor de geografia do ensino fundamental (RJ) e Consultor Ambiental em órgãos públicos , portanto longe de argumentações científicas , como no caso dos professores Luiz Carlos Molion e Ernani Sartori, a cerca do clima do mundo. A constatação inequevívoca de que o planeta passa por período de aquecimento talvez seja inatingível, apenas acontecendo quando estivermos morrendo de calor, ano após ano, e junto conosco milhares de inocentes espécies de animais, e quando na Rússia e Canadá se transformar num verdadeiro paraíso tropical. Mas, temos que concordar que alterações climáticas severas estão acontecendo em níveis energéticos cada vez maiores e em períodos de tempo cada vez mais curtos (seca na Amazônia, Ciclones no Sul – Ciclone Catarina, estações do ano completamente fora de um padrão). Portanto, a hora é de unir esforços na busca de um modelo de desenvolvimento humano para sobrevivência , aliando a distribuição da riqueza (grande problema do capitalismo – concentração de renda). E tomara Deus que o aquecimento global não venha, mas será que até o nosso Criador já não anda perdendo a paciência conosco ?
MEIO AMBIENTE RIO DE JANEIRO http://www.limpezariomeriti.blogspot.com
Newton Almeida
Olá Newton,
O Criador pode até perder a paciência com a humanidade por outros motivos, mas não porque o ser humano tem se mostrado capaz de interferir nos ciclos naturais. Essa intervenção se dá principalmente por causa de processos industriais e de produção de energia poluente (como as termoelétricas, mas, esqueçam o CO2). O NOVO CICLO HIDROLÓGICO que descobri e registrei explica isso muito bem e deixa claro como se dá tal interferência humana no clima, entre outras provas. Acontece que os processos industriais em geral que conhecemos são aqueles que foram possíveis de serem criados pelo Homem de acordo com o conhecimento tecnológico existente. Foi o que deu pra fazer, não uma culpa do Homem, à parte de algumas faltas de educação, consciência e sobras de ganância. E todo esse desenvolvimento é muito recente. Podemos dizer que o maior desenvolvimento tecnológico deste planeta tem cerca de apenas 50-60 anos. O computador da “ida” do Homem à Lua ocupava uma grande sala inteira, tinha dois andares de altura e capacidade de uma calculadora que é vendida nos camelôs de hoje em dia. Ou seja, tudo é muito novo e estamos aprendendo tudo ainda. Somos uma criança em desenvolvimento, em conhecimento, em cultura (ainda há muita barbárie no mundo, não apenas física), em consciência… Só agora, de poucos anos pra cá, o mundo está começando a se dar conta da sua interferência no ambiente e nos ciclos naturais. Não creio que seremos castigados por estarmos aprendendo.
Como exemplo de “outras provas” que citei, quero me referir à questão dos furacões (Catarina e Katrina), que você se referiu como “ciclone Catarina”. Os que fazem o tal do aquecimento “global” costumam atribuir esses fenômenos a várias causas, como ao próprio aquecimento global, às correntes da Amazônia, à temperatura do mar da ordem de 26 ºC, etc, mas tudo na base do empirismo ou da filosofia e não com provas científicas. Os furacões e tornados têm origens locais ou regionais e são causados pelas diferenças de temperaturas. Então, baseado nos princípios da termodinâmica, CALCULEI ineditamente as temperaturas em bolsões que originaram os furacões Katrina e Catarina e estas são de cerca de 360 ºC e 230 ºC, respectivamente. Como vemos, essas não são temperaturas naturais, nem da Amazônia, nem do tal do aquecimento global. Então, de onde vêm tais temperaturas? Bem, só encontro as danosas termoelétricas, que mandam pra atmosfera toneladas de gases por hora a mais de mil graus Celsius. Se alguém encontrar outra fonte com maior poder, por favor me avisa em 5 minutos…
Fiz também uma análise dos tantos e hiper violentos tornados e furacões que acontecem naquele país que destrói outros para dominação e mais poder sem escrúpulos. A quase totalidade dos tornados e furacões naquele que nos USA e abusa acontecem do centro para leste (direita) do seu mapa, exatamente no mesmo lugar onde há o maior poder instalado de termoelétricas, em número e capacidade. Outra coincidência que está de acordo com a teoria e evidências é o próprio caso do Brasil. O FHC é quem começou a rechear este país com as malfadadas termelétricas, o Lula continuou e em pouco tempo elas poderão ultrapassar a capacidade instalada da energia limpa das hidrelétricas. Na mesma proporção e no mesmo tempo, apareceram e aumentaram os tornados e furacões no Brasil, coisas que só tínhamos visto em filmes e em piadas e nem sabíamos bem seus nomes. Até no Nordeste do Brasil, uma região de clima ameno e estável, começaram a aparecer tornados e fortes vendavais com suas grandes destruições. Não foi apenas o furacão Catarina que aconteceu no Brasil! Frequentemente vemos a mídia informar sobre “temporais” com ventos de mais de 90-100 km/h causando muita destruição no Brasil, mas, temporais não causam isso tudo. Pela escala dos ventos de Beaufort (a que é usada para se determinar as categorias dos ventos), ventos com mais de 90-100 km/h são furacões, sim senhor!
- Professor, a Terra vai aquecer ou esfriar?
- A única possibilidade para a Terra esfriar de vez é o Sol esfriar de vez, ou seja, o fim do mundo. Não sendo isso, trata-se apenas das variabilidades das temperaturas, as quais dependem de uma série de fatores, incluindo os causados pelos ciclos do Sol.
O Molion disse que o planeta vai esfriar nos próximos 20 anos para contradizer o tal aquecimento, mas, não é dessa forma que se resolve a questão da influência humana no clima. Além disso, depois de 20 anos, ele dirá que o planeta vai aquecer ou vai esfriar até o fim do mundo? Parece que ele sabe quando e como vai ser o fim do mundo…
A ciência séria não vive de previsões, nem de adivinhações, nem de alquimia, nem de empirismo, nem de “achismos”, pois ela trata de constatar e descrever com critério e rigor o que existe e isso já é muito difícil de fazer com exatidão, quanto mais profetizar sobre o futuro ou o longínquo passado quando os eventos da natureza são tão complexos e variáveis bem como os distantes dados não são confiáveis e métodos disponíveis não têm a precisão requerida para dar garantias sobre tempos longe do presente. E quem poderá vaticinar sobre mudanças drásticas do comportamento do Sol, sabendo-se que a energia emitida por ele (medida e conferida por satélites) pode ser considerada constante, pois ela varia para mais e para menos em no máximo 0,5 W/m2 (0,04%) aproximadamente a cada 11 anos em torno de uma média de 1.366 W/m2 (e ainda fora da atmosfera, pois esta – principalmente o vapor d’água – atenua essa energia na sua maior parte)?
Nisso tudo, o que interessa é o Homem ser capaz de saber se e como ele pode influenciar o clima (sobre isso já desenvolvi e esclareci muito), independentemente se com mais ou menos energia recebida, pois naquilo que o Homem não controla não adianta ficar batendo boca se é o Sol ou não é o Sol. Também fico impressionado com a facilidade e “exatidão” que os empíricos têm em “garantir” os longínquos passados e futuros quando na verdade não conseguem sequer conhecer e descrever corretamente o comportamento da atmosfera atual e real.
O Homem deve ser ciente daquilo em que pode atuar e modificar e, esfriar o planeta o ser humano não pode, a menos que fizesse uma geladeira maior do que a Terra para retirar calor do planeta (logo, esfriar) e jogar esse calor para o espaço e isso é o que postula a segunda lei da termodinâmica para o caso, a qual não pode ser desprovada. Assim, a influência humana em um esfriamento do planeta está descartada.
Portanto, só resta explicar mais sobre a capacidade humana de aquecer ou interferir no clima, mas, quanto ao chamado aquecimento global isso não é bem assim e vou deixar essa questão para outras ocasiões bem como recomendo novamente o blog http://sartori-aquecimentoglobal.blogspot.com.